5.28.2018

O TEU OLHAR DEU-ME UM NÓ




162. 
O TEU OLHAR DEU-ME UM NÓ 



Quando teu olhar me falta
Eu fico sem jeito; 
Ando à toa e na malta,
E doi-me o peito. 
Sinto as sílabas trocadas… 
Até perco a razão;
Ando onde não há estradas, 
Ardem-m’as solas no chão. 
Era coisa qu’eu não sabia…
Não se aprende fácil; 
Aprende-se no dia a dia, 
Mal o sentir é ágil. 



Comprar ajuda a (a)pagar. 
Não há mal nenhum nisso… 
A eternidade pod’estar 
No nosso compromisso: 
Podemos crescer como um só 
– Tu serás mãe, tu serás avó.  

Joaquim Maria Castanho
Com foto de Elie Andrade

La vida es un tango y el que no baila es un tonto

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Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

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Também pode alcançar o céu

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