9.12.2016

TEMPO SEM FIM




TEMPO SEM FIM 

Ainda tenho o olhar preso
Na trança de teu cabelo, 
Mar rematado mas ileso
Onde naufrago por vê-lo.
Ainda escuto a tua voz
Nesse instante d’atenção, 
Por cujo tom ecoam em nós
Címbalos de magia e condão. 
Ainda agora fosse ainda
Meu olhar nascido em ti, 
E já era elo que não finda
Preso à trança em que o vi. 

Que ainda é tempo sem fim; 
Começa assim que te vejo
Prà’cabar depois de mim… 
– E rimas deste versejo! 

Joaquim Maria Castanho 
(Foto: Imagens Google) 

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La vida es un tango y el que no baila es un tonto

La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu

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