3.02.2017

PLANAR NA SERENIDADE...






PLANAR NA SERENIDADE… 

A brisa respira o próprio dia
Trazendo consigo toda a magia
Que nem o divino ousa explicar,
E explica onde o brilhar ousou
Sentir esse sentido a respirar…

Então, de repente o tempo parou; 
Ficou sem depois nem antes, 
Apenas passagem… instantes
Que ecoam duma só maneira
E se repetem no repetindo
Pelo passo a passo, e subindo
Até à curva derradeira –
Pra voltar à imagem primeira…

O sol elucida, e algo ora flui,
Roda lá no cimo, une em sua eira,
Liga os voos somente num voo; 
E o que era ímpar, par se tornou
Como quem deserta do que fui.

Joaquim Maria Castanho

La vida es un tango y el que no baila es un tonto

La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu

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