12.10.2003

OFERENDA



Ler é compreender; e compreender é criar.

Albert Camus





Talvez que escrever um livro seja pouco!...

Quem sabe?! Mas lê-lo é muito mais

Se a cada momento de soletrar rouco

O leitor, o escritor e o homem se tornarem iguais.





Em si próprios, perto da aventura,

Rés da esperança, filhos de si mesmos;

Sem pais –

Numa orfandade que não perdura

Mais

Que o ínfimo momento em que nos esquecemos

Que somos fulanos tai$!...





Ou belos, ou feios, ou reais.

Ou assim, ou assado e frito,

Mas que a cada sentimento nos damos fiéis

Sem saber como nem porquê,

Como se fosse cada um que lê

Aquele que o tivera escrito!



(Nota: Este poema e muitos mais podem ser lidos e/ou copiados/impressos, na página www.gatomontez.no.sapo.pt que é igualmente um "sítio" dos nossos Leitores. Quem sabe se aí se encontrarão novas versões de histórias muito antigas!... Quem sabe?!)

Sem comentários:

La vida es un tango y el que no baila es un tonto

La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu

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