4.15.2018

AO SABOR DOS SONETOS...




SONETO COM SABOR


Esticou-se o malandro na labuta
Que a refrega trazia obrigações, 
Qu’o mais nobre dos nobres também luta
Plo seu quinhão entre tantos comilões. 

Se foi carimbado prà dita conduta
Todas e todos conhecem suas razões, 
Pois nesse dia nem sequer comeu fruta
Por ter medo de se borrar nos calções. 

Muito se susteve, tanto se segurou
Que ainda hoje lê, pensa, e escreve
Com as letras tintas e brancas que ganhou –
Tudo gorduras puras, sãs e cristalinas
Tal qual demais meninos e meninas. 

Joaquim Maria Castanho
(Excerto de foto de Cesaltina Miranda)

La vida es un tango y el que no baila es un tonto

La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu

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