5.24.2012

PARA UMA CIÊNCIA ABERTA


PARA UMA CIÊNCIA ABERTA




Sinopse

Este é um livro sobre como se faz ciência em Portugal e onde se analisa essa forma de fazer ciência em comparação com os restantes países Europeus. Neste livro procura-se compreender o que diferencia a investigação em matemáticas ou física da história e economia, ou entre a química e a medicina e a sociologia e o direito. Essa análise é feita a partir dos novos paradigmas abertos de fazer ciência num contexto informacional.
Debate-se assim o que é hoje a Ciência Aberta, mudança de paradigma científico ou de paradigma de investigação? É a Ciência Aberta um novo movimento social ou uma mera partilha de práticas? E é a ciência praticada em Portugal diferente da praticada em outros contextos europeus? Estas são algumas das perguntas a que se procura responder, ao mesmo tempo que se tenta propor uma definição de Ciência Aberta assente na adoção de processos de abertura na publicação completa, franca e rápida, na ausência de restrições relativas a propriedade intelectual e na transparência, radicalmente aumentada, em fases de pré e pós-publicação, de dados, instrumentos, software, atividades e decisões dentro dos grupos de investigação.

Sobre os autores

Gustavo Cardoso é professor de Media e Sociedade no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa e investigador do CIES-IUL.
Pedro Jacobetty é mestre pelo ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa e doutorando no Internet Interdisciplinary Institute da Universitat Oberta de Catalunya (IN3-UOC).
Alexandra Duarte é mestre em Sociologia e doutoranda em Políticas Públicas pelo ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa.

Sobre a Mundos Sociais

Mundos Sociais é a nova editora, que vem preencher no mercado português um vazio que se fazia sentir na divulgação científica, assumindo como vocação a publicação de trabalhos científicos de alta qualidade desenvolvidos nas áreas da sociologia, ciência política e outras ciências sociais. Criada pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES), do ISCTE-IUL, a editora é dirigida por Fernando Luís Machado (Diretor) e por Renato Miguel do Carmo (Diretor-adjunto).

Mais informações em www.mundossociais.com  |  www.cies.iscte-iul.pt


PARA UMA CIÊNCIA ABERTA

Neste livro os autores procuram contribuir para responder a um dos desafios contemporâneos da ciência: como delinear os contornos de novas formas “abertas” de fazer ciência. Este é um trabalho onde se questiona a ciência praticada no século XX à luz das novas práticas científicas, num contexto de transformação social mais alargado: a emergência da sociedade em rede e o despontar de uma ciência de base informacional.
As tendências identificadas constituem contributos para a compreensão do que será e como será o funcionamento da ciência no séc. XXI. Os autores sugerem que a partilha formal e informal de conhecimento científico nas redes digitais adquire já hoje uma expressão considerável junto dos profissionais da ciência, e que o enquadramento institucional do trabalho científico parece estar a mudar para incluir mecanismos de incentivo a essas práticas. Debate-se assim o que é hoje a Ciência Aberta, mudança de paradigma científico ou de paradigma de investigação? É a Ciência Aberta um novo movimento social ou uma mera partilha de práticas? E é a ciência praticada em Portugal diferente da praticada em outros contextos europeus? Estas são algumas das perguntas a que se procura responder, ao mesmo tempo que se tenta propor uma definição de Ciência Aberta assente na adoção de processos de abertura na publicação completa, franca e rápida, na ausência de restrições relativas a propriedade intelectual e na transparência, radicalmente aumentada, em fases de pré e pós-publicação, de dados, instrumentos, software, atividades e decisões dentro dos grupos de investigação.

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