1.31.2017

O DITAME DA POESIA




O DITAME DA POESIA

Aconteces-me poema irrevogável
Já incontornada magia na jornada
Já Fénix de fogo na tarde plausível
Já continuum d'explosão celebrada. 
Se em minhas veias ecos há, escuto
Latências que te chamam, e chama és 
Flama de luz, verbo cadente no abruto
Cinzento sobre antenas e chaminés
Dum bairro suburbano mas pacato.
Porém, estrela, porém; porém flor-de-lis 
Que escreve nesta alma como um giz
As leis e demais ditames que acato
Por ver-te, em celebração do contrato
Que é ato, e também poema que nos diz.

Joaquim Maria Castanho

La vida es un tango y el que no baila es un tonto

La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu

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Escribalistas é órgão de comunicação oficial de Joaquim Maria Castanho, mentor do escribalismo português