5.30.2009


É a Hora!

"Eis que do dia o carro fulgente,
Com seu eixo de ouro, docemente,
Sulca as águas do oceano, sem desmaios,
Enquanto do inclinado Sol o raio
Para o alto se volta, como seta
Visando, com firmeza, outra meta
De sua moradia no nascente.
"
Milton

É preciso ter pachorra para aturar tantos que só são a favor do contra, que não fazem absolutamente nada nem sabem fazer o quer que seja, mas por isso mesmo, para que se não sintam totalmente inúteis perante quem cria, então impendem a divulgação dessa criação, como tentam convencer os demais da sua igualha que ela não tem as mínimas qualidades e valia. E para melhor o conseguirem, implementaram a teoria do gosto ao contrário, ou a estética do quem, em que as artes merecem aval não pelo que são mas pela sua autoria, se é escorreito, desempenado ou pessoa de capacidade limitada, criança com necessidades educativas especiais e de rara compleição, qualificando desta o talento e génio, conforme esta tem validade e serventia estética, social, cultural e ética, não pelo que se fez e o arrebatamento que dá, mas pela idade tida, em que partido milita e de onde vem, aquele que a imaginou, criou ou interpretou. A que família, a que grupo pertence e de como se afidalga. Não contentes com a execução sumária de quem cria, eis que se armam de manhas tolstoianas para encurralar os idiotas entre dois fogos, e arranjam adversários, opositores, que lhes sirvam simultaneamente de bodes expiatórios e de motivo de tiroteio para, caso a justiça lhes caia em cima poderem dizer que foi sem querer, que foi uma bala transviada que lhe acertou. Que a vítima sofreu os efeitos do fogo cruzado entre as partes desavindas. E desavindas desde os tempos da outra senhora...
Ao princípio, eram os fascistas contra os comunistas, a que depois se deu lugar aos comunistas contra os pides e latifundiários, que tinha sido precisamente os fascistas anteriores; e os artistas, quando estavam com os comunistas eram a expressão do burguesismo marialvista ou, ao invés, se entre os fascistas não passavam de uns intelectuais esquerdistas com o leninismo na boca e O Capital marxista na mão. Todavia a coisa modernizou-se, refinou-se, sofisticou-se, ganhou foros de sebenta e subtilezas académicas, critérios doutorais e reformatórios mu(o)rais, e passaram a ser subalternos do grafite, batalhas campais de socialistas contra os sociais democratas, os sociais democratas contra os socialistas e os comunistas, os comunistas contra esses dois e mais os bloquistas, os bloquistas contra esses três e contra mais os cêdêsss, os quatro contra os verdes, os verdes contra todos os anteriores além de contra si mesmos, e os seis contra todos nós, que somos o povo português, precisamente aquele que lhe paga as contas, os ordenados principescos (e as favas). Sobretudo os "ditos" ecologistas que só são contra os sete (biodiversidade) quando estão a descansar de ser contra os oito, que é a sustentabilidade capaz de gerar o infinito quando se mira o horizonte humano e global, pelo que apetece perguntar: e que tal, se em vez de serem sempre uns contra os outros, e andarem a jogo infantil do "espera aí que já cospes", ping-pong de acusações e piropos virginais de quem só provoca quando tem as costas quentes pelos apoiantes que lhe vão atrás, que tal, dizia, se aliviassem um pouquinho a carga, ainda que por breves períodos de ressaca e doloroso arrependimento, e se pronunciassem por propostas concretas de viabilização nacional e europeia, que auxiliassem na recuperação da crise e evitassem futuras catástrofes económicas, sociais e ambientais? Ia-lhes doer muito? Sentir-se-iam defraudados com a política se ela deixasse ser aquela espécie de sodomia alternativa, em que um deixa o outro ficar por cima se este prometer que a seguir fica por baixo? Ou custa assim tanto perceber que o que está em causa em 7 de Junho é muito diferente de um milagre de Fátima, duma peregrinação a Santiago de Compostela ou duma concentração de convivas em Lurdes? (...)
Há uma altura das nossas vidas em que, perante os acontecimentos, outra Aurora se faz, e aquilo que era cor indefinível, contornos esmaecidos na incerteza e bruma pastosa, peganhenta, ou dúvida daquilo que deveras se quer, ganha de repente a nitidez que não ousávamos admitir existência na realidade, nessa nossa realidade tão comezinha que nem suspeitávamos haver mais alguém que a compartilhasse, mas afinal é igual à de milhões de europeus como nós, e sentimos desejo de participar com eles na elucubração de uma vida melhor, em que a qualidade ambiental e o desenvolvimento humano, económico e tecnológico, de gestão territorial, empresarial e conhecimento, não sejam algo apenas realizável à custa e contra os demais, mas igualmente em benefício deles, logo em harmonia e afinidade entre todos os povos de todos os países europeus, incluindo a Turquia e quantos mais se quiserem juntar a nós. Quer essa nitidez se nos depare no reino dos sentidos ou das coisas percepcionáveis, detonando interesses e satisfação das necessidades, quer ela advenha pelo reinos da compreensão intelectual também conhecidos como veículos de configuração da alma, seja lá o que isso for!, ou se entenda dever ser, desde que no plano das essencialidades ideais se manifeste, motive os corpo para acção determinada, consciente, emancipada e responsável, em liberdade, pelo aprofundamento alargado da democracia, em conformidade com Os Direitos Humanos e rumo à sustentabilidade global, como da nossa espécie, de homens e mulheres que não abdicaram de nada daquilo que os seus antepassados conquistaram, até com o preço da própria vida.
E que se não confunda a presente prédica com mais um apelo ao voto, porque se for para se votar naqueles partidos que foram os verdadeiros culpados pelas dificuldades com que ora nos enfrentamos, e que andam a brincar de roda ao "prà Europa, eu vou, eu vou / lá, la-lá-lá-lá, / lá, la-lá-lá-lá" dos três porquinhos animados, então o melhor voto é nem votar, e demandar as paradisíacas praias algarvias, do reino apascentado pelas águas mediterrâneas, onde a república nunca foi proclamada nem a monarquia capitulou, como rezam os pecaminosos pergaminhos da nacionalidade do Portugal e Algarves, circunscrito na cartografia (de Boliqueime) e anais da nossa atrasada modernidade. Aliás quem tem sido tão maltratado pelos políticos portugueses merece um fim-de-semana prolongado, sabendo nesse dia por andam e o que fazem, coisa que muito dificilmente sabem nos restantes do ano, que é quando nos tramam até mesmo quando não fazem nada, pois lhes pagam principescamente para fazer alguma coisa de útil a quem os elegeu, e eles aproveitam para tirar umas casquinhas por conta própria para a própria conta.
Ou seja, é legítimo que o gagaísmo eleja os gá-gás que entender, mas que aqueles que ainda o não são lhes não imitem as manhas, votando arrastão de número, pois o voto é uma decisão e não um prognóstico, uma aposta de adivinhação apontada pela quantidade de pessoas que estavam presentes neste ou naquele lugar por onde a campanha terá passado, uma vez que a crise é grande e a maioria dos que lá estava nesses locais, não era porque professasse o credo aí propalado, mas sim porque estava desempregado, e não tinha mais nada que fazer, podendo ainda ganhar umas canetas, T-shirts e bonés, tal como se fazem ao ver passar a volta, nos sítios onde a etapa acaba, porquanto isso nada tem que ver com gostar de ciclismo nem com o pedalar desportivo: é para iludir o tédio, não para dar vida qualquer remédio.
Coisa de somenos se dirá, todavia já basta e conhecida desde os tempos em que a moirama cavalgava à desfilada pelas planícies alentejanas apregoando as virtudes de Maomé e as receitas de Alá.



Bem cedo o Destino nos fustiga...
E para trás rastos vão ficando.
Esconjuro-te! Deixa que te diga:
Não chores por sombras, tudo é ilusão.
Ai de quem com quimeras vai sonhando
Entre as garras e os dentes do leão!

Que a vida não te iluda e entorpeça já,
Para a vigília são teus olhos feitos.
Ó noite, que do teu ócio nos afaste Alá,
E dos que ao teu feitiço estão sujeitos!

Teu prazer engana, víbora escondida
Detrás da flor: morde quem a quer colher.
Quanta geração foi de Alá querida!
O que ficou? Poderá a memória responder?

Quem pode a menor coisa pretender,
E talentoso ou bom, deveras, ser?
Quem pode dar recompensa ou castigar?
Quem põe fim ao sopro da desgraça?
Quem é que a Danação pode afastar
Ou a tragédia que o Destino traça?

Ó vã generosidade, ó vão valor!
Quem me defenderá do opressor
– Calamidade em noite de Aurora –
Quem? Se já não há regra a respeitar
E o que resta é um silêncio imposto?
Quem é que apagará o amargo gosto
Que nunca ninguém pode apagar?


Ibn Abdün (Évora, século XI)

5.27.2009



LANÇAMENTO DOS LIVROS:


ABAIXO DE CÃO, de E. S. Tagino


CATARINA E AS MAÇÃS, de Orlando Cardoso

O GORDO OU A MAQUINAÇÃO DO ESPELHO, de Orlando Ferreira Barros



O UMBIGO DE DEUS, de Sofia Amaro



Data: 27 de Maio às 18.30 horas
Local: Biblioteca Municipal de Portimão

5.21.2009

MAIS DE 20 000 VISITARAM A EXPO AMBIENTE E ENERGIAS RENOVÁVEIS 2009



A Cidade de Quarteira esteve em festa de 13 a 17 de Maio, com as comemorações do dia da Cidade (13 de Maio), e a 3ª Edição da Expo Ambiente e Energias Renováveis.


No dia 13 de Maio o dia de actividades começou com a inauguração do Centro Autárquico, a inauguração da Expo Ambiente e Energias Renováveis, a apresentação do FUTI F6 (1º automóvel eléctrico português) e acabou com o concerto do Toni Carreira seguido de fogo de artifício.


Ao longo dos dias que se seguiram, a cidade esteve bastante animada com um vasto conjunto de actividades que ali se foram realizando no lindo cenário da Praça do Mar: a realização de um Seminário, e a visita de dezenas de escolas à exposição onde foram feitos vários workshops, de construção de fornos solares, e um de construção de um catamaran com garrafões e outros resíduos.


Contendo um assinalável conjunto de expositores de energias renováveis (nada menos do que 14 expositores de reputadas empresas de energias renováveis onde foram colocados a funcionar numerosos painéis solares térmicos (alguns atingiram mais de 108º mesmo com os dois primeiros dias de muita nebulosidade), painéis fotovoltaicos (um esteve sempre a demonstrar como é possível fornecer energia eléctrica a um motor que puxava água), e equipamentos de biomassa, bombas de calor, energia eólica, energia solar termodinâmica, fuel cells.

Estiveram presentes mais de duas dezenas de entidades públicas e privadas, tendo sido possível visitar Stands relacionados com a mobilidade sustentável e de educação Ambiental, como a ALGAR, e a QUERCUS.

Diversas marcas de veículos amigos do ambiente estiveram presentes, com especial destaque para as maravilhosas scooters eléctricas da E-MAX com motores de 4000Wts (das quais foram vendidas várias unidades), mas também, e sobretudo o automóvel eléctrico português FUTI F6 (de que foram vendidas 8 unidades – nada mau para os tempos de crise em que se vive), as bicicletas eléctricas da Tucano(MEGASPORT), os vários SEGWAYS, e Easy-Glyders que foram experimentados por numerosos cidadãos gratuitamente .


De entre as muitas actividades que foram desenvolvidas na Praça do Mar, destacou-se ainda, no dia 13 de Maio, uma prova de cicloturismo que encheu a marginal de Quarteira, e a actuação do Rancho Folclórico Juvenil de Loulé que na noite de Sábado brindou todos os presentes com uma belíssima actuação.



No Domingo, 17 de Maio, para além da acção de limpeza da Foz do Almargem e da Praia de Quarteira com voluntariado, foi feita, também e em paralelo uma exposição de veículos antigos.

Após o simpático almoço oferecido a todos os participantes no evento pela Junta de Freguesia de Quarteira, todos os veículos amigos do ambiente desfilaram na Av. Infante Sagres e deslocaram-se de Quarteira até à Marina de Vilamoura, num cenário muito bonito.


Como resultado do envolvimento conjunto da Junta de Freguesia de Quarteira, Câmara Municipal de Loulé, o site http://www.algarverenovavel.com/ , a Liberty Seguros, o NAMB, ALGAR, APISOLAR entre muitas outras entidades, este evento foi assim, um assinalável sucesso, tendo sido o evento com mais empresas de energias renováveis realizado até hoje em Portugal !


Pode encontrar fotos sobre o evento em http://www.algarverenovavel.com/














Uma Aula de Borla!

"Lei de Kitman: A estultícia pura tende para expulsar
do quadro de projecção da TV a estultícia vulgar."
M. Kitman

Numa das tardes de leitura em esplanada, de incontestável prestação de culto às bjekas e donzelas mais inebriantes do burgo edificado em honra de Baco, se essa urbanidade não fosse anterior ao Império Romano, como de facto foi, dei por mim a escutar, sem querer, discretamente e sem intenção, embora que "obrigatoriamente voluntário" em consequência da proximidade e volume em que se desenrolava, a conversa da mesa ao lado, onde um grupo de estudantes se lamentava da bipolarizada tendência da comunicação social, incluindo tanto a imprensa como os multimédia, de expansão nacional em navegar incondicionalmente entre o tédio e o sensacionalismo, entre a notícia instrumentalizada e o fait-divers porno vedetista estilizado.
Ora, advogava um deles, o facto dessa "notícia" se manifestar alternadamente entre o exagero caricatural, determinante sublinhar da parte pelo todo, e o seu contrário, o lamechismo verbal personalista generalizador do que o que importa é quem fez e aconteceu e não o quê, ou muito menos o como e o porquê, rotineiro para boi dormir, tipo xanax prozacquiano de anestesiar a indignação (social), seria indubitavelmente a falta de profissionalismo, de respeito pelo código deontológico e natureza mercenária dos redactores/directores em defender os interesses da administração, ou proprietários do órgão de comunicação social, o que é bem pior ainda quando se alinham na bitola do produto 3=1, como sucede com aqueles pasquins onde o administrador, o director e os redactores são todos eles a mesma pessoa, ou fiéis mãos direitas dele, que assim tentam disfarçar a falta de assunto congénita à sua índole de cordeiros do poder, quais arautos da propaganda para benefícios em publicidade. Outro argumentava que enfermam de um discurso (registo) esotérico, subscritor de irrealidades, inoperâncias várias, percepções motivadas, indefinição de objectivos e rigor palasimpsestuoso, com o fitado propósito de reactualizar o passado, manter a tradição e disseminar o exemplo missionário. Mas mais adiante, quis-me parecer, haveriam de chegar a consenso: o que faltava nessa imprensa, rádios e TVs, não eram notícias mas sim critérios criteriosos no fazê-las como no escolhê-las, que espelhassem o país real e de forma arrebatada, suscitassem interesse e alimentassem a sede de conhecimento e necessidade de uma melhoria constante, nos devolvessem as suas gentes, os seus conflitos e quimeras, as suas apostas e criações, os seus lugares e circunstâncias ambientais, paisagísticas, de ordenamento e qualificação, actividades económicas e de lazer, culturais e de marketing territorial, perspectivas, métodos, instrumentos e estratégias de desenvolvimento ou combate contra as adversidades, que as reflectisse e não só às corporações e elites que as representam, enfim, um tipo de Nós Por Cá, escorreito, rigoroso, de atendimento à cidadania, Direitos Humanos e harmonia do urbanismo com o ecossistema, e sem floreados maneiristas – se possível. Um órgão de comunicação social nacional mas simultaneamente local e regional, de e com notícia feita sob os pressupostos constitucionais da nossa pluralidade.
Argumentavam, aliás, que ao ouvir essas rádios do nacional porreirismo, ao folhear esses diários e semanários de cuspinho e vaselina que o poder utiliza para penetrar melhor no quotidiano e qualidade de vida das pessoas normais e sacrificados contribuintes, ao ver essas bucólicas partituras e ilustrações do Menina e Moça sem bernardins interpretadas pelos virtuosos calistos elóis do nosso contentamento (por fundos) europeístas, se sentiam simultaneamente entretidos, narcotizados, quanto fatigados e fartos, com nojo e enlutados, pois as versões noticiosos, quer do nosso país como do estrangeiro, espécie de sopa para dieta prestes a expirar o prazo de validade feita com base nas agências noticiosas de compra e venda por "linha de rede com malha pouco legal", apenas referiam com algum entusiasmo e desenvoltura os políticos, jogadores da bola e dirigentes da "família" siciliana dos desportos, das autarquias, da religião, dos institutos obreiros e das vampes bem entrapadas para desentrapar as vistas, invariavelmente sempre os mesmos e pelas mesmíssimas razões, dando irremediavelmente as mesmas respostas às mesmas prècuras, quer por estarem na mó de cima ou na mó de baixo, prestes a ascender ao estrelato como a cair-lhe em desgraça, exagerando os protagonismos em desprimor dos eventos, numa notória versão superiormente ilustrada da lista telefónica, que seria o maior romance da História se para tantos personagens houvesse algum enredo, esquecendo a realidade social, económica e cultural dos povos dos países em questão.
E davam exemplos: quando se pronunciam sobre as universidades apenas referem as propinas, o leque de cursos, as tunas, os modos de candidatura, os dirigentes, a natureza do financiamento, e nunca as instalações, a logística e vida social, a qualidade dos formadores, a natureza dos conteúdos e o enquadramento social deles, as perspectivas futuras, além de olvidarem igualmente a configuração da vida científica que nelas se ocasiona, os trabalhos de investigação em que estão envolvidas, as teses que já emanaram e o retorno auferido pela sua actividade cultural e tecnológica, o modo de intercepção com o meio social/cidade que o seu campus integra, a aceitabilidade e envolvimento das populações autóctones com as actividades por elas desenvolvidas; quando falam de arte, apenas citam os nomes das obras, os seus autores e formação dos mesmos, os produtores ou editores, os prémios abichados e os currículos ou filiações político-paridárias, créditos religiosos, idade e região de origem, etiqueta de género e corrente de estilo, esquecendo-se mais uma vez de ilustrar o discurso com as ditas "peças de arte" e depoimentos críticos abalizados sobre elas, trabalhar sobre um texto, um poema, um quadro, um fotograma, um filme, uma escultura, de forma não só a mostrá-la mas também a maneira como a vê ou vêem aquelas que a contactaram, como a sente e sentiram os demais, dando quase a entender que a nossa criação artística, a poesia, a pintura, a arte em geral, não serve para nada, além de ganhar uns dinheiros pela sua comercialização, entreter velhinhos e armar aos patos para concurso a fundos e subsídios ministeriais; ou se se referem à indústria e comércio, não vão além de divulgar as apreciações dos seus dirigentes e moleculares feitos estatísticos, as porcentagens com reflexo no marketing e imagem dos beneméritos proprietários e territórios onde se instalaram, a quantidade de empregos que geraram, o volume de negócios "legais" que efectuaram, as greves e arruaças que "sofreram", mas jamais a avaliação de suas sustentabilidades (de emprego, social, gestão, financiamento, resultado económico ou lucro/valor acrescentado), deitando às urtigas as que não causam qualquer motivo de falatório, por risco de falência ou gestão danosa, e simplesmente funcionam bem, detonam uma linha de produtos, investem numa técnica eficaz técnica ou peculiar aventura de actividade no ramo industrial e comercial; e quando se debruçam sobre os serviços, transportes, energias, agricultura e pescas, o panorama é exactamente o mesmo, repetindo aquilo que poderiam dizer acerca de qualquer outra actividade sendo igualmente plausível, por averbamento dos chavões e inconfundíveis lugares comuns a que costumam socorrer-se para fazerem andar a sua cadeirinha de rodas ou veículo de comunicação, como gostam de dizer sobre o suporte que os suporta e atura. E mais uma vez omitindo o quotidiano e bastidores das actividades e progressos dessas empresas, dessas associações, dessas cooperativas, dessas fábricas, desses estaleiros, desses meios de produção, seu planeamento, programas, vitalidade, empenho e dedicação à reconstansubstancialidade económica de um país a braços com a crise desde 1383-85.
Um deles, mais indignado e pessimista, citando um jornalista nortenho, acentuava: "E não será Portugal mais que uma centena de fulanos e quatro/cinco partidos? Do país real só conhecemos as maleitas políticas, os defeitos e deformações. E não conseguimos despegar a vida desta telenovela. O Estado, o governo, o parlamento, os tribunais, os partidos, cobrem por completo o nosso horizonte perceptivo e motivacional. Não vemos mais nada, não lemos mais nada, não ouvimos mais nada, não conhecemos mais nada nem ninguém, a não ser aquela notícia narcotizada e alienante que a indústria do vulgar nos propícia. Nós próprios deixámos de existir ou, quando damos nas vistas, é só e sempre por coisa ruim. Incluindo as nomeadas premiações por narcisos oscarinos."
Em verdade vos digo, porém e particularmente, que dei por mim, eu que sou o mestre da contestação, do contra e do não, a consentir uma anuência explícita e clara, de consonância com as inquietações e reflexões daqueles (des)conhecidos de momento, e provavelmente até a invejar-lhe a preciosa acutilância do diagnóstico. E confesso, não fora a minha natural timidez de provinciano atreito leitor do Borda d'Água e d'O Semeador, teria interferido e entrado na conversa, para sublinhar o meu acordo, assim como a vontade plangente de apontar-lhes uma alternativa capaz de burilar as suas legítimas insatisfações profissionais. E devia tê-lo feito, pelo que sinceramente lamento o facto de o não ter ousado...
Porquê? Porque o que era deveras primacial – e me leva a fazê-lo agora aqui –, era alertá-los para a evidência de que existe na vida muito mais do que aquilo que de bandeja dela nos é dado: que se a imprensa, rádio e TVs nacionais os deixa subtraídos à realidade, então devem (e podem) recorrer aos veículos de expressão local e electrónica que a www põe gratuitamente à nossa disposição, os denominados blogues, porquanto é aí que pulsa o esgrimir de pessoas autênticas, responsáveis, emancipadas e conscientes, porque independentes da contrapartida publicitária, em prol do progresso, da sociedade para todos, do desenvolvimento, do conhecimento, da Liberdade, do bem-estar, da partilha, da harmonia social, seus anseios e preocupações, aspirações, criações e fantasias, seus poemas e manifestos, ensaios e apologias. Que não se fiquem somente pelos jornais e multimédia do fado português de cunha e arranjinho político, ou se limitem aos pratos feitos do pronto a engolir da frugalidade comunicativa dos enlatados diversos ou dos chouriços enchidos por composição de supermercado, infinitos folhetins da realidade à talhada servida, para entorpecer em vez de informar. Porquanto é messes blogues que podem dizer de vossa voz a dignidade que acalentam, a transparência com que exigem e a que se expõem, a honestidade e autenticidade que reivindicam, as pessoas que de verdade vos acompanham desde que nasceram, as regiões que habitam e as pessoas que as preenchem convosco, pugnam pelo seu desenvolvimento e lugar no mundo, as iniciativas que as animam, o seu quorum social, cultural, associativo, etnográfico, desportivo, paisagístico, ambiental, natural, zoológico, florestal, aquífero, climatérico, edificado, económico e valorativo que as caracteriza e torna únicas em todo o globo.
Repito: lamentavelmente, cobardemente, não me levantei e o disse, deixando-os partir sem me incomodar a aliviar a sua trágica condição existencial e problemática profissional ou cognitiva, reiterando como se mantêm num curso que quer capacitá-los a manter vivo um defunto que já fede, e que dificilmente terá lugar nos dias de hoje, porquanto o jornalismo tal como é propalado nos termos do 3=1 e do 5WH com corcunda de Quasimodo, já deu o que tinha a dar, está nas vascas da agonia e insustentabilidade, e anda a tirar macacos do nariz para moldar bonecos de entretenimento – se o quer conseguir, e mesmo esses já ninguém nota. Fiz mal. Fui péssimo exemplo, até para mim próprio, que nunca costumo envergonhar-me de nada daquilo que, nem tenho porquê envergonhar-me. E admito que foi daí que a consciência se me turvou, comprometeu e ganhei este jeito exasperado de cronicar. Portanto, e para me redimir, como em reconhecida memória daqueles sentenciosos e valorosos críticos, desinfestados e descomprometidos, porém imberbes nas lides da tarimba, aqui o faço agora, o que, não sendo a mesma coisa, mais adiantando que quem quer ver longe há-de mirar de perto ou, no vice-versa igualmente verdadeiro, só se vê bem o que temos por perto quando o observarmos com distanciamento. Porque é na bloguice apagada dos lugares recônditos que a vida germina com redobrada pujança e gana, que se pode e é dado a conhecer o país real, distrito a distrito, concelho a concelho, freguesia a freguesia, lugar a lugar, como espelho sem inversões nem hipotéticas virtualidades, nas suas escolas, associações, herdades e cooperativas, tascas e cafés, grupos culturais, de teatro, folclóricos, musicais, colectividades desportivas e recreativas, de bairro ou de rua, no esplendor da sua actividade e dinamismo, projecção e participação voluntariosa, reafirmando irreverentemente que Lisboa, Porto e Coimbra são marketing mas o resto é Portugal. Pois é no conjunto desses veículos de comunicação, Fórmulas 1 da modernidade, que o povo português vai cimentando a sua História, iludindo o anonimato e atrofismo, a interioridade e subdesenvolvimento, metódica e humildemente, mas certos de quanto estão a dar conta da verdadeira portugalidade, reforçando a nossa identidade, inconfundível como indestrutível se manifesta por irrevogável, sem a bestialidade das mentirinhas intencionais corporativistas e do discurso do burro-coça-o-burro usual e costumeiro pelos veterano do gagaísmo local, batalhões de resistentes da cosa nostra fomentadora do terrorismo urbano em demanda do anúncio prometido, e demais agremiações estruturantes do Estado Novo salazarista pós-Salazar, disseminado por marcelos e sousas esforçados mais do que permitia a sensatez humana, a honestidade intelectual e a abertura de espírito.
Ou seja, para vós, a quem infantilmente deixei partir numa tarde de Primavera, sem manifestar a minha concordância e admiração, aqui registo agora o meu grande OBRIGADO pela lição que me deram, pelo voyeurismo mental que me autorizaram e pela crónica que me sugeriram. Gracias tantas!

5.19.2009

















FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN
23 24 Maio 2009 Sábado e Domingo 09h30 às 18h00 Edifício Sede

23 de Maio, Sábado
09h30
Aud.2
Carlos Marques da Silva: Darwin geólogo e o paradoxo da biodiversidade
Lotação limitada Entrada gratuita









Sala 2
Jardim
Ana Bígio Sara Simões Pedro Salgado: Ilustração científica: 5 séculos de ilustração científica









Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
J.P. Granadeiro, P. Marques:
À procura de aves no jardim
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
10h30


Jardim
J.P. Granadeiro, P. Marques:
À procura de aves no jardim

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
11h00
Jardim
Miguel Barros: Pardais ao ninho
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita



Aud. 2
Silvia Mateus (soprano), Nuno Vieira de Almeida (piano): Música que a Evolução Inspirou


Preço:2€


Sala 4
J. Leal, I. Marques, P. Almeida, R. Alves, F. Cadete: Detectives do DNA









Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
11h30
Aud. 3
Grupo de Teatro A Barraca: O Professor de Darwin










Preço:2€
12h00
Sala 2
Bruno Ribeiro: Fósseis para todos










Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Jardim
Francisco Branco: Evolução no Jardim
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
12h30
Aud. 2
José A. Feijó: Tudo quanto sempre quis saber acerca do sexo (em plantas)










Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 1
António Frias Martins: E se Darwin voltasse agora… aos Açores?

Lotação limitada Entrada gratuita
12h30





Jardim
Miguel Barros: Pardais ao Ninho
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
13h00
Aud. 3
Amândio Pinheiro: Conferência de um Macaco




Preço:2€





13h30
Sala 2
S. Garcês, J. Azevedo, S. Braga, M.R. Dionísio
Diagnosticando Darwin: Dr. House visita Down House




Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
14h00





Aud. 2
Rui Oliveira: As Hormonas e o que nós somos




Lotação limitada Entrada gratuita

Aud. 3
Grupo de Teatro A Barraca: O Professor de Darwin




Preço:2€

Sala 1
Rui Costa: O nosso cérebro e o comportamento





Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 4
J .Leal, I. Marques, P. Almeida, R. Alves, F. Cadete: Detectives do DNA









Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
14h30
Jardim
Miguel Barros: Pardais ao ninho




Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita





15h00
Sala 2
Paulo Fonseca: Como se faz uma montanha




Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita





15h30
Aud. 2
Eugénia Cunha: O que os ossos têm para nos dizer









Lotação limitada Entrada gratuita

Aud.3
Grupo Teatro FCUL- A. Branco: Eu (a natureza é a natureza)









Estreia nacional Preço:2€

Sala 1
Élio Sucena: A evolução da forma: de Darwin ao DNA









Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 4
Rui Oliveira (e outros): As partidas que o cérebro nos prega









Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Jardim
J.P. Granadeiro, P. Marques: À procura de aves no jardim
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
17h00
Aud. 2
Mark Stoneking: A Evolução Humana: uma Perspectiva Molecular









Entrada livre









24 de Maio, Domingo
09h30
Aud.2
Élio Sucena: A evolução da forma: de Darwin ao DNA









Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 2
Ana Bígio, Sara Simões, Pedro Salgado: Ilustração Científica: Desenho de Campo
(Projecto Grupo do Risco)

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita


Sala 4
S. Garcês, J. Azevedo, S. Braga, M.R. Dionísio: Diagnosticando Darwin: Dr. House visita Down House
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Jardim
J. P. Granadeiro, P. Marques: À procura de aves no jardim
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita










10h30

J.P. Granadeiro, P. Marques: À procura de aves no jardim
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
11h00


Jardim
Miguel Barros: Pardais ao ninho

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Aud.2
Silvia Mateus (soprano), Nuno Vieira de Almeida (piano): Música que a Evolução Inspirou

Preço: 2€

Sala 1
José A. Feijó: Tudo quanto sempre quis saber acerca do sexo (em plantas)

Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 4
J. Leal, I. Marques, P. Almeida, R. Alves, F. Cadete: Detectives do DNA

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita


11h30
Aud. 3
Grupo de Teatro A Barraca: O Professor de Darwin

Preço: 2€


12h00
Jardim
Francisco Branco: Evolução no jardim
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita


12h30
Aud. 2
Ana Leonor Pereira: As revoluções de Darwin

Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 1
Eugénia Cunha: O que os ossos têm para nos dizer

Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 2
Paulo Fonseca: Como se faz uma montanha

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 4
Bruno Ribeiro: Fósseis para todos

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Jardim
Miguel Barros: Pardais ao ninho
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita


13h00
Aud. 3
Amândio Pinheiro: Conferência de um Macaco

Preço: 2€


14h00
Aud. 2
António Frias Martins: E se Darwin voltasse agora … aos Açores?

Lotação limitada Entrada gratuita

Aud. 3
Grupo de Teatro A Barraca: O Professor de Darwin

Preço:2€

Sala 1
Carlos Marques da Silva: Darwin geólogo e o paradoxo da biodiversidade

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 2
Jardim
André Levy / Raquel Barata: Com Darwin, de Jardim em Jardim

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

5.09.2009



LANÇAMENTO DO LIVRO:

Eu Mulher de Mim – Em Lisboa, além Tejo e todo o Mundo
da autoria de Carmo Miranda Machado


Data e Local: 9 de Maio às 19.00 horas
Junta de Freguesia de Vale de Vargo – Salão Polivalente

5.06.2009






EUROPEAN SOLAR DAYS EM QUARTEIRA - 13 a 17 de Maio de 2009




Expo Energias Renováveis & Mobilidade Sustentável 2009

De 13 a 17 de Maio de 2009, estará patente na Praça do Mar, em Quarteira, a Expo Energias Renováveis e Mobilidade Sustentável 2009.
Neste 3º ano em que se realiza em Quarteira, esta exposição está integrada nas Comemorações Europeias dos Dias do Sol (European Solar Days). Tal não é de estranhar porquanto em 2007 a Junta de Freguesia de Quarteira organizou um almoço para 700 pessoas inteiramente feito em fornos solares, e em 2008 estiveram presentes neste certame, para além das outras entidades públicas e privadas, nada mais, nada menos do que 11 empresas de energias renováveis, com os seus equipamentos todos a funcionar e a serem medidas as respectivas temperaturas, coisa muito raramente vista neste país abençoado pelo Sol.
O que torna esta exposição diferente é o facto de nela só poderem participar entidades empenhadas na protecção ambiental, bem como empresas de energias renováveis, e mobilidade sustentável e de divulgação de energias mais limpas que ajudem Portugal a abandonar a nossa fatídica dependência petrolífera, e a atingir os objectivos de Quioto.

Na Expo Energias Renováveis e Mobilidade Sustentável 2009 estarão também presentes todos os veículos amigos do ambiente á venda em Portugal, tais como automóveis eléctricos, eléctricos e solares, híbridos / bifuel, biodiesel, hidrogénio, scooters eléctricas, bicicletas eléctricas, segways, velocruisers, easy glyders entre outros.

Em especial destaque neste certame, será feita a apresentação nacional do primeiro automóvel eléctrico inteiramente construído em Portugal, o FUTI F6, construído em Leiria e que já tinha ganho o Algarve Green Vehicle Challenge em 2006, e 2007 então na classe dos protótipos eléctricos. Agora finalmente o pequeno carro português já pode ser adquirido para circular na via pública, com a vantagem de nunca mais ter de ir a uma bomba de combustível, pois é recarregado na nossa casa, numa qualquer tomada eléctrica convencional tal e qual como o nosso telemóvel, e gasta até menos electricidade do que muitos electrodomésticos, para fazer cerca de 90 Kms com duas pessoas!

Com a particularidade de ser uma exposição de entrada livre, em que se pode ver e perceber como funcionam todos os equipamentos à venda em Portugal para aproveitamento das energias renováveis (energia solar térmica, e fotovoltaica, eólica, geotérmica) e que podem actualmente ser instalados nas nossas casas em proveito do ambiente e da carteira, esta Expo Energias Renováveis e Mobilidade Sustentável 2009 tem ainda muitos outros pontos de interesse, como por exemplo bombas eléctricas e caldeiras extremamente eficientes do ponto de vista energético para complementar da melhor forma os equipamentos de energias renováveis.
Realizar-se-ão vários workshops com reutilização de materiais, com a presença de dezenas de escolas ao longo dos dias, e estarão em exibição ao longo de todo o certame numerosas sessões de cinema “Cine-Eco”.

Assim, as Comemorações do Dia da Cidade de Quarteira (13 de Maio de 2009), serão mais uma vez feitas em ambiente de festa, este ano também com a inauguração do novo Centro Autárquico, e com um concerto de Tony Carreira (dia 13 de Maio, às 21.30h).
No dia 14 de Maio realizar-se-à um Seminário na Galeria da Praça do Mar, das 14:30h às 18:00h, organizado pelo NAMB (Núcleo de Ambiente da Universidade do Algarve) intitulado “ENERGIAS RENOVÁVEIS E SOLUÇÕES DE MOBILIDADE SUSTENTADA PARA O ALGARVE”.
No dia 16, das 11h às 12h realizar-se-á uma acção de limpeza da Foz do Almargem com voluntários, e no dia 17 da parte da tarde, a seguir ao almoço solar oferecido a todos os expositores e colaboradores neste evento, será feito um desfile histórico com veículos a desfilar, desde os mais antigos até aos do presente / futuro mais amigos do ambiente.

De entre as muitas entidades presentes na exposição, destacam-se a REFRISUN, ENAT, SOLAR ONE, SOLAR PROJECT, MENDONÇA INOVAÇÕES, JORO, TECACLIMA, SERVITRIFF, HOME ENERGY, EMMAX (Scooters Eléctricas), HONDA CHRYSLER (MS CAR, Automóveis híbridos e a bi-fuel), MEGASPORT (Bicicletes e Patinetes Eléctricos), ALGAR, FUTI(Automóveis Eléctricos), MEGA (Automóveis Eléctricos), SEGWAY, Liberty Seguros, HIDROPURA, entre outras.

A Junta de Freguesia de Quarteira, em conjugação com a Câmara Municipal de Loulé, e com a colaboração da ALGAR, APISOLAR, e o site
www.algarverenovavel.com são os grandes impulsionadores desta exposição que merece ser visitada por todos de 13 a 17 de Maio de 2009 em Quarteira.

EXPO AMBIENTE E ENERGIAS RENOVÁVEIS – 13-17 Maio 2009 Quarteira

PROGRAMA
13 de Maio 2009, Quarta
DIA DA CIDADE DE QUARTEIRA

9:30 - 10:00 Hastear da Bandeira seguida de sessão solene comemorativa da Elevação de Quarteira a Cidade
10:30 Inauguração do Centro Autárquico de Quarteira
11:00 Prova de Atletismo
15:00 Inauguração da Expo Ambiente & Energias Renováveis 2009 (Praça do Mar)
11:00-23:00 (ao longo de todo o dia) Transmissão de filmes de educação ambiental CINE-ECO (INATEL) na sala da Praça do Mar
Demonstrações de diferentes equipamentos de aproveitamento de energias renováveis (energia solar térmica, fotovoltaica, e eólica)
Demonstrações de funcionamento de pilhas de combustível (SRE - Soluções Racionais de Energia)
Sessões de divulgação de Boas Práticas Ambientais (Associações de Defesa do Ambiente QUERCUS, e ALMARGEM e ALPORTEL)
Explicação do processo de Recolha, Reciclagem e Reutilização de Resíduos (ALGAR)
Explicação do processo de Recuperação de Baterias
Exposição e demonstração de utilização de Veículos Amigos do Ambiente
Utilização de Hidrogénio em veículos Automóveis convencionais (HIDROGENPOWER)
21:30-23:00 Concerto Tony Carreira


14 de Maio 2009, Quinta

11:00 - 14:00 Sessão de educação ambiental/Workshop de construção e utilização de Fornos Solares (almoço solar)

14:30- 18:00 Ciclo de Conferências “Energias Renováveis e Soluções de Mobilidade Sustentada para o Algarve” (Auditório da Praça do Mar - Quarteira)
14:30h – Sessão de abertura
15:00h – Aplicação das Energias Renováveis no Projecto Térmico de Edifícios Públicos – Prof. Eusébio da Conceição (UAlg)
15:20h – História dos Fornos Solares em Portugal – Prof. Júlio Piscarreta (TÁSOL)
15:40h – Fuell Cells e suas aplicações – Prof. Campos Rodrigues (SRE - Soluções Racionais de Energia, SA)
16:00h – Energia Solar Térmica em Portugal - História, Tendências e Perspectivas - Sr. José do Serro (GENITERMICA)
16:20h – Cofee Break
16:40h – Utilização de Biogás em aterros – Eng. Valter Ferreira (ALGAR)
17:00h – Passado, Presente e Futuro dos Veículos Eléctricos – Dr. António José Brito (www.algarverenovavel.com)
17:20h – Educação Ambiental da ECOTECA de Olhão – Dr.ª Fátima Monteiro (ECOTECA)
18:00h – Encerramento

11:00-23:00 (ao longo de todo o dia) Transmissão de filmes de educação ambiental CINE-ECO (INATEL) na sala da Praça do Mar
Demonstrações de diferentes equipamentos de aproveitamento de energias renováveis (energia solar térmica, fotovoltaica, e eólica)
Demonstrações de funcionamento de pilhas de combustível (SRE - Soluções Racionais de Energia)
Sessões de divulgação de Boas Práticas Ambientais (Associações de Defesa do Ambiente QUERCUS, e ALMARGEM e ALPORTEL)
Explicação do processo de Recolha, Reciclagem e Reutilização de Resíduos (ALGAR)
Explicação do processo de Recuperação de Baterias
Exposição e demonstração de utilização de Veículos Amigos do Ambiente
Utilização de Hidrogénio em veículos Automóveis convencionais (HIDROGENPOWER)
21:30-22:30 Encontros Comsumo - Gestão de Condomínios - DECO (Auditório da Praça do Mar)

Dia 15 de Maio 2009, Sexta

11:00 - 14:00 Sessão de educação ambiental/Workshop de construção e utilização de Fornos Solares (almoço solar)
11:00-23:00 (ao longo de todo o dia) Transmissão de filmes de educação ambiental CINE-ECO (INATEL) na sala da Praça do Mar
Demonstrações de diferentes equipamentos de aproveitamento de energias renováveis (energia solar térmica, fotovoltaica, e eólica)
Demonstrações de funcionamento de pilhas de combustível (SRE - Soluções Racionais de Energia)
Sessões de divulgação de Boas Práticas Ambientais (Associações de Defesa do Ambiente QUERCUS, e ALMARGEM e ALPORTEL)
Explicação do processo de Recolha, Reciclagem e Reutilização de Resíduos (ALGAR)
Explicação do processo de Recuperação de Baterias
Exposição e demonstração de utilização de Veículos Amigos do Ambiente
Utilização de Hidrogénio em veículos Automóveis convencionais (HIDROGENPOWER)
21:30-22:30 Actuação da Orquestra de Guitarras de Loulé (junto á Galeria da Praça do Mar)

Dia 16 de Maio 2009, Sábado

10:00-11:00 - Acções de limpeza da Foz do Almargem com voluntariado
11:00 - 14:00 Exposição e utilização de Fornos Solares (almoço solar)
11:00-23:00 (ao longo de todo o dia) Transmissão de filmes de educação ambiental CINE-ECO (INATEL) na sala da Praça do Mar
Demonstrações de diferentes equipamentos de aproveitamento de energias renováveis (energia solar térmica, fotovoltaica, e eólica)
Demonstrações de funcionamento de pilhas de combustível (SRE - Soluções Racionais de Energia)
Sessões de divulgação de Boas Práticas Ambientais (Associações de Defesa do Ambiente QUERCUS, e ALMARGEM e ALPORTEL)
Explicação do processo de Recolha, Reciclagem e Reutilização de Resíduos (ALGAR)
Explicação do processo de Recuperação de Baterias
Exposição e demonstração de utilização de Veículos Amigos do Ambiente
Utilização de Hidrogénio em veículos Automóveis convencionais (HIDROGENPOWER)
21:30-22:30 Actuação do Rancho Folclórico Juvenil de Loulé (junto á Galeria da Praça do Mar)

Dia 17 de Maio, Domingo

10:00-11:00 – Prova de Ciclismo
11:00 -14:00 Exposição e utilização de Fornos Solares (almoço solar)
11:00 H-15:00 Exposição de Veículos Amigos do Ambiente e de Veículos Antigos (Av. Infante Sagres)
13:30 H Almoço Solar em Quarteira
15:00 H Desfile dos veículos ecológicos do futuro (retrospectiva histórica do passado ao futuro) (Av. Infante Sagres)
11:00-23:00 (ao longo de todo o dia) Transmissão de filmes de educação ambiental CINE-ECO (INATEL) na sala da Praça do Mar
Demonstrações de diferentes equipamentos de aproveitamento de energias renováveis (energia solar térmica, fotovoltaica, e eólica)
Demonstrações de funcionamento de pilhas de combustível (SRE - Soluções Racionais de Energia)
Sessões de divulgação de Boas Práticas Ambientais (Associações de Defesa do Ambiente QUERCUS, e ALMARGEM e ALPORTEL)
Explicação do processo de Recolha, Reciclagem e Reutilização de Resíduos (ALGAR)
Explicação do processo de Recuperação de Baterias
Exposição e demonstração de utilização de Veículos Amigos do Ambiente
Utilização de Hidrogénio em veículos Automóveis convencionais (HIDROGENPOWER)

Mais informações em http://www.algarverenovavel.com/ ou através do Tel. 964144312

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