1.10.2019

AS PINCELADAS DO TEMPO




AS PINCELADAS DE CRONOS 

Já triplo cinzel me cerziu
Matriz enfim, choro, grito
Desbastam, gastam por cicio
Só de metal frio, aflito... 

Como terá acontecido?
Sob que mistério, assim
Presente, futuro ou ido
Passado tornam granito
Pra se "assentarem" em mim? 

Nascem das sombras, num torpor
Rústico, desajeitado; 
Às vezes, merecem amor 
– Outras, apenas cuidado. 

Joaquim Maria Castanho
Com escultura de João Aires Garcia

La vida es un tango y el que no baila es un tonto

La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu

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