1.07.2017

MAL ME QUER, BEM ME QUER




BEM ME QUER, MAL ME QUER

Sufixo germinável, o ramo
O galho, esse em que pousaste
No último dia do velho ano
Quando – e por bem! – achaste
Ouvir o cante com que te chamo
Onde o vento, pelo caminho,
A varrer, cumprindo tradição, 
Escolheu como seu destino
Entrançar, raminho a raminho, 
Uma espécie de ninho
Para acolher o coração... 

Talvez o nosso, que é tão maior
Do que o órgão de cada qual, 
E por cujo compasso abre a flor
Pétalas em binário (digital). 

Joaquim Maria Castanho

La vida es un tango y el que no baila es un tonto

La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu

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