2.03.2019

POEMA DOMINICAL






POEMA DOMINICAL

Pela orla da luz a pérola da voz
Redesenha os contornos, as matizes
Onde toda a gente e cada um de nós
Se liberta dos seus nós e deslizes...
Mas ninguém conta por quantos sofreu
Embora nunca esqueça porque o fez;
Uns batem no peito e gritam «não fui eu!»
Outros, a quem nasceu alguma sensatez
Rebatem, debatem-se com credos vários
E, só pra serem dos demais contrários,
Mergulham nas fétidas águas do Ganges
E castos, misericordiosos e langues
Erguem olhos prò céu e murmuram: TALVEZ.

Joaquim Maria Castanho


La vida es un tango y el que no baila es un tonto

La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu

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