Convite para partilhar caminhos de leitura e uma abertura para os mundos virtuais e virtuososos da escrita sem rede nem receios de censura. Ah, e não esquecer que os e-mails de serviço são osverdes.ptg@gmail.com ou castanhoster@gmail.com FORÇA!!! Digam de vossa justiça!
2.15.2017
2.14.2017
FIRME NÓ
NÓ FIRME
Ato meus olhos aos teus
Com um nó tão bem seguro,
Que até o próprio Deus
Diz nada haver mais puro…
Tal como urgente, digo eu
Numa pertinaz ousadia,
Já que o tear que os teceu
Só usa as linhas da poesia.
Fio de seda a ouro brocado
Quase em cabelos tão assim,
Que me nasceu por cuidado
Continuar meu olhar atado
Ao teu, sem ficar lado a lado
Mas antes tendo-o frente a mim
Com nó firme, tão bem dado
Que nunca veja chegado fim.
Joaquim Maria Castanho
2.12.2017
O SEGREDO DAS CORRENTES PROFUNDAS
O SEGREDO DAS CORRENTES PROFUNDAS
Sob águas cristalinas me dissolvo
No diluído tempo, sublime instante
Sentindo o sentido com que absolvo
O sonho de perder o sentir diletante.
E ficar imerso nesse pulsar novo
Da profundidade pura e constante,
Com que eu mesmo em mim me absorvo
Perante ti, tal se de mim fosse ante…
Então, toda máscara cai; e esse ator
Cujas personagens pueris já vesti
Naufragam, afundam-se tão-só ante ti
Para, transparentes e sem nenhum favor
Serem afãs vassalas do único amor –
Que unicamente elas sabem que senti!
Joaquim Maria Castanho
GUARDO ESSE SEGUNDO, GUARDO ESSE PÃO
GUARDO ESSE SEGUNDO, ESSE PÃO
Ponho a alma inteira nesse instante
Ínfimo no contato, mas de superior
Significado, onde me sonho infante
Dum reino teu, também por ti tutelado;
Nado de tuas mãos, onde predomina
Tudo e o que mais ninguém imagina:
Verbos com o significado duma flor –
Pétala que a nosso pão ensina… o amor!
Ponho a alma inteira nesse momento
Tão pequeno, semente numa transação,
Pulsar que é onda, enorme movimento
De todo o sentido na mesma direção,
Onde até o próprio zunir do ar e vento
São ditados e cuidados por teu condão.
Joaquim Maria Castanho
SEM TEUS OLHOS NÃO HÁ POESIA
SEM TEUS OLHOS NÃO HÁ POESIA
Sem teus olhos não há borboletas.
Sem os teus gestos não tenho asas.
Sem teu jeito fenecem os planetas
E nenhum sol aquece nossas casas.
Sem tua luz me apago, e os cometas
Caem ao largo, com caudas esparsas
Quase carvão, como se fossem setas
Feitas da sombra das finitas brasas.
Sem teu nome sou órfão segregado.
As palavras morrem-me na garganta.
Ando com grilhetas de condenado
E arrasto um verbo que já não canta…
Porque sem teus olhos não há poesia
E apenas o breu se alberga no dia!
Joaquim Maria Castanho
2.10.2017
ORA SIM, ORA NÃO
ORA SIM, ORA NÃO
Pelo copiar da porta
Vejo-te cirandar na cozinha…
Apareces, desapareces, apareces
(És "viva" silhueta no instante)
Desapareces; e ficas "morta".
Mas essa morte é só minha.
É um sucumbir circunstante,
Quase omitir do eu total
E dessa parte tão importante
Que nos edifica pelo plural
– Ou gestos de elucidar a voz
No fluir do rio dos rios de nós,
Se somos no azul a claridade –
Ouro na cinza que à luz exorta
Como se plo copiar da porta
Te visse a cirandar na cozinha
Aparecendo, desaparecendo,
Ser e não-ser, ora sim, ora não,
Tal e qual qualquer estrelinha
Sendo e não sendo, cintilando
Lá em cima – bem-bem no fundo
Do cor... que... ora sim, ora não!
Joaquim Maria Castanho
2.09.2017
O ENGRAÇADO E AS GRACINHAS
ESTATUTO DE PAPEL VEGETAL
(O ENGRAÇADO E AS GRACINHAS)
Incluindo tu,
Porque vês adultério
Num corpo (apenas) nu?
A peste que em ti grassa,
A que te agarras com'um bem,
Não passa da ignóbil desgraça
De só te veres (e projetares)
Ao olhares para alguém…
E se miserável, vives em vão,
Assombração com ordenado,
Só tens o que mereces, do pão
Que come qualquer condenado.
Que do prazer só tira castigo
E da beleza, apenas inveja;
Ou da moral insano abrigo
Feito do lixo que traz consigo –
Da peste quem em si despeja
– Se a consciência lhe pesa!
Se lhe custa o entendimento
Do que é simples e natural,
E ri pra não verem o jumento
Que há sob seu traje social.
Joaquim Maria Castanho
2.08.2017
MISTÉRIO DE ARINA
O MISTÉRIO DE ARINA
Tal-qual unha felina
O amor, por ser retrátil,
Traz o mistério de Arina
Ao ser vivo – ao ser fértil.
Alinha dum mesmo jeito
A quantos da perfeição,
Ganharam já o defeito
D'ouvir o que têm no peito,
Só plo tum-tum do coração.
Que a vida pra ser lida
Não carece d'alfabeto:
É unhada repetida,
Noite em dia convertida,
Num parágrafo completo.
Joaquim Maria Castanho
2.07.2017
DEPOIS DO BREU, ARINA ILUMINA O CÉU
APÓS O BREU, ARINA ILUMINA O CÉU
Triste, alucinado, confuso
Naufrago pela antimatéria;
Contudo, nem por isso acuso
Minha Deus por tão fraca féria.
Pois confio em suas intenções,
Entraves, silêncios, omissões
Regras, técnicas, estratagemas;
Que nada separa os corações
Que foram unidos por poemas.
E o horizonte também o sabe…
Também ele se aloira e t'espera.
Também ele escreve na tarde
As cores e luz de por quem arde,
Quem respeita, adora e venera!
Joaquim Maria Castanho
2.06.2017
BURACOS NEGROS
BURACOS NEGROS
A tua ausência vinca e marca
Como um órgão que me falta;
E nos lugares onde não estás
A essência é fugaz – e parca…
Por visitá-los, sou torturado
E decepado de parte de mim,
Eco dum pesadelo acordado,
Visão de delírio e febre ruim.
Fico objeto, e ser inanimado,
Atrofiado numa dor sem fim.
Que os lugares onde não estás
Gritam e rasgam-me os sentidos;
E abrem crateras, ácidas e más
Onde os sonhos são consumidos.
Joaquim Maria Castanho
2.05.2017
CERTEZA AFIANÇADA
AFIANÇADA CERTEZA
Sim, já passaram tantos anos, sim
Foi naquele café ao cimo do jardim
Que eu te vi pela primeira vez;
Mas os olhos estão iguais
O cabelo de espiga madura
O mesmo rosto, a mesma tez
Que fez com que eu nunca mais
Conseguisse amar mais ninguém.
Sei que tenho andado por aí
De forma tonta e pouco segura
Às voltas com o teu sorriso,
E a alma à procura da candura
Qu'é preciso pra poder olhar pra ti;
Que me atropelo nos sentires,
Me aperalto e perfumo (demais),
Apenas pra quando me vires
Eu seja enfim, esteja à altura
Dessa certeza infinita e pura
E apaixonada que então senti.
Porém, jamais amei outrem
Além de ti, desde esse dia, sim
Em que te vi no café do jardim
Acompanhada por teus pais,
Que agora até penso ser tarde
– E vou dizê-lo sem drama, sem alarde! –
Para tentar amar alguém mais.
Tanto, que nunca irei cobrar-te nada…
Já me deste o melhor que a vida tem,
Que é esta certeza afiançada
De não conseguir amar mais ninguém.
Joaquim Maria Castanho
2.04.2017
PROPOSTA HONESTA
PROPOSTA HONESTA
Se és única árvore plantada
Aqui, em meu reino devastado,
Então, quero ser brisa orvalhada
Que, mansa, te acaricia a ramada,
Veste folhas de cetim nacarado.
Te afaga com a doçura das asas
Das borboletas multicoloridas
Nessa luz que ilumina as casas,
Mantém lareiras de acesas brasas,
Põe carinho e desejo nas vidas.
Quero ouvir teus olhos calados
Pelo silêncio urgente dos meus,
Quando, numa prece, abraçados
Pintam límpidos oceanos nos céus!
Joaquim Maria Castanho
2.03.2017
APELO ININTERRUPTO
APELO ININTERRUPTO
Começo o dia a pensar em ti
E nunca mudo de registo,
Que quando agora é aqui
Todo sonho nasce do visto
(Como do recordado, também,
Feito aparição que se quer,
Onde o rosto de mais ninguém
É tido e visto por de mulher…)
Começo que persegue o ontem
Pra repetir-se no futuro,
Aonde nem as nuvens notem
Meu olhar no teu, tenso e puro,
Requerendo-o plo infinito
Que há na urgência dum grito!
Joaquim Maria Castanho
2.02.2017
SUBLIME É A CORRENTE DOS SENTIRES
SUBLIME É A CORRENTE NO RIO DOS SENTIRES
Sentir-te real, presente
É onda avassaladora,
Tsunami dentro da gente
Grito n'alma sonhadora
A despertar da letargia,
Da falta de inspiração.
É aspergir de luz no dia
Num crepitar de cristais,
Cintilar febril no coração
De odes, hinos e madrigais…
É essa alegria infinita
Que só Arina nos atribui,
E pra quem em si acredita
Ser a beleza em que flui.
Joaquim Maria Castanho
2.01.2017
O TALÃO PREMIADO
TALÃO PREMIADO
Eu definhava, por saudade
E não sabia; pois, moribundo
Julgava entender o mundo
Nessas linhas que tão-só lia
No céu – traços sobre a cidade
A marcar, pla vida, passagem
Que nem fosse ela apenas viagem…
Todavia, e numa recaída,
Eis-me de volta dessa "morte"
Embriagado pela sorte
Neste bilhete, assim, tida
Por não ser ele só de ida!
Joaquim Maria Castanho
1.31.2017
O DITAME DA POESIA
O DITAME DA POESIA
Aconteces-me poema irrevogável
Já incontornada magia na jornada
Já Fénix de fogo na tarde plausível
Já continuum d'explosão celebrada.
Se em minhas veias ecos há, escuto
Latências que te chamam, e chama és
Flama de luz, verbo cadente no abruto
Cinzento sobre antenas e chaminés
Dum bairro suburbano mas pacato.
Porém, estrela, porém; porém flor-de-lis
Que escreve nesta alma como um giz
As leis e demais ditames que acato
Por ver-te, em celebração do contrato
Que é ato, e também poema que nos diz.
Joaquim Maria Castanho
1.30.2017
EM RECATO
RECATO
Escondo teu nome em meu peito
Digo-lhe coisas que já por bem sabes,
Que já conheces de cor, neste jeito
De perdida imensidão onde cabes
Sem defeito nem juízo doutro valor,
Senão sentir de amigo que é amor…
E escondo-te para não me esconder,
Na timidez que compõe essa reserva
Que os olhos têm de serem vistos a ver
Se acaso alguém também nos observa;
Que a seiva é essência de toda a flor,
Mais essencial que a sua própria cor.
E neste esconder em que me mostro
Sou da essência superfície profunda,
Pomo de secreto sentir, e imo estro
Da vida que a ambos abraça… e inunda!
Joaquim Maria Castanho
1.29.2017
DA RECICLAGEM OU REUTILIZAÇÃO
RECICLAGENS E REUTILIZAÇÕES
Agonizam antigas atitudes
Condutas desatuais, maduras
Caem no desuso, perdem virtudes
Caminham vacilantes, inseguras
Temem vazios, se radicalizam
Entrincheiradas em ghettos e nichos,
E se justificam quando pecam
De recaída em recaída ficam e vão
Pedindo ao sonho e utopia seu pão
Sua dose dominical de bem e de mal…
Os jovens desconhecem-nas, os idosos
Largam-nas; contemporâneos, então
Como quem trata do cão, dão-lhe ossos
Nas pratas e papel das prendas de Natal.
Joaquim Maria Castanho
1.28.2017
Subscrever:
Mensagens (Atom)
La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos
Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu
Arquivo do blogue
- ► 2019 (152)
- ► 2017 (160)
Links
- A Aliança
- A Cidade e as serras
- A Dobra do Grito
- A Espuma dos Dias
- A Sul
- A Vida Não É Um Sonho
- AMI
- Abrupto
- Ad-Extra
- Aldeia T
- Alentejanos de Todo o Mundo Uni-vos
- Alexandria à Gomes de cá
- Algarve Renovável
- Alguém Me Ouve
- Almocreve das Petas
- AmBio
- Amazónia
- Amigos do Botânico
- An Ordinary Girl
- Ante-Cinema
- Ao Sabor do Toque
- Astronomia 2009
- Aves de Portugal
- Azinheira Gate
- BEDE
- BIBLIOTECÁRIO DE BABEL
- Barros Bar
- Bea
- Bede
- Biblio
- BiblioWiki
- Bibliofeira
- Bibliofeira
- Biblioteca António Botto
- Biblioteca Digital
- Biblioteca Nacional
- Biblioteca Nacional Digital
- Biblioteca Nómada
- Biblioteca do IC
- Bibliotecas Portuguesas
- Bibliotecas Públicas Espanholas
- Bibliotecas-
- Bibliotecário de Babel
- Bibliotecários Sem Fronteiras
- Biodiversidade
- Biosfera
- Blog dos Profs
- Blogs em Bibliotecas
- Blogue de Letras
- Boneca de Porcelana
- Burricadas
- CEAI
- CFMC
- CIBERESCRITAS
- Cachimbo de Magritte
- Caderno de Paris
- Campo de Ideias
- Canil do daniel
- Cantinho das Aromáticas
- Canto do Leitor
- Capas
- Casa da Leitura
- Centenário da República
- Centro Nacional de Cultura
- Centro de Estudos Socialistas
- Cercal da Eira
- Ciberdúvidas
- Circos
- Citador
- Ciência Viva
- Clima 2008
- Clube de Jornalistas
- Coisas Simples e Pequenas
- Coisas da Cristina
- Coisitas do Vitorino
- Comer Peixe
- Cometas e estrelas
- Comissão Europeia Portuguesa
- Companha
- Conjugador de Verbos
- Crescer Com Saúde
- Crítica Literária
- Crónicas do Planalto
- Câmara Clara
- DAR
- Da Literatura
- Da Poesia
- Deixa Arder
- Depois do Desenvolvimento
- Devaneios
- Diagonal do Olhar
- Dias com Árvores
- Dicionário de termos Literários
- Diário da República
- Doce Mistério
- Dona Gata
- Dreams
- Ecologia Urbana
- Ecosfera
- Edit On Web
- Educação Ambiental na Net
- Ellenismos
- Ensayo Pessoa
- Escola Pública
- Escolhas de Sofia
- Escribalistas
- Espiritismo
- Estação Liberdade
- Estudio Raposa
- Eurocid
- Evolução da Espécie
- Extratexto
- Farol de Ideias
- Fauna do Cerrado
- Ferrus
- Ficção
- Floresta do Interior
- Folhas de Poesia
- Fongsoi
- Fonte de Letras
- Fotos da Natureza
- Fotos do Nick Brandt
- Fratal 67
- Frenesi
- Fundo Português do Carbono
- GOSGO
- Google News
- Governo
- Gulbenkian
- HSI
- Habitat Ecológico
- História universal
- IDP Democracia Portuguesa
- Ideotário
- Impressões Literárias
- Incrivelmente Perto
- Infografando
- Instituto Camões
- Jacques Brel
- Jornal das Freguesias
- José Saramago
- Justiça e Cidadania
- Justiça e Democracia
- Kampus de Ideias
- LER
- Leite de Pato
- Leitora Crítica
- Leoa Verde
- Linha de Pesca
- Literatura e-
- Livre Expressão
- Livros e Críticas
- Lumiarte
- Lusa
- Lusitânica
- Luso Borboletas
- Madeja de Palabras
- Malaposta
- Maldita Honey
- Manuela
- Maria Clara
- Missixty
- Movimento Perpétuo
- Movimento Rio Tinto
- Mundo Ecológico
- Mundo de Pessoa
- Mundo dos Golfinhos
- Mutações
- NICK BRANDT
- Nada Niente
- National Geographic
- Natura
- Nick Brandt
- Nobel Prize
- Notas e Apostillas
- Notícias de Castelo de Vide
- Nova Economia
- Nova Floresta
- O Bocas
- O Boomerang
- O Coiso
- O Currupião
- O Escribalista
- O Fingidor
- O Indigente
- O Janesista
- O Parcial
- O Silêncio dos Livros
- OIT
- OREE
- Objectiva Campo Maior
- Oficina de Poesia
- Olho Neles
- Omj
- Ondas 3
- Opinião Socialista
- Os Ribeirinhos
- Os Verdes
- Othersky
- POUS
- POUS Portalegre
- Palavra Criativa
- Pandora e Adrian
- Parlamento
- Parlamento Global
- Partido Pelos Animais
- Pedro Marques
- Per-Tempus
- Photo-a-Trois
- Photos e Scriptos
- Pimenta Negra
- Planeta Azul
- Planeta Azul
- Plano Nacional de Leitura
- Podolatria
- Poemas Diários
- Poesia Ilimitada
- Poesia Saiu à Rua
- Poesia de Gabriela Mistral
- Poesias e Prosas
- Ponto
- Ponto Cinza
- Por Mão Própria
- Por Um Mundo Melhor
- Porbase
- Porosidade Etérea
- Portal da Literatura
- Portal da Língua
- Portalegre On Line
- Português Exacto
- Presidência da República
- Projecto Gutenberg
- Projector do Sótão
- Putas Resolutas
- Pés de Gata
- Qualidade do Ar
- Queridas Bibliotecas
- Quintas Com Livros
- RELEITURAS
- Raquel
- Raízes
- Receitas da Lígia
- Reconstruir a Esperança
- Rede Cultural
- Releituras
- República Laica
- Reservas Naturais
- Retalhos de Leitura
- Revista Diplomática
- Revista Portuguesa
- Rio das Maçãs
- Robot Intergaláctico
- Rouge de Garance
- Rua Nove
- SEVE
- SOS Praia Azul
- SOS Vida
- Sais de Prata
- Sara
- Sara P
- Saumon
- Schmoo-Schmoo
- Schopenhauer
- Selvagens
- Seve
- Sinusite Crónica
- Sob Pressão Não Consigo
- Sociedade Civil
- Sombra Verde
- SonoPoesia
- Stand-Up
- Tempo das Cerejas
- Terra de Encanto
- Todas as Letras
- Tu Indecisa
- UALG
- UNESCO
- Umbigo
- Ursula
- Usina de Letras
- Utopia
- Verduras Factuais
- Verão Verde
- Viagens no Meu Sofá
- Viajarte
- Vida Involuntária
- Vida das Coisas
- Viver Literatura
- Walkyria
- Wild Wonders
- Wildlife
- Y2Y
- Zeariel
- e-cultura
- kARINA
- À Margem
- Árvores do Norte
Acerca de mim
- Joaquim Maria Castanho
- Escribalistas é órgão de comunicação oficial de Joaquim Maria Castanho, mentor do escribalismo português



















