Convite para partilhar caminhos de leitura e uma abertura para os mundos virtuais e virtuososos da escrita sem rede nem receios de censura. Ah, e não esquecer que os e-mails de serviço são osverdes.ptg@gmail.com ou castanhoster@gmail.com FORÇA!!! Digam de vossa justiça!
4.13.2018
4.10.2018
PRECARIEDADE E POBREZA FRANCISCANA...
633 ANOS DEPOIS...
E À PRECARIEDADE FRANCISCANA
E não há três sem quatro
Coisa que o povo não diz
Mas devia, por ser farto
No parco ajuizar sem juiz,
Gizar sem giz nem quadro
Torcer o nariz, e franzir
O sobrolho, sem confiança
Ou recear e ver traduzir
Seu pedir com’uma dança…
De ora vira para aqui
De ora vira para ali,
De ora vai e ora leva
De ora leva e ora vai,
Duma gente que é serva
Mas logo que não servir – cai.
Cai dessas estatísticas
Das boas pessoas capazes
Pra entrar pràs estatísticas
Das violetas e dos lilases,
Ou das flores tão malquistas
Que não prestam prós fascistas
Empresários e doutores
Funcionários e senhores
Sejam patrões ou comunistas!
Joaquim Maria Castanho
4.09.2018
4.08.2018
Sr. SUPERLATIVO
O Sr. SUPERLATIVO
Eu sei que é falta de educação escutar as conversas alheias, ainda que não sejam íntimas. Porém, estando sem nada mais que fazer num dos bancos do Jardim Avenida, em Casal Parado, eis que não pude evitar ouvir o que, um casal se dizia mutuamente, e certamente seria apenas um simples fragmento de conversa maior, onde residiriam as respostas que à minha curiosidade se impunham:
– Mas eu sou um substantivo superlativo abstrato... – afirmava ele, convito, de farta cabeleira em encaracolado castanho-escuro, calças de ganga rasgadas (propositadamente) aqui e ali, para arejar a cueca, ténis de marcha, polo cinzento e kispo esverdeado.
– Substantivo superlativo abstrato... Hhhhuummm! Isso não existe – sublinhou, perentória, ela, também nova, a flanar num vestido de chita em xadrez largo, com tonalidades de azul, dourado, creme e castanho-terra, sapatos mocassins quase pretos e cabelos compridos, ondeados e soltos, em louro-palha.
– Não?!? – admirou-se ele. – Como assim? É um sacrilégio...
– É? Porquê...
– Porque deveria existir, pois é isso mesmo que eu sou –, justificou-se. – É preciso, é urgente, é imprescindível inventá-lo. E quanto antes, uma vez que estou em perigo de extinção por falta de identidade.
– Estás? Não se nota... Mas pronto, faça-se a tua vontade. Como o vais inventar, então?
– Minto: nem é necessário inventá-lo, pois já existe. Eu sou um substantivo superlativo abstrato, o que ninguém pode negar, visto que existo, até perante ti, que crês que tal sujeito não existe, mas não podes negar que estás a conversar com ele... Ou podes?
– Não, não posso negar que estou a falar contigo. A minha dúvida é que tu sejas essa coisa que dizes ser. Como mo podes provar?
– Ora, é facílimo! Olha para mim: sou uma pessoa, de carne e osso, não sou?
– És.
– Logo, sou uma substância, um substantivo. E sou radical, como costumas muitas vezes acusar-me... Portanto, superlativo.
– Também és, é um facto. E bastante chato, por sinal...
– Por conseguinte, sou um substantivo superlativo... uma pessoa radical, embora não saiba bem exatamente em quê. Em que é que eu sou inequivocamente radical...
– Pois não. Até acho que além de não saberes em quê, nem porquê, as mais vezes julgo que és mas é um tonto... – E deitou-lhe a língua de fora, como que a desafiá-lo a contestá-la, pela ironia.
– Tonto, ou abstrato... Querias tu dizer!
– Isso!
– Então, não restam dúvidas nenhumas de que sou um substantivo superlativo abstrato. Tu própria mo chamaste. E se chamaste, como poderei não existir? Aliás, foste tu quem me inventou.
«Chiça, que dois!», exclamei para com os meus botões. «Vão casar de certeza, pois se forem sempre assim, como se observa na amostra, vão ter conversa prà vida inteira, que é o principal item para a felicidade dos casais: nunca se calarem seja pelo que for. E quem chega a conclusões destas, tenho para mim, que há de conseguir falar seja a propósito do que for.» – Pensamento esse que me obrigou a abstrair-me dele e dela, claro está...
Joaquim Maria Castanho,
in CALEIDOSCÓPIO CIRCUNSTANTE
(Página 45)
4.05.2018
DO MITO
DO MITO
Rotundo é o mito, circular
Como um grito a chegar,
Onde rodopia na secreta via
Do rodar.
E dessa chave, renascido enclave
Istmo consequente,
Voa sempre outra nave
Que lhe promove o significado
Preciso e confluente,
Dando-lhe aqui o sentido
Aceitado, pronto e assumido
Que ganhara noutro lado.
Joaquim Maria Castanho
4.04.2018
VIAGEM DE VÉSPERA
VIAGEM DE VÉSPERA
Obliterado plo óbvio ativo
De ser outro para além de si,
Quem se busca fá-lo sem ter motivo
Mas por inquietude sentida aqui
E agora a que sucumbe e explora
Quando ri, como quando chora
E empresta seu desvalido estar…
Podia ser o partir sem sequer sair
Todavia, prefere ser esse emergir
Que é ficar mas só há no imaginar.
Joaquim Maria Castanho
4.02.2018
PEDIDO DE EXÍLIO
138.
SOBRE A FLORIDA PLANÍCIE, A LUSOFONIA
Há um poema que não digo
Mas nunca esqueço;
Há um poema onde soletro
Por que estremeço
Me persegue s’o persigo
Mudo, circunspeto
Até que ecluda, por fim
Polvilhando searas
De prosas (em assíndeto)
Como faúlhas, aparas
Que são estilhaços de mim.
É mel vertical que transluz
Ao diluir-se em cor,
Portal d’anseio que transpus
Em espigas d’amor,
Prà farinha dessoutro pão
Qu’é o nome de cada flor.
Joaquim Maria Castanho
136.
A COLETORA
As estações expiram sem ais.
Às vezes, ditam-me os caminhos;
Outras, dizem-me por onde vais
Apenas, e só, pra te encontrar
E ver, que as manhãs, se serenas
Imitam o teu modo de andar,
De pisar chão, apurar-lh’o tato
Que nem cada pé fosse outra mão
A aflorar pedras, flores e mato.
Se são muralhas, sobem-nas, então
Se rosas, não evitam espinhos;
Se alecrim, carqueja, ‘piricão
Silvas – usam-no para infusão!
Joaquim Maria Castanho
135.
Sei que exilar-me de mim é urgente
– Nada corrobora esta quietude:
Fico ensimesmado, se entre gente
Só a pensar-te, na mesma atitude
De quando isolado, ou sozinho,
Me perco entre as paredes da casa
Ou vagueio por qualquer caminho,
Divagando com a cabeça em brasa.
E se o constato, por tão evidente
Também lhe reconheço outra virtude:
A de ficar a saber que o carinho
É uma pátria suprema, querida,
Onde os beijos edificam o ninho
– E o pedir… Qualidade de vida!
Joaquim Maria Castanho
SOBRE A FLORIDA PLANÍCIE, A LUSOFONIA
Há um poema que não digo
Mas nunca esqueço;
Há um poema onde soletro
Por que estremeço
Me persegue s’o persigo
Mudo, circunspeto
Até que ecluda, por fim
Polvilhando searas
De prosas (em assíndeto)
Como faúlhas, aparas
Que são estilhaços de mim.
É mel vertical que transluz
Ao diluir-se em cor,
Portal d’anseio que transpus
Em espigas d’amor,
Prà farinha dessoutro pão
Qu’é o nome de cada flor.
Joaquim Maria Castanho
136.
A COLETORA
As estações expiram sem ais.
Às vezes, ditam-me os caminhos;
Outras, dizem-me por onde vais
Apenas, e só, pra te encontrar
E ver, que as manhãs, se serenas
Imitam o teu modo de andar,
De pisar chão, apurar-lh’o tato
Que nem cada pé fosse outra mão
A aflorar pedras, flores e mato.
Se são muralhas, sobem-nas, então
Se rosas, não evitam espinhos;
Se alecrim, carqueja, ‘piricão
Silvas – usam-no para infusão!
Joaquim Maria Castanho
135.
PEDIDO DE EXÍLIO
Sei que exilar-me de mim é urgente
– Nada corrobora esta quietude:
Fico ensimesmado, se entre gente
Só a pensar-te, na mesma atitude
De quando isolado, ou sozinho,
Me perco entre as paredes da casa
Ou vagueio por qualquer caminho,
Divagando com a cabeça em brasa.
E se o constato, por tão evidente
Também lhe reconheço outra virtude:
A de ficar a saber que o carinho
É uma pátria suprema, querida,
Onde os beijos edificam o ninho
– E o pedir… Qualidade de vida!
Joaquim Maria Castanho
A COLETORA
136.
A COLETORA
As estações expiram sem ais.
Às vezes, ditam-me os caminhos;
Outras, dizem-me por onde vais
Apenas, e só, pra te encontrar
E ver, que as manhãs, se serenas
Imitam o teu modo de andar,
De pisar chão, apurar-lh’o tato
Que nem cada pé fosse outra mão
A aflorar pedras, flores e mato.
Se são muralhas, sobem-nas, então
Se rosas, não evitam espinhos;
Se alecrim, carqueja, ‘piricão
Silvas – usam-no para infusão!
Joaquim Maria Castanho
SOBRE A PLANÍCIE, A LUSOFONIA
138.
SOBRE A FLORIDA PLANÍCIE, A LUSOFONIA
Há um poema que não digo
Mas nunca esqueço;
Há um poema onde soletro
Por que estremeço
Me persegue s’o persigo
Mudo, circunspeto
Até que ecluda, por fim
Polvilhando searas
De prosas (em assíndeto)
Como faúlhas, aparas
Que são estilhaços de mim.
É mel vertical que transluz
Ao diluir-se em cor,
Portal d’anseio que transpus
Em espigas d’amor,
Prà farinha dessoutro pão
Qu’é o nome de cada flor.
Joaquim Maria Castanho
3.31.2018
PARTILHA E BIPARTIÇÃO
HUMILDE BIPARTILHAÇÃO
É neste poema que aposto
Todas as fichas que possuo...
Se ganhar, só ganho um gosto;
Se não ganhar, sequer amuo.
O crédito fica pra depois
– Quando um dia eu precisar! –
Se não der para partir em dois,
Tal a célula ao procriar.
Então, vistos os poemas assim,
Neste investir sem arriscar,
Creio que trabalho só pra mim
– Sem a poesia nada ganhar.
Joaquim Maria Castanho
3.30.2018
DO PORQUE SIM AO PORQUE NÃO, QUANTOS PASSOS VÃO?
DO PORQUE SIM AO PORQUE NÃO
Põe os olhos no exato
Sentido da palavra, raiz
Pois é ela quem de facto
A alicerça pra dizer – e diz.
Mas deixa-os escorregar
Log’a seguir, prà valeta
Para a água a depurar
E a tornar escorreita.
E então, nesse ínterim
Escuta-a só dizendo não
Somente porque não é não
– Apenas porque sim é sim.
Joaquim Maria Castanho
3.29.2018
MACIA, MEIGA E DOCE MÃO...
DOCE, MEIGA E MACIA MÃO…
Caprichou por exagero,
Exagerou por defeito,
Coisa qu’é só desespero
Quando nasce do peito.
Pois nem sempre assim é
Já todo mundo bem sabe,
Mesmo a começar por mim
– Pouco atreito ao alarde...
À promessa feita em vão
E os sinais pra iludir,
Quem concede ao coração
Mais que ele pode pedir.
Ped’afeto, ped’atenção,
Pede silêncio, carinho,
E às vezes, até a mão,
De quem o traz plo beicinho.
Joaquim Maria Castanho
3.27.2018
A POEIRINHA JAJÁ
A POEIRINHA JAJÁ
(um conto muito pequenino)
Ao certo, acerca do deserto
Apenas se dizia que um havia
Ora muito longe, ora muito perto,
Logo enorme, interminável areal
A que se ia por aqui, acoli e acolá
Se visto como coisa séria – e real,
Feito dos ditos e dos vá-que-não-vá.
Mas cada areiinha, quase poeira já
Também era granito duro, em grão
Grãoinho-inho-inho tão miudinho
Que nem dava pra um micro-micróbio,
Fosse ele louvável como opróbrio,
Fazer seu mini-mini-minúsculo ninho.
Todavia, esse deserto, ei-lo que cresceu
Se tornou imenso de tão gigantesco
Que a ONU até teve de criar a UNESCO,
Por tanta areiinha miudinha haver, poeirinha já
Assim, insigne e incivil, e ignorante quanto eu.
Joaquim Maria Castanho
3.26.2018
SOL DE PRIMAVERA
SOL DE PRIMAVERA
Nasceu já emancipada
Por ser prima muito vera…
Do verão, é madrugada
– Estrela qu’o dia espera.
Sublinhou a claridade…
Trouxe paleta de rigor,
Pra pintar pluralidade
Mas sem perder nenhuma cor.
Porque todas fazem falta
Ao planeta, se inteiro,
Mal ele se aperalta
De mago casamenteiro
Da criação, logo, tutor
À genética esmera,
Cujo brilho é só amor
Como o sol da primavera.
Joaquim Maria Castanho
3.25.2018
3.24.2018
A ESTICADELA
131. A ESTICADELA
Anda a gente ao deus-dará
Pechincha aqui, pechincha ali,
Pra respigar do quanto há
O déjà-vu do agora já vi…
Já vi no que deu o (des)gosto.
Já vi que gostar não é ter.
Já vi esse não ver que virá.
Já vi que apostar tem posto.
Já vi qu’o treze também ri.
Já vi que não estou bem a ver.
Mas como nesta minha visão
O ver nunca se justifica,
Eis-m’aproveitar a ocasião
Pra ver se o não ver s’estica.
Joaquim Maria Castanho
in REDESENHAR A VOZ, pág. CLXXVII
3.22.2018
Coisa rara, O MILAGRE!
O MILAGRE É COISA RARA
É… Ninguém mais connosco compete
Do que nós mesmos durante a vida,
Fugindo ao erro que nos repete
Aviltando, dela, a nossa lida
Antes pronunciada por atenta,
Perdendo o quanto já lucrara
Tão-só num instante dessa ilusão
Com que a esperança nos aventa
Todo o brio e juízo prò alçapão
Do falido limbo da coisa… rara!
Joaquim Maria Castanho
3.21.2018
PENSAR OU SENTIR NUNCA BASTAM...
SENTIR OU PENSAR NUNCA BASTAM...
Coisa afeta ao ser nos cremos,
Quando a noite nos consome
O que vemos, não é o que temos
Nem que sonhamos nos mata fome;
Qu’a realidade, sempre outra,
Exige constatação primeiro,
Pois o corpo não é montra
Para nenhum amor derradeiro.
De ti só sei o olhar. Ele me diz
Que não digo, raiz quadrada
Traçada a giz dessa diretriz
Que é a estrada que não sigo
Porque se temos voz, tino, fala
Sentido preciso ao querido,
Então, é fundamental usá-la
Prò afeto nos ser merecido.
Joaquim Maria Castanho
Subscrever:
Mensagens (Atom)
La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos
Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu
Arquivo do blogue
- ► 2019 (152)
- ► 2017 (160)
Links
- A Aliança
- A Cidade e as serras
- A Dobra do Grito
- A Espuma dos Dias
- A Sul
- A Vida Não É Um Sonho
- AMI
- Abrupto
- Ad-Extra
- Aldeia T
- Alentejanos de Todo o Mundo Uni-vos
- Alexandria à Gomes de cá
- Algarve Renovável
- Alguém Me Ouve
- Almocreve das Petas
- AmBio
- Amazónia
- Amigos do Botânico
- An Ordinary Girl
- Ante-Cinema
- Ao Sabor do Toque
- Astronomia 2009
- Aves de Portugal
- Azinheira Gate
- BEDE
- BIBLIOTECÁRIO DE BABEL
- Barros Bar
- Bea
- Bede
- Biblio
- BiblioWiki
- Bibliofeira
- Bibliofeira
- Biblioteca António Botto
- Biblioteca Digital
- Biblioteca Nacional
- Biblioteca Nacional Digital
- Biblioteca Nómada
- Biblioteca do IC
- Bibliotecas Portuguesas
- Bibliotecas Públicas Espanholas
- Bibliotecas-
- Bibliotecário de Babel
- Bibliotecários Sem Fronteiras
- Biodiversidade
- Biosfera
- Blog dos Profs
- Blogs em Bibliotecas
- Blogue de Letras
- Boneca de Porcelana
- Burricadas
- CEAI
- CFMC
- CIBERESCRITAS
- Cachimbo de Magritte
- Caderno de Paris
- Campo de Ideias
- Canil do daniel
- Cantinho das Aromáticas
- Canto do Leitor
- Capas
- Casa da Leitura
- Centenário da República
- Centro Nacional de Cultura
- Centro de Estudos Socialistas
- Cercal da Eira
- Ciberdúvidas
- Circos
- Citador
- Ciência Viva
- Clima 2008
- Clube de Jornalistas
- Coisas Simples e Pequenas
- Coisas da Cristina
- Coisitas do Vitorino
- Comer Peixe
- Cometas e estrelas
- Comissão Europeia Portuguesa
- Companha
- Conjugador de Verbos
- Crescer Com Saúde
- Crítica Literária
- Crónicas do Planalto
- Câmara Clara
- DAR
- Da Literatura
- Da Poesia
- Deixa Arder
- Depois do Desenvolvimento
- Devaneios
- Diagonal do Olhar
- Dias com Árvores
- Dicionário de termos Literários
- Diário da República
- Doce Mistério
- Dona Gata
- Dreams
- Ecologia Urbana
- Ecosfera
- Edit On Web
- Educação Ambiental na Net
- Ellenismos
- Ensayo Pessoa
- Escola Pública
- Escolhas de Sofia
- Escribalistas
- Espiritismo
- Estação Liberdade
- Estudio Raposa
- Eurocid
- Evolução da Espécie
- Extratexto
- Farol de Ideias
- Fauna do Cerrado
- Ferrus
- Ficção
- Floresta do Interior
- Folhas de Poesia
- Fongsoi
- Fonte de Letras
- Fotos da Natureza
- Fotos do Nick Brandt
- Fratal 67
- Frenesi
- Fundo Português do Carbono
- GOSGO
- Google News
- Governo
- Gulbenkian
- HSI
- Habitat Ecológico
- História universal
- IDP Democracia Portuguesa
- Ideotário
- Impressões Literárias
- Incrivelmente Perto
- Infografando
- Instituto Camões
- Jacques Brel
- Jornal das Freguesias
- José Saramago
- Justiça e Cidadania
- Justiça e Democracia
- Kampus de Ideias
- LER
- Leite de Pato
- Leitora Crítica
- Leoa Verde
- Linha de Pesca
- Literatura e-
- Livre Expressão
- Livros e Críticas
- Lumiarte
- Lusa
- Lusitânica
- Luso Borboletas
- Madeja de Palabras
- Malaposta
- Maldita Honey
- Manuela
- Maria Clara
- Missixty
- Movimento Perpétuo
- Movimento Rio Tinto
- Mundo Ecológico
- Mundo de Pessoa
- Mundo dos Golfinhos
- Mutações
- NICK BRANDT
- Nada Niente
- National Geographic
- Natura
- Nick Brandt
- Nobel Prize
- Notas e Apostillas
- Notícias de Castelo de Vide
- Nova Economia
- Nova Floresta
- O Bocas
- O Boomerang
- O Coiso
- O Currupião
- O Escribalista
- O Fingidor
- O Indigente
- O Janesista
- O Parcial
- O Silêncio dos Livros
- OIT
- OREE
- Objectiva Campo Maior
- Oficina de Poesia
- Olho Neles
- Omj
- Ondas 3
- Opinião Socialista
- Os Ribeirinhos
- Os Verdes
- Othersky
- POUS
- POUS Portalegre
- Palavra Criativa
- Pandora e Adrian
- Parlamento
- Parlamento Global
- Partido Pelos Animais
- Pedro Marques
- Per-Tempus
- Photo-a-Trois
- Photos e Scriptos
- Pimenta Negra
- Planeta Azul
- Planeta Azul
- Plano Nacional de Leitura
- Podolatria
- Poemas Diários
- Poesia Ilimitada
- Poesia Saiu à Rua
- Poesia de Gabriela Mistral
- Poesias e Prosas
- Ponto
- Ponto Cinza
- Por Mão Própria
- Por Um Mundo Melhor
- Porbase
- Porosidade Etérea
- Portal da Literatura
- Portal da Língua
- Portalegre On Line
- Português Exacto
- Presidência da República
- Projecto Gutenberg
- Projector do Sótão
- Putas Resolutas
- Pés de Gata
- Qualidade do Ar
- Queridas Bibliotecas
- Quintas Com Livros
- RELEITURAS
- Raquel
- Raízes
- Receitas da Lígia
- Reconstruir a Esperança
- Rede Cultural
- Releituras
- República Laica
- Reservas Naturais
- Retalhos de Leitura
- Revista Diplomática
- Revista Portuguesa
- Rio das Maçãs
- Robot Intergaláctico
- Rouge de Garance
- Rua Nove
- SEVE
- SOS Praia Azul
- SOS Vida
- Sais de Prata
- Sara
- Sara P
- Saumon
- Schmoo-Schmoo
- Schopenhauer
- Selvagens
- Seve
- Sinusite Crónica
- Sob Pressão Não Consigo
- Sociedade Civil
- Sombra Verde
- SonoPoesia
- Stand-Up
- Tempo das Cerejas
- Terra de Encanto
- Todas as Letras
- Tu Indecisa
- UALG
- UNESCO
- Umbigo
- Ursula
- Usina de Letras
- Utopia
- Verduras Factuais
- Verão Verde
- Viagens no Meu Sofá
- Viajarte
- Vida Involuntária
- Vida das Coisas
- Viver Literatura
- Walkyria
- Wild Wonders
- Wildlife
- Y2Y
- Zeariel
- e-cultura
- kARINA
- À Margem
- Árvores do Norte
Acerca de mim
- Joaquim Maria Castanho
- Escribalistas é órgão de comunicação oficial de Joaquim Maria Castanho, mentor do escribalismo português















