Convite para partilhar caminhos de leitura e uma abertura para os mundos virtuais e virtuososos da escrita sem rede nem receios de censura. Ah, e não esquecer que os e-mails de serviço são osverdes.ptg@gmail.com ou castanhoster@gmail.com FORÇA!!! Digam de vossa justiça!
11.05.2020
7.12.2020
DADINHA DÁ UMA LIÇÃO AO LÁPIS VLUP-VLUP, O Valentão das Dúzias
DADINHA
DÁ UMA LIÇÃO AO LÁPIS VLUP-VLUP,
o VALENTÃO DAS DÚZIAS
A
literatura não tem idades nem compartimentos estanques. Os melhores
livros que a humanidade gerou, embora tenham sido escritos há
séculos e séculos atrás, hoje em dia, continuam legíveis e com
significados plenamente consciencializáveis para os homens e
mulheres da nossa atualidade. Continuam a interessar o grande público
que os tornou clássicos. Porém, essa dedicação aos títulos e
autores imortais, não limitou, secou, impossibilitou o aparecimento
de novas obras, e, algumas até bastante controversas, não deixando
por isso de se tornarem também clássicas. Também em literatura “o
caminho se faz caminhando”. Cada qual que cria, dá o passo
conforme a perna, e produz conforme crê ser melhor para quem lê,
não só, para dessa criação poder usufruir com prazer, mas
igualmente com enriquecimento humano. Dadinha Dá Uma Lição ao
Lápis Vlup-Vlup – o Valentão das Dúzias, segue-lhes na peugada,
não obstante a sua modéstia e fracas valias... Mas está lá, e não
sente vergonha de pedir a cada leitor e leitora que o ajude a seguir
em frente. Obrigado
Joaquim
Maria Castanho
6.14.2020
#ALVALUZ #AMENOCLIMA
ALVA
LUZ, AMENO CLIMA
Mergulho
em recordações…
Abro
a voz pra respirar-te.
Redesenho-te
por secções
Onde
as partes são ambiente
Unidas
até serem arte,
Sentidas
até serem gente.
Não
há mar que te desconheça
Não
há céu que te não cante,
Nem
sentir que te desmereça
Mesmo
se estás distante.
Esse
ora assim destilado
Serenidade
(e exatidão),
Quase
afeto amassado
Com
o cuidado de tua mão
Que
assina por bem, no final
O
teu olhar, meigo e plural,
Que
traz o céu salpicado
De
azul só entre as nuvens
Cinza
e branco prateado
Entre
as folhas e as vagens
Entre
verde o casario
Quase
suspenso dum fio...
Jardim
pra que não há margens,
Nascente
pra mais que um rio.
E
que, por que assim, sendo
A
vida aí não esgota
Ainda
que ocasos tendo,
Vai
subindo, vai descendo
Balanceado
na rota.
Como
por laivos de prata,
Como
um céu de platina,
Onde,
se ao azul tapa,
Também
descanso ensina.
Porém
se o azul destapa
É
alva luz, ameno clima.
Joaquim
Maria Castanho
Com
foto de Mia Teixeira
6.12.2020
TER OU NÃO TER JUÍZO
TER
OU NÃO TER JUÍZO
Se vires chegar a gaivota
com o bico aloirado de sol, não estranhes; ela me anuncia.
Se vires o pôr-do-sol
raiado de violetas e uma brisa que vem do sul, não estranhes; eles
me anunciam.
Se vires uma criança
descalça e desnuda correndo pela relva do Jardim do Palácio, não
estranhes; ela me anuncia.
Se vires algum velho
sem-abrigo lambiscando a beata nos dedos amarelados, não estranhes;
ele me anuncia.
Se vires o louco profeta
de barbas despenteadas e sujas discursando contra o consumismo
exagerado, a energia nuclear, os Trumps e Bolsonaros na nossa COVID
19, não estranhes; ele me anuncia.
Se vires o cão
esquelético e faminto como pool de todos os abandonados do mundo,
não estranhes; ele me anuncia.
Se vires um papiro
esvoaçando sobre a multidão mecanizada, não estranhes; ele me
anuncia.
Se vires cair da janela
anónima uma fotografia rasgada, não estranhes; ela me anuncia.
Se vires os teus olhos
brilharem numa noite de luar, não estranhes; eles me anunciam.
Se vires um sorriso
urgente num rosto desconhecido, não estranhes; é a minha forma de
estar contigo.
E depois de eu ter chegado
Muito depois do ainda não
E muito antes do já de
volta
Finge que me desconheces
Faz gestos de negativa
revolta
Faz negaças de
comiseração
Faz traquinices e benesses
E dá o sonho por acabado.
Mas depois de eu implorar
De pedir um pouco de
atenção
Inventa nomes que me
trocam
Inventa partidas que te
preguei
Inventa razões de negação
Inventa ditos que te
adulam
Inventa actos que não
pensei
E belisca-me para acordar.
E então, depois, se
acordando
Ajoelhar a teus pés,
indeciso
Apenas pra te pedir um
sorriso
Diz-me, seca, fria,
rezingando
«Ora, que é isso? Por
favor... Tem juízo!»
E
se então vires voltar ao nada uma fotografia, um papiro, um louco,
um velho, uma criança, um pôr-do-sol, uma gaivota, um sem-abrigo,
um cão, um sorriso, não entristeças, nem estranhes; é tudo o que
fui, que está de partida. É a nova era que principia!
Joaquim
Maria Castanho
6.10.2020
O AFETO TAMBÉM SE CELEBRA
Gesto
rubro, em botões libertado
Que
se sonhos vivem, sonham, são amor
– Logo
sonho, que se vê espelhado.
A
mim, um me disse, eco sem temor
Que
o sonhar sem fim, é ter cuidado
Estar
lá, onde o sul ganha outra cor
Só
porque pela Serra foi gerado.
O
seu feito é notável, e agora
Quando
alguém sonha, apenas diz
Que
é a sentir que a alma decora
Aquilo
que o coração sabe e quis.
Sabe
e não esquece, ama e não cala
Se
é ramo na mesa, quarto, sala...
Joaquim
Maria Castanho
Com foto de Mia Teixeira
5.29.2020
#COLIBRI PESTANEJANTE
COLIBRI
PESTANEJANTE
Regresso,
pela areia fina do tempo
És
molhada clepsidra, gotejante
Se
sereia voltas do mar, e exemplo
Natural
escorrendo cada instante.
No
chão, só acaso, registo sem ordem
Corpo,
visão passo a passo emergente
Com
que saudade e destino escrevem
Meus
olhos a beijarem-te... – timidamente.
Joaquim
Maria Castanho
Com
foto de Mia Teixeira
5.28.2020
VIAGEM RECÍPROCA
Outra
viagem me toma
– Lua
nova, sol e sombra
Grudam
sem grude, nem goma
Pela
abstração dos mundos
E
me reparto neles, assim...
Contudo,
teus olhos serenos
Secretos,
morenos, profundos
Também
são viagens pra mim!
Joaquim
Maria Castanho
Com
foto de Mia Teixeira
5.24.2020
#BOMDIA NUM OLHAR
O BOM DIA NUM
OLHAR
Meu
coração salta contente,
Pra
que em batidas semeiem
Também
meus olhos ali em frente.
E
possam, assim, ver se vejo
Quem
passo os dias a imaginar,
Quais
Colibris a dar seu beijo
Em
quem é flor do meu olhar.
Num
gesto doce, inocente
Tão
simples como o sol a nascer,
Pondo
meus olhos ali em frente
Para
que só tu, ao acordar,
Possas
ouvir o que têm a dizer
E
quem diz que tenho pra contar.
5.22.2020
#NUVENSDAVIDA
AS NUVENS DA VIDA
“No espelho da visão está a segurança da verdade”
– Código Visigótico I, 1-2
Na realidade diária, a nossa planificação, previsões, antecipações, palpites, são parte intrínseca ao querer consciente, emancipado, responsável; porém, por mais que nos exercitemos nelas isso não significa que iremos ter êxito garantido ou observação confirmada, e que, salvo nos espaços-quando onde se verifique refletida uma acentuada monotonia e pacatez, o acaso não nos pregue a peça e as surpresas sucedam. Às vezes é o canto de uma ave; outras, um sorriso em que reparámos pela primeira vez, embora vejamos a pessoa que o deu com frequência e, até, repetidamente ao longo dos dias. E outras ainda, um tropeção no escuro, exatamente no momento em que nos deslocávamos de uma sala para a contígua, pé ante pé, com o máximo cuidado para não fazer barulho.
O acaso é profícuo em casualidades.
Então, ao reconhecê-lo, tentamos limitar-lhe as ocorrências, retratando-as ao máximo, reproduzindo-as, tornando-as alegóricas, exemplares, casos notórios ou notáveis, estórias, quadros, cenas que nos ajudem a compreendê-las e compreender-nos, bem como a aproveitá-las (pedagogicamente) sempre que surjam. Tentamos tirar proveito de tudo aquilo que nos espanta, assusta ou deslumbra. Percebemos enfim, não obstante o alheamento natural para onde o presente nos atira irremediavelmente, que o que é importante nem sempre se revela da melhor maneira, bem como que, por muito pessimistas que sejamos, há invariavelmente algo ou alguém para quem isso não conta absolutamente nada. E que, por casualidade, ainda que ninguém os tenha covidado, esses nebulosos imponderáveis, aí estão a balizar-nos cada instante da nossa existência gregária – e terrena.
Não raros chamam-lhe cultura, havendo inclusive quem diga que é arte. Franzimos o cenho, torcemos o nariz, alçamos a venta, estancamos de pronto para manter o distanciamento. E insuflamo-nos de autoestima e orgulho pela revelação. Mas o facto não é assim tão original nem inédito como parece, e já inúmeros elementos da espécie humana o constataram, o reconheceram, e o registaram por mil e uma maneiras possíveis e imaginárias. Por exemplo, Ovídio (poeta latino n. em Sulmona 43 a.C. - f. em Tomis 17/18 d.C), há mais de dois mil anos portanto, na sua Arte de Amar, o resumiu aproximadamente deste jeito: “a arte não faz mais do que imitar o acaso”.
E não é que tinha razão!
Joaquim Maria Castanho
Com foto de Zélia Mendes
5.18.2020
5.17.2020
A ORQUÍDEA IMACULADA
A ORQUÍDEA
IMACULADA
Que
mora nas sete quintas...
É
sorriso feliz d'amor
A
bailar na luz e na cor
Como
esplendor sem fintas.
E
às vezes até parece
Pelo
seu porte, o seu condão
A
Virgem rezando prece
Plas
flores que consigo estão.
Com
foto de Mia Teixeira
5.16.2020
#ORQUÍDEA EM CARNE VIVA
ORQUÍDEA EM
CARNE VIVA
Derme,
pétala acetinada
(Ou
grito prestes a eclodir)
Afago
doce, se madrugada
Acorda,
pronta já a sorrir.
Também
seda, esponja macia
Sensível
polpa que me seduz,
Assim
és, ó fada da poesia
Se
no recatado recanto
O
teu acetinado manto
Recolhe,
como exala, sua luz.
5.13.2020
A #VOZ DO #CAMINHO
A VOZ DO CAMINHO
Poentes,
nascentes, o mundo concreto
Cujas
portas, alfarrobeiras são pilar
Do
templo, d'olhar, se o andar é certo
Tem
por meta rua, a estrada da vida
Lá
onde navegam tantos, destinos mil
Os
sonhos, os frutos, e a nuvem perdida
Debrua
de aurífero rosa e anil,
Diz
quanto da distância é esperar,
Quanto
na espera é o descoberto
Se
de cada vez que te olho plo olhar
Teu
coração em flor fica mais perto...
É
como se dissesses «Estou a chegar,
E
vou arrancar-te desse deserto!»
Joaquim
Maria Castanho
Com
foto de Mia Teixeira
5.10.2020
NA ROTA DA #ALMA
NA ROTA DA ALMA
(para
a Mia)
Escondem
a lua, e só por que sim;
Tal
a razão turva, não é mista
Se
quer ocultar, o luar de mim.
Quanta
é a luz, que de ti vem.
Mas
o amor traduz, se o chamo
Que
a luz não nasce, por mais ninguém.
Ontem
como hoje, todos os dias
Se
a lua faltar, o olhar não erra
Vai
a alma pró sul... - Nela, poesias!
Joaquim
Maria Castanho
5.08.2020
#BAILIA DA LUA-CHEIA
BAILIA
DA LUA-CHEIA
(em
Marmelete)
Dança,
dança, lança teu olhar silente
Diz
aos pomares, hortas, alfarrobais
As
saudades, hinos que o luar sente
Se
dedilham frondes em sebes ancestrais.
Protegem
ninhos, são raiz, são semente.
São
passos, são caminhos, meio estivais
Que
o luar partilha com quem alente
Mal
a lua brilha sobre casas e quintais.
Estendem
capas entre o aqui e o além,
Que
a hora que chora é acorde também.
Dão
luz ao direito d'investir, dolente
Nas
sombras, para ter contornos muito seus
A
fim de que o fértil chão siga em frente
Pleno
de sereias, fadas – sonhos meus!
Joaquim
Maria Castanho
Com
foto de Mia Teixeira
5.03.2020
PORQUE HÁ ROSAS SUBLIMES?
PORQUE
HÁ ROSAS SUBLIMES?
Não
sou capaz de dizer quanto penso...
A
realidade transpõe-me, vai além.
Diz
que há encanto, e fico suspenso
Porque
reconheço quanta razão tem.
Se
todo o poder é das flores apenso
A
mais poderosa, e por que formosa
Será
a rosa, não o desconhece ninguém.
Mas
eu devo vassalagem à verdade
À
ética, à arte, à poesia, e à prosa,
E
sei haver uma a quem a sublimidade
Pede
humilde, inebriada, calorosa
Que
empreste encanto a qualquer rosa
Pra
que ela possa ser sublime também!
Joaquim
Maria Castanho
4.21.2020
A TOQUE DE CACHA
A
TOQUE DE CACHA/CAIXA
Os
pontos cardeais que orientarão os homens do leme, na viragem da
sociedade portuguesa na década de 20-30, estavam definidos desde há
muito tempo, pese embora a classe dirigente não tenha sido
suficientemente lesta e habilidosa na manobra, em transpo-los do
papel para a navegação sócio-política quotidiana: Energias
renováveis, mobilidade elétrica, adaptação às alterações
climáticas e economia circular.
A
Covid19 veio acabar com a (des)habilidade canhestra e pachorrenta,
pôr a massa crítica em sentido, os agentes económicos a mudar de
atitude, os serviços sociais e tecido institucional a arregaçar as
mangas e as tecnologias da informação e da comunicação a meterem
as os dígitos na massa.
Ou
seja, mais uma vez, e à semelhança de anteriores apertos, tal como
a presença filipina, as invasões francesas, a gripe espanhola, as
guerras mundiais, a eclosão dos movimentos de libertação colonial,
o movimento das forças armadas 25A, a sociedade portuguesa só age
sob a razão do tem-que-ser, quando não pode adiar nem fugir mais,
nem tem para onde, e, se e só se, não tiver outro remédio – a
vacina Covid, por exemplo, coisa que não está para breve, pelo
menos com segurança e verba disponível para a integrar no plano
nacional de vacinação.
Isto
é, no vai ou racha e a toque de caixa... quer dizer... cacha!
Joaquim
Maria Castanho
Caixa
– objeto, instrumento rítmico marcial, parte do teatro onde se
situam os camarins, dinheiro realizado por operação de venda ao
público, caixa-baixa ou caixa-alta tipográfica ou jornalística,
pátio interior de prédios, etc., etc.
Cacha
– ação de ocultar, dissimulação, ardil, metade de um lenço
(máscara).
4.18.2020
4.16.2020
A PROMISCUIDADE SILÁBICA
A
PROMISCUIDADE SILÁBICA
Os
ditongos são sílabas guerreiras
Escudos
que amortecem contundências
Beatas
batidas, dor pra consoantes,
Ais
em metades de coisas já inteiras.
Hão
de continuar assim, imutáveis
Ocasiões
pra ocar cavernas da voz,
Falsas
gémeas, contudo derradeiras
Mal
veem se algumas letras estão sós.
Por
quaisquer causas se fazem plurais
E
até se despem plo vicioso prazer
De
mostrar com'as consoantes são mortais
Que
andam com vogais que se deixam comer!
Joaquim
Maria Castanho
Com
foto de Elie Andrade
4.15.2020
A PEQUENA SEREIA
A
PEQUENA SEREIA
Amar-t'é
melhor do que respirar...
Se
mergulho num obscuro mundo
Se
mergulho na profundidade
Amar-t'é
como respirar fundo
-
É vir à tona suspenso do olhar.
É
emergir do escuro profundo
-
Nascer de novo em claridade.
É
deixar minhas sílabas vogar
Cruzar
distâncias até à praia,
Onde
o azul da água se enleia
Como
se godés de tua saia
-
Ver-te meio tapada de areia...
Para
simplesmente imaginar
Que
sejas talvez uma sereia!
Joaquim
Maria Castanho
Subscrever:
Mensagens (Atom)
La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos
Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu
Arquivo do blogue
- ► 2019 (152)
- ► 2017 (160)
Links
- A Aliança
- A Cidade e as serras
- A Dobra do Grito
- A Espuma dos Dias
- A Sul
- A Vida Não É Um Sonho
- AMI
- Abrupto
- Ad-Extra
- Aldeia T
- Alentejanos de Todo o Mundo Uni-vos
- Alexandria à Gomes de cá
- Algarve Renovável
- Alguém Me Ouve
- Almocreve das Petas
- AmBio
- Amazónia
- Amigos do Botânico
- An Ordinary Girl
- Ante-Cinema
- Ao Sabor do Toque
- Astronomia 2009
- Aves de Portugal
- Azinheira Gate
- BEDE
- BIBLIOTECÁRIO DE BABEL
- Barros Bar
- Bea
- Bede
- Biblio
- BiblioWiki
- Bibliofeira
- Bibliofeira
- Biblioteca António Botto
- Biblioteca Digital
- Biblioteca Nacional
- Biblioteca Nacional Digital
- Biblioteca Nómada
- Biblioteca do IC
- Bibliotecas Portuguesas
- Bibliotecas Públicas Espanholas
- Bibliotecas-
- Bibliotecário de Babel
- Bibliotecários Sem Fronteiras
- Biodiversidade
- Biosfera
- Blog dos Profs
- Blogs em Bibliotecas
- Blogue de Letras
- Boneca de Porcelana
- Burricadas
- CEAI
- CFMC
- CIBERESCRITAS
- Cachimbo de Magritte
- Caderno de Paris
- Campo de Ideias
- Canil do daniel
- Cantinho das Aromáticas
- Canto do Leitor
- Capas
- Casa da Leitura
- Centenário da República
- Centro Nacional de Cultura
- Centro de Estudos Socialistas
- Cercal da Eira
- Ciberdúvidas
- Circos
- Citador
- Ciência Viva
- Clima 2008
- Clube de Jornalistas
- Coisas Simples e Pequenas
- Coisas da Cristina
- Coisitas do Vitorino
- Comer Peixe
- Cometas e estrelas
- Comissão Europeia Portuguesa
- Companha
- Conjugador de Verbos
- Crescer Com Saúde
- Crítica Literária
- Crónicas do Planalto
- Câmara Clara
- DAR
- Da Literatura
- Da Poesia
- Deixa Arder
- Depois do Desenvolvimento
- Devaneios
- Diagonal do Olhar
- Dias com Árvores
- Dicionário de termos Literários
- Diário da República
- Doce Mistério
- Dona Gata
- Dreams
- Ecologia Urbana
- Ecosfera
- Edit On Web
- Educação Ambiental na Net
- Ellenismos
- Ensayo Pessoa
- Escola Pública
- Escolhas de Sofia
- Escribalistas
- Espiritismo
- Estação Liberdade
- Estudio Raposa
- Eurocid
- Evolução da Espécie
- Extratexto
- Farol de Ideias
- Fauna do Cerrado
- Ferrus
- Ficção
- Floresta do Interior
- Folhas de Poesia
- Fongsoi
- Fonte de Letras
- Fotos da Natureza
- Fotos do Nick Brandt
- Fratal 67
- Frenesi
- Fundo Português do Carbono
- GOSGO
- Google News
- Governo
- Gulbenkian
- HSI
- Habitat Ecológico
- História universal
- IDP Democracia Portuguesa
- Ideotário
- Impressões Literárias
- Incrivelmente Perto
- Infografando
- Instituto Camões
- Jacques Brel
- Jornal das Freguesias
- José Saramago
- Justiça e Cidadania
- Justiça e Democracia
- Kampus de Ideias
- LER
- Leite de Pato
- Leitora Crítica
- Leoa Verde
- Linha de Pesca
- Literatura e-
- Livre Expressão
- Livros e Críticas
- Lumiarte
- Lusa
- Lusitânica
- Luso Borboletas
- Madeja de Palabras
- Malaposta
- Maldita Honey
- Manuela
- Maria Clara
- Missixty
- Movimento Perpétuo
- Movimento Rio Tinto
- Mundo Ecológico
- Mundo de Pessoa
- Mundo dos Golfinhos
- Mutações
- NICK BRANDT
- Nada Niente
- National Geographic
- Natura
- Nick Brandt
- Nobel Prize
- Notas e Apostillas
- Notícias de Castelo de Vide
- Nova Economia
- Nova Floresta
- O Bocas
- O Boomerang
- O Coiso
- O Currupião
- O Escribalista
- O Fingidor
- O Indigente
- O Janesista
- O Parcial
- O Silêncio dos Livros
- OIT
- OREE
- Objectiva Campo Maior
- Oficina de Poesia
- Olho Neles
- Omj
- Ondas 3
- Opinião Socialista
- Os Ribeirinhos
- Os Verdes
- Othersky
- POUS
- POUS Portalegre
- Palavra Criativa
- Pandora e Adrian
- Parlamento
- Parlamento Global
- Partido Pelos Animais
- Pedro Marques
- Per-Tempus
- Photo-a-Trois
- Photos e Scriptos
- Pimenta Negra
- Planeta Azul
- Planeta Azul
- Plano Nacional de Leitura
- Podolatria
- Poemas Diários
- Poesia Ilimitada
- Poesia Saiu à Rua
- Poesia de Gabriela Mistral
- Poesias e Prosas
- Ponto
- Ponto Cinza
- Por Mão Própria
- Por Um Mundo Melhor
- Porbase
- Porosidade Etérea
- Portal da Literatura
- Portal da Língua
- Portalegre On Line
- Português Exacto
- Presidência da República
- Projecto Gutenberg
- Projector do Sótão
- Putas Resolutas
- Pés de Gata
- Qualidade do Ar
- Queridas Bibliotecas
- Quintas Com Livros
- RELEITURAS
- Raquel
- Raízes
- Receitas da Lígia
- Reconstruir a Esperança
- Rede Cultural
- Releituras
- República Laica
- Reservas Naturais
- Retalhos de Leitura
- Revista Diplomática
- Revista Portuguesa
- Rio das Maçãs
- Robot Intergaláctico
- Rouge de Garance
- Rua Nove
- SEVE
- SOS Praia Azul
- SOS Vida
- Sais de Prata
- Sara
- Sara P
- Saumon
- Schmoo-Schmoo
- Schopenhauer
- Selvagens
- Seve
- Sinusite Crónica
- Sob Pressão Não Consigo
- Sociedade Civil
- Sombra Verde
- SonoPoesia
- Stand-Up
- Tempo das Cerejas
- Terra de Encanto
- Todas as Letras
- Tu Indecisa
- UALG
- UNESCO
- Umbigo
- Ursula
- Usina de Letras
- Utopia
- Verduras Factuais
- Verão Verde
- Viagens no Meu Sofá
- Viajarte
- Vida Involuntária
- Vida das Coisas
- Viver Literatura
- Walkyria
- Wild Wonders
- Wildlife
- Y2Y
- Zeariel
- e-cultura
- kARINA
- À Margem
- Árvores do Norte
Acerca de mim
- Joaquim Maria Castanho
- Escribalistas é órgão de comunicação oficial de Joaquim Maria Castanho, mentor do escribalismo português



















