12.05.2022

JOAQUIM MARIA CASTANHO - Livros


 

Meus amigos e minhas amigas:


Apraz-me informar-vos que os meus livros de ficção e poesia DADINHA DÁ UMA LIÇÃO AO LÁPIS VLUP-VLUP, o Valentão das Dúzias, NA MINHA CASA MORA UM GATO, REDESENHAR A VOZ e A BOLSA DAS MARMITAS, também se encontram à venda na COSTUREIRA DULCE, no Centro Comercial da Fontedeira, em Portalegre.

Portanto, já podem festejar este Natal com literatura regional (e local), oferecendo aos vossos afetos (e desafetos), amizades e inimizades, algo que as “arrebate” e prenda ao conforto da casa, ao calor do lar e da lareira, ao silêncio aconchegante das noites frias e chuvosas: livros. E, de preferência, livros que espelhem a identidade da nossa terra, da nossa gente.


FELIZ NATAL e PRÓSPERO ANO NOVO


Joaquim Maria Castanho

10.12.2022

Porque Brigamos - Bárbara Eugênia

HORAÇÃO


 

HORAÇÃO


Creio na tarde e na imensidão do mundo.

No sonho que não arde nem se contradiz.

No escoar do tempo lento e profundo.

No cuidado que merece petiza e petiz.


E creio no mistério aberto e vagabundo

Que há no olhar que ledo espera à solta

Pelo passado que é ontem mas não volta

À própria visão que o aprisiona e escolta

Como se fora a invenção de cada hora

No vivo instante que jamais se demora

Nos sessenta décimos de um segundo.


Creio – não faço nada por menos que isto... –

Tal-qual com’outros creem em Buda ou Cristo!


Joaquim Maria Castanho

Portalegre, 12 de outubro de 2022


9.24.2022

SERRA DE SÃO MAMEDE - Alto Alentejo | Guia Geológico

 

SERRA DE SÃO MAMEDE

ALTO ALENTEJO | GUIA GEOLÓGICO

Ana Paula D’Ascenção

c/ fotos de Carlos Marques Serra

e capa de Raquel Ferreira

(145 Páginas)

Edições Colibri



Teve lançamento público, ontem, 23 de setembro de 2022, pelas 18 horas, na sala de entrada do Palace Hotel, de Portalegre, o livro SERRA DE SÃO MAMEDE ALTO ALENTEJO | GUIA GEOLÓGICO, com chancela das Edições Colibri, da autora Ana Paula D’Ascenção, natural de Portalegre, licenciada em Geologia pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, e atualmente professora de Biologia e Geologia na Escola Secundária de São Lourenço, em Portalegre, mas acumulando funções docentes (na área da Biologia) no Instituto Politécnico de Portalegre, ante uma plateia bem recheada, maioritariamente qualificada e numerosa.


A apresentação esteve a cargo da autora, de Fernando Mão de Ferro (editor) e do Prof. Dr. Jorge Oliveira (arqueólogo), docente da Universidade de Évora, que discorreu acerca da interceção positiva existente entre o valor das “pedras” e as “pedras de valor” do Parque Natural e Serra de São Mamede (ou São Maomé), como este valor desenhou o território e se redesenhou nas gentes que o serviram (ou interpretaram) e dele se terão servido também, ressalvando igualmente a importância desta obra enquanto ponte interdisciplinar – Geologia, Agricultura, Economia, Antropologia, História, por exemplo – entre a clausura científica/académica e a cultura geral, o conhecimento especializado (fechado) e o quotidiano e narrativas das pessoas, quer elas sejam autóctones/indígenas ou sejam forasteiras/turistas.


Joaquim Maria Castanho

9.20.2022

Amélie - La Noyée | La Valse | La Dispute

SÓ SOMOS QUEM SOMOS

 

SÓ SOMOS QUEM SOMOS


Deslumbra a fidelidade intrínseca…

Não há metáforas para o teu olhar.

E quando a sombra se torna promíscua

Nenhuma lágrima o poderá lavar.


Hidrato basilar será a sua máscara

O pigmento da memória por colorido;

Mas no fim de tudo o corpo é chácara

Onde o fado destila poema (sofrido).


Que o ser se à alma se entrega de boa-fé

Nem resiste, enfim, à sua unificação,

É porque quer ser somente aquilo que é.


Abdica da mentira e representação,

Do logro, da iluminura e do rodapé,

Pra casar co’a verdade da sua condição.


Joaquim Maria Castanho

Portalegre, 20 de setembro de 2022

9.18.2022

Una de esas noches sin final

Alizée - Gourmandises (Clip Officiel HD)

NOTAR A AUSÊNCIA É DESEJAR

 

NOTAR A AUSÊNCIA É DESEJAR (VER)



Somente saudade resta depois de ti

Ao partir semeaste vazio no meu olhar,

E não fora o instante rasgar que senti

Só a memória habitaria este lugar.


O TEU SORRISO inventou-me por dentro

Como qualquer madrugada por fazer,

E agora se plas manhãs adentro entro

É tão-só na esperança d’O voltar a ver.


O TEU SORRISO é luar prestes a crescer

Entre aspas, até eclodir bem no centro

Onde a palavra entretece o puro tecer,

O que nem mil vocábulos têm pra contar,

Quanto unicamente em teus olhos li…

Que a ausência é prenúncio de desejar!


Joaquim Maria Castanho

Portalegre, 18 de setembro de 2022

9.11.2022

Danúbio Azul - Johann Strauss II

A grande INCÓGNITA

 


A GRANDE INCÓGNITA


Chamo-me Futuro, e não sou pra graças.

Nada sei do amanhã à exceção daquilo

Que é tão irrevogável como os braços de Milo

Na frugalidade do Agora e suas trapaças.

Podem não me ver sem lentes especiais

Esquecer-me entre as bagagens usuais

De quem pernoita nos desvãos e nas praças.


Nos arquivos, concertos e festivais

Ou nas partilhas por heranças e traças

Com que a inveja congemina planos, ameaças

Para se vingar dos que pensa serem mais.


Mais isto e aquilo, aqueloutro e coisa e tal

Sabe-se lá! – Ou sinal intermitente

Tipo digital VIVO / MORTO, Virtual

Versus Real, em que existe tanta gente.



Chamo-me Futuro, e estou de partida

Para onde o passado não me encontre,

Perdendo de mim o rasto, sentido e norte,

Ainda que mui deseje repetir a vida!


Joaquim Maria Castanho

Com foto de Mia Teixeira

Portalegre, 11 de setembro de 2022

9.09.2022

Romance da Bela Inês

título póstumo

 

TÍTULO PÓSTUMO


Era uma vez um poema sem título

Que fazia parte de um romance, vivo

Real, ativo, nada abstrato e cativo

Do enredo, sendo dele outro capítulo

Jovem, mas sensato e ilimitado,

Como a sustentabilidade infinita

A sua pele cor de mel enfeitiçado

Seu olhar de luar de outono-escuro

Que chamo num silêncio qu’apenas grita

Sentido amor que vai para lá dos sentidos.


Se me aproximo, seu sorriso é puro.

Se o nomeio, conta cantando Mil… Dois… Cem… Três…

E salta da História o tempo, o muro

Dos nomes, para ser Rainha… – Sim…: outra vez!


Joaquim Maria Castanho

Portalegre, 09 de setembro de 2022


9.06.2022

Deolinda - "Seja Agora"

DA IMORTALIDADE DO SONHO

 

SOBRE A IMORTALIDADE DO SONHO


Na orla do movimento

Todo o caos desacontece:

Fenece plo sentimento

Que só teu rosto merece.


E esse sinal que sei de cor

Bem a jeitinho de beijar

Quase tão botão de flor;

Quase seio de nobre amor

Qu’até põe o sonho a sonhar.


Porque ao ver-te eu o digo

Posto fora de perigo

Já longe de qualquer mal:

S’até o sonho sonho contigo

Que não se passará comigo

Que sou simplesmente mortal!


Joaquim Maria Castanho

Portalegre, 06 de setembro de 2022

8.29.2022

"Só o SIM é sim"


 

NENHUM NÃO É CONSENTIMENTO


Só o sim é sim"; o resto metáforas são

De quem prefere ver (assaz) confirmadas

As perversões que lhe habitam a intenção.


Os humanos inventaram a fala pra dizer

Mas depois esqueceram-na, simplesmente,

Substituindo-a por diversas fobias"Só o s

Que não reconhecem beleza nem poesias,

Homo, bi, trans e inter, estereotipadas

Cultivando ódio e vergonha entre as gentes,

Discriminações, violência e abusos,

Rituais da ignorância, ritos confusos;

Que consideram “as demais” coisificadas,

Ou apenas objetos de gozo e de prazer

(Que ressentidas castigam, fazem sofrer).


Só o sim é sim”, que o resto é indecisão

Verdade oculta por inúmeras camadas

Dolorosas de violação, acamadas

No íntimo... – nascidas do calado não!


Joaquim Maria Castanho

(29 de agosto de 2022)

#poesia #poema #poeta

#literatura

8.26.2022

Nathalie Cardone - Populaire (Official Video HD)

APRENDIZADO CONTÍNUO

 


APRENDIZADO CONTÍNUO


Os estereótipos são disfuncionais…

Ser homem, ser mulher, não é separável:

Todos e todas somos simplesmente plurais

Perante a igualdade sustentável.


Humanidade é casa de seres iguais

Onde o género nad’impõe, determina;

Pois a diferença iguala muito mais

Que ver ser o ser dif’rente por ser menina,

Pensar ser dif’rente o ser por ser menino…


Sexualidade não é oportunidade;

O sucesso não vem escrito no destino,

Nem traja cores pré-estabelecidas.


É meio de sentir prazer em ser o que se é

Inventando quem somos nas nossas vidas,

Que para criar é preciso perder o pé

Ser paragem e viagem a gerar caminho…


Gerar é aprendizado a colher ensino!


Joaquim Maria Castanho

Portalegre, 26 de agosto de 2022


Susana Cala - Tenemos Que Hablar

8.25.2022

missiva breve


 MISSIVA BREVE

Que não deixemos ninguém pra trás:
Toda a gente tem lugar marcado.
Vida não se herda… É o que se faz,
Ou vence preconceito e pecado
– Ainda que não possa ser contado.

Pois nenhum excel lhe vê proveito
Nem nada lhe garante serventia…
É carta escrita com o peito
Com letras (in)sensatas e sem jeito
– E tinta das metáforas da poesia.

Murmúrio de biliões de vozes
Cujas, no inventário somos nós,
Driblando tiranos e algozes
Até redesenharmos a própria voz!

Joaquim Maria Castanho   
Portalegre, 25 de agosto de 2022

8.24.2022

Françoise Hardy - Mon amie la rose (1965)

NAVEGAÇÃO À VISTA


 

NAVEGAÇÃO À VISTA


Janela de evasão, os teus olhos

Quando me perco no caminho,

São oceanos sem lixos nem escolhos

Ond’o sonho mergulha sozinho

Depois de comigo se abraçar.


As folhas e os troncos nos vestem

(Vagens de chocolate e leda luz...)

Onde deuses e deusas entretecem

As teias mais subtis da vera jus.


E nesse excelso entrelaçado

Condomínio da poesia e rigor,

Vejo teus olhos em todo o lado

Onde seja possível habitar

Os abraços que não queiram calar

Que tiveram origem no amor!


Joaquim Maria Castanho

c/ foto de Mia Teixeira

Portalegre, 24 de agosto de 2022



France Gall - Ella, Elle L'a (New Edit 2022)

Après toi

8.10.2022

THE GAEL from The Last of the Mohicans - Breizh Pan Celtic

CAUSA DE VIDA

 

CAUSA DE VIDA


Tempo tem esporas

Que picam desejo…

Perco-me nas horas

Quando te vejo.


Tempo é deleite,

Inventor d’esperas…

Pra qu’eu me sujeite

A ver-te deveras

Passo junto a ti

Murmuro o teu nome

Pra provar que te vi…


Só ver-te me consome!


Joaquim Maria Castanho

8.06.2022

Un peu beaucoup

O MEU AFETO É FELINO


 

O MEU AFETO É FELINO



O meu fiel companheiro de leituras

Não percebeu bem o poema que lhe li…

No entanto arrebitou as orelhas

Logo que tão saudoso lhe falei de ti

Vieram-me à ideia ideias futuras

Coisas intenções, causas que não perdi,

E que plas sombras frescas, férteis e escuras

Me dão a ver todo o afeto que já senti…


Que se repete mas que é sempre novo

Aberto caminho que nunca confesso,

Élan da vida, motivo de progresso,

Iluminação de destino que atravesso

Indo pra lá das metas – e do estorvo –

E prova ser igual ao do resto do povo!


Joaquim Maria Castanho

Geroges Bernanos, UM CRIME

 


Escritor e jornalista francês, nascido em Paris, a dia 20 de fevereiro de 1888 e falecido, também em Paris, a 5 de julho de 1948, Georges Bernanos, licenciado em Direito (1913), comungou dos ideais monárquicos e foi católico apostólico romano como a maioria dos europeus que viraram do século XIX para o século XX. Além de soldado de trincheira na Primeira Guerra Mundial e de repórter na Guerra Civil Espanhola, apoiou igualmente a França Livre e a Resistência Francesa contra o regime de Vichy na Segunda Guerra Mundial, com as suas tomadas de posição e artigos de jornal, embora estivesse então (1940) exilado no Brasil, durante a Segunda Guerra Mundial.


Considerado pela crítica como o Dostoievski francês, casou com uma lendária descendente de Joana d’Arc, autor de Sob o Sol de Satã (adaptado ao cinema por Maurice Pialat, e que ganhou a Palma de Ouro em Cannes), Diário de um Pároco de Aldeia e Nova História de Mouchette (ambos filmados por Robert Bresson), Diálogos das Carmelitas, Grandes Cemitérios Sob a Lua e Um Crime, entre outros.


Mas é este último, UM CRIME, da Coleção Miniatura, Edição «Livros do Brasil», com tradução de Ersílio Cardoso, comprado na Livraria José Maria Batista Alves, em Portalegre, a minha leitura de fim de semana. Porquê? Porque há grandes obras que foram escritas para isso mesmo… Para serem lidas independentemente das modas e novidades que nos servem diariamente sem que as tenhamos escolhido ou pedido. 

Joaquim Maria Castanho

8.02.2022

Le Vent Nous Portera

Madredeus - "Amanha" ( Mañana) / Palau de la Música - Barcelona 1994

A PROMESSA E A METÁFORA


 

A METÁFORA E A PROMESSA


Que nós pomos princípios em tudo…

Mesmo se escrevemos no imediato.

Conceitos que enrolamos em canudo

Pra melhor caberem em qualquer prato!


Ou na salva de prata, que no entrudo

Usamos pra mascarar ímpio retrato…

Tal e qual essa, que põe pra fora o oculto

Que há na promessa, de futuro farto.


Princípios e promessas não se dão bem!

Pois que os primeiros são sempre meios

Com que recheamos conteúdos já cheios.


E as segundas, formas de iludir desdém

Pelos conceitos, argumentos e enleios,

Premissas e preconceitos, que são promessas

De penetrar pelas portas das travessas

Onde nunca nos cruzaremos com alguém…


Joaquim Maria Castanho


7.12.2022

MARTA... PARABÉNS!

 

MARTA… PARABÉNS!


Mergulho no mar de coral

Habitat da Sereia e da Ondina

Olhos que vão para lá do lá,

Safira da areia fina da pele

Opala azul, água marinha...

Brotam algas douradas

Deltas de linhas auríferas a dançar

Sob o balanço ritmado da respiração.


Pelo seu vaivém milenar

S’adivinha a origem humana;

Pelo seu sorriso largo

A inveja dos deuses (difícil de calar).


E plo sonho, que é coisa invisível

Que se liberta de nós libertando-nos,

Se nos afaga o destino ou o coração

Torna real o que era apenas plausível.


Pois é por ele que eu falo agora.

E se sou quem o diz é ele que o dita

Dando à vida bem mais do que ela debita

Ao repetir comigo «MARTA, parabéns

Pela felicidade que ora tens

E que ela te habite vida fora!»


Joaquim Maria Castanho

Portalegre, 12 de julho de 2022


6.19.2022

Nanda Rocha - Chuva Aqui

SE CORDATOS, NA CONCÓRDIA SOMOS

 

SE CORDATOS, 

NA CONCÓRDIA SOMOS


Quando nos aproximamos da liberdade

Da dança, do conhecimento e da arte,

Nosso ser estremece, fica sem idade

E trata por sua casa qualquer parte…

A vida é isso: estar em todo lado

Como só se pode estar agora aqui,

Ser fala entre os acordes dum fado

No simples pardalitar de um colibri.


Pobre sustento numa gota de néctar

A cintilar como mil laivos de puro mel,

Escritos n’alma, aind’assim não vá afetar

O líquido labor aos poros da pele –

Na ânsia dum mar a ondear por amor…

– No acorde dum amor acabado d’acordar!


Joaquim Maria Castanho

5.27.2022

SINA E (mau) SINAL

 

SINA E (mau) SINAL


Quando um dia pensares que na vida

Tudo que havia de pior já t’aconteceu

E nenhuma dor, ou qualquer ferida

(Nem solidão) te podem doer como já doeu…

É mentira! Há sempre outra maior

Que dolorosa e monstruosa vá surgir:

Pois, quem sobrevive à falta de amor,

Maior dano do desamor lhe há de vir.


Que ninguém te há de dourar as pílulas

Nem ter a mínima consideração por ti,

Pra meter noutros enredos as vírgulas

Ou distorcer a verdade ao que escrevi,

Apelidando a palavra tão-só de tumor…

Dando ao ser humano tudo… – Menos valor!


Joaquim Maria Castanho


3.19.2022

PROPÓSITOS & RESULTADOS, Lda.

 

PROPÓSITOS & RESULTADOS, Lda.



Sinto saudades do teu olhar risonho

Que me leva ao verso, me conduz ao sonho…

E faz florescer minutos ao meio-dia.

E me transforma os afazeres em poesia.


Me dá este agora em vez do quando

E escreve fora o que dentro guardo,

Pois que eu voo até mesmo se só ando

Em alheado vaguear de aedo ou bardo.


Quero arranhar os futuros livres, puros

Já audazes e capazes de pedir meças

Aos desígnios loucos – e inseguros –

Do caos das prosas malfeitas, e às pressas.


Certo é nada ser primordial agora

Que as batalhas o hão de zurzir de vez...

Int’resse bélico, sentires devora,

Assim, como o fez outrora a D. Inês.


Todavia, eu mergulhei nas trevas da luz

Como se um mastro em nevoeiro brando,

Pois só o teu olhar me alegra e conduz,

E me faz voar... – até mesmo se só ando!



Joaquim Maria Castanho

25.02.2022


La vida es un tango y el que no baila es un tonto

La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu

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Escribalistas é órgão de comunicação oficial de Joaquim Maria Castanho, mentor do escribalismo português