8.30.2016

OLÁ, AMIGA!




OLÁ, AMIGA!

Procuro-te como um cego
E não te encontro; todavia, 
Só a mim mesmo eu renego
Ante a desfaçatez do dia. 
Procuro-te, e à luz entrego
Toda a ânsia e melancolia, 
Que nunca nego, colo e prego
Nas costas doídas da poesia. 
Ela e tu são meu supremo bem; 
Destrinça entre ambas não há. 
A Ela motivas, mas és pra quem
A escrevo, ou sinto, ou digo. 

Procuro-te. E onde quer que vá
Contigo vou e só por ti (sigo!)

Joaquim Maria Castanho

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Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

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Também pode alcançar o céu

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