9.27.2016

A IDADE DO SENTIR




A IDADE DO SENTIR 

No sufrágio odorado da espera
A fala presa, esgar retraído, 
O silêncio que adora e venera
Estende-se plo dia, consumido. 
A brisa, ao tocar-lhe, recorda-te
Tal que passando por mim novamente
Te visse (outra vez!) plena de arte
Vendo o telemóvel, indiferente… 
Passo cadenciado, trança prà frente
– Exatamente do lado que me prende –, 
Sentindo tod’esse bem que ascende
Quando a esperança se faz praxe
E pulsa e ilumina, ou desmente
Que o amor só aos novos é que nasce! 

Joaquim Maria Castanho 

La vida es un tango y el que no baila es un tonto

La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu

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