12.10.2003

Olá, amigo Castanho:

Como não posso estar presente no dia 10 na comunidade de leitores, junto envio uma cópia das páginas 22 e 23 de "Viver para Contá-la"de G. G. Márquez, numa tradução de Maria do C. Abreu e edição do Círculo de Leitores em 2003.
O autor narra neste primeiro capítulo desta obra auto-biográfica a sua viagem a Aracataca, sua terra natal, com a sua mãe que quer vender a casa de família. É, também, uma viagem a memoria, da infancia nessa casa, e, em geral, da historia da própria família, que apresenta diversas semelhanças com o romance "Cem Anos de Solidão".
Assim é o caso do massacre dos trabalhadores da companhia bananeira na praça central, que terá causado três mil mortos.
Fica, também, esta consideração para o dia da cidadania, de uma altura em que os direitos dos cidadaos, aparentemente, não existiam, nem mesmo o direito à vida e à dignidade do trabalho.
Abracos,

Joao Paulo

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La vida es un tango y el que no baila es un tonto

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Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

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