1.22.2017

O CANDEEIRO BRUXULEANTE




CANDEEIRO BRUXULEANTE


Quase como quem adormece assim
Entre luzes de estação suburbana, 
Aquele que se desconhecia hesitou… 
E eu, que já aí desci ou subi, enfim
Fiz mil reparos à forma assaz insana
Com que ele se ajeitou entre jornais.

Se não sabia ler, com que direito, então
Recorria ele à imprensa vespertina? 

Há silêncios que apenas parecem ais.
Há ais que gritam genuína humilhação. 
Há humilhações que vão de esquina 
Em esquina, onde nada mais… ilumina! 

Joaquim Maria Castanho 

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La vida es un tango y el que no baila es un tonto

La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu

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