5.27.2009



LANÇAMENTO DOS LIVROS:


ABAIXO DE CÃO, de E. S. Tagino


CATARINA E AS MAÇÃS, de Orlando Cardoso

O GORDO OU A MAQUINAÇÃO DO ESPELHO, de Orlando Ferreira Barros



O UMBIGO DE DEUS, de Sofia Amaro



Data: 27 de Maio às 18.30 horas
Local: Biblioteca Municipal de Portimão

5.21.2009

MAIS DE 20 000 VISITARAM A EXPO AMBIENTE E ENERGIAS RENOVÁVEIS 2009



A Cidade de Quarteira esteve em festa de 13 a 17 de Maio, com as comemorações do dia da Cidade (13 de Maio), e a 3ª Edição da Expo Ambiente e Energias Renováveis.


No dia 13 de Maio o dia de actividades começou com a inauguração do Centro Autárquico, a inauguração da Expo Ambiente e Energias Renováveis, a apresentação do FUTI F6 (1º automóvel eléctrico português) e acabou com o concerto do Toni Carreira seguido de fogo de artifício.


Ao longo dos dias que se seguiram, a cidade esteve bastante animada com um vasto conjunto de actividades que ali se foram realizando no lindo cenário da Praça do Mar: a realização de um Seminário, e a visita de dezenas de escolas à exposição onde foram feitos vários workshops, de construção de fornos solares, e um de construção de um catamaran com garrafões e outros resíduos.


Contendo um assinalável conjunto de expositores de energias renováveis (nada menos do que 14 expositores de reputadas empresas de energias renováveis onde foram colocados a funcionar numerosos painéis solares térmicos (alguns atingiram mais de 108º mesmo com os dois primeiros dias de muita nebulosidade), painéis fotovoltaicos (um esteve sempre a demonstrar como é possível fornecer energia eléctrica a um motor que puxava água), e equipamentos de biomassa, bombas de calor, energia eólica, energia solar termodinâmica, fuel cells.

Estiveram presentes mais de duas dezenas de entidades públicas e privadas, tendo sido possível visitar Stands relacionados com a mobilidade sustentável e de educação Ambiental, como a ALGAR, e a QUERCUS.

Diversas marcas de veículos amigos do ambiente estiveram presentes, com especial destaque para as maravilhosas scooters eléctricas da E-MAX com motores de 4000Wts (das quais foram vendidas várias unidades), mas também, e sobretudo o automóvel eléctrico português FUTI F6 (de que foram vendidas 8 unidades – nada mau para os tempos de crise em que se vive), as bicicletas eléctricas da Tucano(MEGASPORT), os vários SEGWAYS, e Easy-Glyders que foram experimentados por numerosos cidadãos gratuitamente .


De entre as muitas actividades que foram desenvolvidas na Praça do Mar, destacou-se ainda, no dia 13 de Maio, uma prova de cicloturismo que encheu a marginal de Quarteira, e a actuação do Rancho Folclórico Juvenil de Loulé que na noite de Sábado brindou todos os presentes com uma belíssima actuação.



No Domingo, 17 de Maio, para além da acção de limpeza da Foz do Almargem e da Praia de Quarteira com voluntariado, foi feita, também e em paralelo uma exposição de veículos antigos.

Após o simpático almoço oferecido a todos os participantes no evento pela Junta de Freguesia de Quarteira, todos os veículos amigos do ambiente desfilaram na Av. Infante Sagres e deslocaram-se de Quarteira até à Marina de Vilamoura, num cenário muito bonito.


Como resultado do envolvimento conjunto da Junta de Freguesia de Quarteira, Câmara Municipal de Loulé, o site http://www.algarverenovavel.com/ , a Liberty Seguros, o NAMB, ALGAR, APISOLAR entre muitas outras entidades, este evento foi assim, um assinalável sucesso, tendo sido o evento com mais empresas de energias renováveis realizado até hoje em Portugal !


Pode encontrar fotos sobre o evento em http://www.algarverenovavel.com/














Uma Aula de Borla!

"Lei de Kitman: A estultícia pura tende para expulsar
do quadro de projecção da TV a estultícia vulgar."
M. Kitman

Numa das tardes de leitura em esplanada, de incontestável prestação de culto às bjekas e donzelas mais inebriantes do burgo edificado em honra de Baco, se essa urbanidade não fosse anterior ao Império Romano, como de facto foi, dei por mim a escutar, sem querer, discretamente e sem intenção, embora que "obrigatoriamente voluntário" em consequência da proximidade e volume em que se desenrolava, a conversa da mesa ao lado, onde um grupo de estudantes se lamentava da bipolarizada tendência da comunicação social, incluindo tanto a imprensa como os multimédia, de expansão nacional em navegar incondicionalmente entre o tédio e o sensacionalismo, entre a notícia instrumentalizada e o fait-divers porno vedetista estilizado.
Ora, advogava um deles, o facto dessa "notícia" se manifestar alternadamente entre o exagero caricatural, determinante sublinhar da parte pelo todo, e o seu contrário, o lamechismo verbal personalista generalizador do que o que importa é quem fez e aconteceu e não o quê, ou muito menos o como e o porquê, rotineiro para boi dormir, tipo xanax prozacquiano de anestesiar a indignação (social), seria indubitavelmente a falta de profissionalismo, de respeito pelo código deontológico e natureza mercenária dos redactores/directores em defender os interesses da administração, ou proprietários do órgão de comunicação social, o que é bem pior ainda quando se alinham na bitola do produto 3=1, como sucede com aqueles pasquins onde o administrador, o director e os redactores são todos eles a mesma pessoa, ou fiéis mãos direitas dele, que assim tentam disfarçar a falta de assunto congénita à sua índole de cordeiros do poder, quais arautos da propaganda para benefícios em publicidade. Outro argumentava que enfermam de um discurso (registo) esotérico, subscritor de irrealidades, inoperâncias várias, percepções motivadas, indefinição de objectivos e rigor palasimpsestuoso, com o fitado propósito de reactualizar o passado, manter a tradição e disseminar o exemplo missionário. Mas mais adiante, quis-me parecer, haveriam de chegar a consenso: o que faltava nessa imprensa, rádios e TVs, não eram notícias mas sim critérios criteriosos no fazê-las como no escolhê-las, que espelhassem o país real e de forma arrebatada, suscitassem interesse e alimentassem a sede de conhecimento e necessidade de uma melhoria constante, nos devolvessem as suas gentes, os seus conflitos e quimeras, as suas apostas e criações, os seus lugares e circunstâncias ambientais, paisagísticas, de ordenamento e qualificação, actividades económicas e de lazer, culturais e de marketing territorial, perspectivas, métodos, instrumentos e estratégias de desenvolvimento ou combate contra as adversidades, que as reflectisse e não só às corporações e elites que as representam, enfim, um tipo de Nós Por Cá, escorreito, rigoroso, de atendimento à cidadania, Direitos Humanos e harmonia do urbanismo com o ecossistema, e sem floreados maneiristas – se possível. Um órgão de comunicação social nacional mas simultaneamente local e regional, de e com notícia feita sob os pressupostos constitucionais da nossa pluralidade.
Argumentavam, aliás, que ao ouvir essas rádios do nacional porreirismo, ao folhear esses diários e semanários de cuspinho e vaselina que o poder utiliza para penetrar melhor no quotidiano e qualidade de vida das pessoas normais e sacrificados contribuintes, ao ver essas bucólicas partituras e ilustrações do Menina e Moça sem bernardins interpretadas pelos virtuosos calistos elóis do nosso contentamento (por fundos) europeístas, se sentiam simultaneamente entretidos, narcotizados, quanto fatigados e fartos, com nojo e enlutados, pois as versões noticiosos, quer do nosso país como do estrangeiro, espécie de sopa para dieta prestes a expirar o prazo de validade feita com base nas agências noticiosas de compra e venda por "linha de rede com malha pouco legal", apenas referiam com algum entusiasmo e desenvoltura os políticos, jogadores da bola e dirigentes da "família" siciliana dos desportos, das autarquias, da religião, dos institutos obreiros e das vampes bem entrapadas para desentrapar as vistas, invariavelmente sempre os mesmos e pelas mesmíssimas razões, dando irremediavelmente as mesmas respostas às mesmas prècuras, quer por estarem na mó de cima ou na mó de baixo, prestes a ascender ao estrelato como a cair-lhe em desgraça, exagerando os protagonismos em desprimor dos eventos, numa notória versão superiormente ilustrada da lista telefónica, que seria o maior romance da História se para tantos personagens houvesse algum enredo, esquecendo a realidade social, económica e cultural dos povos dos países em questão.
E davam exemplos: quando se pronunciam sobre as universidades apenas referem as propinas, o leque de cursos, as tunas, os modos de candidatura, os dirigentes, a natureza do financiamento, e nunca as instalações, a logística e vida social, a qualidade dos formadores, a natureza dos conteúdos e o enquadramento social deles, as perspectivas futuras, além de olvidarem igualmente a configuração da vida científica que nelas se ocasiona, os trabalhos de investigação em que estão envolvidas, as teses que já emanaram e o retorno auferido pela sua actividade cultural e tecnológica, o modo de intercepção com o meio social/cidade que o seu campus integra, a aceitabilidade e envolvimento das populações autóctones com as actividades por elas desenvolvidas; quando falam de arte, apenas citam os nomes das obras, os seus autores e formação dos mesmos, os produtores ou editores, os prémios abichados e os currículos ou filiações político-paridárias, créditos religiosos, idade e região de origem, etiqueta de género e corrente de estilo, esquecendo-se mais uma vez de ilustrar o discurso com as ditas "peças de arte" e depoimentos críticos abalizados sobre elas, trabalhar sobre um texto, um poema, um quadro, um fotograma, um filme, uma escultura, de forma não só a mostrá-la mas também a maneira como a vê ou vêem aquelas que a contactaram, como a sente e sentiram os demais, dando quase a entender que a nossa criação artística, a poesia, a pintura, a arte em geral, não serve para nada, além de ganhar uns dinheiros pela sua comercialização, entreter velhinhos e armar aos patos para concurso a fundos e subsídios ministeriais; ou se se referem à indústria e comércio, não vão além de divulgar as apreciações dos seus dirigentes e moleculares feitos estatísticos, as porcentagens com reflexo no marketing e imagem dos beneméritos proprietários e territórios onde se instalaram, a quantidade de empregos que geraram, o volume de negócios "legais" que efectuaram, as greves e arruaças que "sofreram", mas jamais a avaliação de suas sustentabilidades (de emprego, social, gestão, financiamento, resultado económico ou lucro/valor acrescentado), deitando às urtigas as que não causam qualquer motivo de falatório, por risco de falência ou gestão danosa, e simplesmente funcionam bem, detonam uma linha de produtos, investem numa técnica eficaz técnica ou peculiar aventura de actividade no ramo industrial e comercial; e quando se debruçam sobre os serviços, transportes, energias, agricultura e pescas, o panorama é exactamente o mesmo, repetindo aquilo que poderiam dizer acerca de qualquer outra actividade sendo igualmente plausível, por averbamento dos chavões e inconfundíveis lugares comuns a que costumam socorrer-se para fazerem andar a sua cadeirinha de rodas ou veículo de comunicação, como gostam de dizer sobre o suporte que os suporta e atura. E mais uma vez omitindo o quotidiano e bastidores das actividades e progressos dessas empresas, dessas associações, dessas cooperativas, dessas fábricas, desses estaleiros, desses meios de produção, seu planeamento, programas, vitalidade, empenho e dedicação à reconstansubstancialidade económica de um país a braços com a crise desde 1383-85.
Um deles, mais indignado e pessimista, citando um jornalista nortenho, acentuava: "E não será Portugal mais que uma centena de fulanos e quatro/cinco partidos? Do país real só conhecemos as maleitas políticas, os defeitos e deformações. E não conseguimos despegar a vida desta telenovela. O Estado, o governo, o parlamento, os tribunais, os partidos, cobrem por completo o nosso horizonte perceptivo e motivacional. Não vemos mais nada, não lemos mais nada, não ouvimos mais nada, não conhecemos mais nada nem ninguém, a não ser aquela notícia narcotizada e alienante que a indústria do vulgar nos propícia. Nós próprios deixámos de existir ou, quando damos nas vistas, é só e sempre por coisa ruim. Incluindo as nomeadas premiações por narcisos oscarinos."
Em verdade vos digo, porém e particularmente, que dei por mim, eu que sou o mestre da contestação, do contra e do não, a consentir uma anuência explícita e clara, de consonância com as inquietações e reflexões daqueles (des)conhecidos de momento, e provavelmente até a invejar-lhe a preciosa acutilância do diagnóstico. E confesso, não fora a minha natural timidez de provinciano atreito leitor do Borda d'Água e d'O Semeador, teria interferido e entrado na conversa, para sublinhar o meu acordo, assim como a vontade plangente de apontar-lhes uma alternativa capaz de burilar as suas legítimas insatisfações profissionais. E devia tê-lo feito, pelo que sinceramente lamento o facto de o não ter ousado...
Porquê? Porque o que era deveras primacial – e me leva a fazê-lo agora aqui –, era alertá-los para a evidência de que existe na vida muito mais do que aquilo que de bandeja dela nos é dado: que se a imprensa, rádio e TVs nacionais os deixa subtraídos à realidade, então devem (e podem) recorrer aos veículos de expressão local e electrónica que a www põe gratuitamente à nossa disposição, os denominados blogues, porquanto é aí que pulsa o esgrimir de pessoas autênticas, responsáveis, emancipadas e conscientes, porque independentes da contrapartida publicitária, em prol do progresso, da sociedade para todos, do desenvolvimento, do conhecimento, da Liberdade, do bem-estar, da partilha, da harmonia social, seus anseios e preocupações, aspirações, criações e fantasias, seus poemas e manifestos, ensaios e apologias. Que não se fiquem somente pelos jornais e multimédia do fado português de cunha e arranjinho político, ou se limitem aos pratos feitos do pronto a engolir da frugalidade comunicativa dos enlatados diversos ou dos chouriços enchidos por composição de supermercado, infinitos folhetins da realidade à talhada servida, para entorpecer em vez de informar. Porquanto é messes blogues que podem dizer de vossa voz a dignidade que acalentam, a transparência com que exigem e a que se expõem, a honestidade e autenticidade que reivindicam, as pessoas que de verdade vos acompanham desde que nasceram, as regiões que habitam e as pessoas que as preenchem convosco, pugnam pelo seu desenvolvimento e lugar no mundo, as iniciativas que as animam, o seu quorum social, cultural, associativo, etnográfico, desportivo, paisagístico, ambiental, natural, zoológico, florestal, aquífero, climatérico, edificado, económico e valorativo que as caracteriza e torna únicas em todo o globo.
Repito: lamentavelmente, cobardemente, não me levantei e o disse, deixando-os partir sem me incomodar a aliviar a sua trágica condição existencial e problemática profissional ou cognitiva, reiterando como se mantêm num curso que quer capacitá-los a manter vivo um defunto que já fede, e que dificilmente terá lugar nos dias de hoje, porquanto o jornalismo tal como é propalado nos termos do 3=1 e do 5WH com corcunda de Quasimodo, já deu o que tinha a dar, está nas vascas da agonia e insustentabilidade, e anda a tirar macacos do nariz para moldar bonecos de entretenimento – se o quer conseguir, e mesmo esses já ninguém nota. Fiz mal. Fui péssimo exemplo, até para mim próprio, que nunca costumo envergonhar-me de nada daquilo que, nem tenho porquê envergonhar-me. E admito que foi daí que a consciência se me turvou, comprometeu e ganhei este jeito exasperado de cronicar. Portanto, e para me redimir, como em reconhecida memória daqueles sentenciosos e valorosos críticos, desinfestados e descomprometidos, porém imberbes nas lides da tarimba, aqui o faço agora, o que, não sendo a mesma coisa, mais adiantando que quem quer ver longe há-de mirar de perto ou, no vice-versa igualmente verdadeiro, só se vê bem o que temos por perto quando o observarmos com distanciamento. Porque é na bloguice apagada dos lugares recônditos que a vida germina com redobrada pujança e gana, que se pode e é dado a conhecer o país real, distrito a distrito, concelho a concelho, freguesia a freguesia, lugar a lugar, como espelho sem inversões nem hipotéticas virtualidades, nas suas escolas, associações, herdades e cooperativas, tascas e cafés, grupos culturais, de teatro, folclóricos, musicais, colectividades desportivas e recreativas, de bairro ou de rua, no esplendor da sua actividade e dinamismo, projecção e participação voluntariosa, reafirmando irreverentemente que Lisboa, Porto e Coimbra são marketing mas o resto é Portugal. Pois é no conjunto desses veículos de comunicação, Fórmulas 1 da modernidade, que o povo português vai cimentando a sua História, iludindo o anonimato e atrofismo, a interioridade e subdesenvolvimento, metódica e humildemente, mas certos de quanto estão a dar conta da verdadeira portugalidade, reforçando a nossa identidade, inconfundível como indestrutível se manifesta por irrevogável, sem a bestialidade das mentirinhas intencionais corporativistas e do discurso do burro-coça-o-burro usual e costumeiro pelos veterano do gagaísmo local, batalhões de resistentes da cosa nostra fomentadora do terrorismo urbano em demanda do anúncio prometido, e demais agremiações estruturantes do Estado Novo salazarista pós-Salazar, disseminado por marcelos e sousas esforçados mais do que permitia a sensatez humana, a honestidade intelectual e a abertura de espírito.
Ou seja, para vós, a quem infantilmente deixei partir numa tarde de Primavera, sem manifestar a minha concordância e admiração, aqui registo agora o meu grande OBRIGADO pela lição que me deram, pelo voyeurismo mental que me autorizaram e pela crónica que me sugeriram. Gracias tantas!

5.19.2009

















FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN
23 24 Maio 2009 Sábado e Domingo 09h30 às 18h00 Edifício Sede

23 de Maio, Sábado
09h30
Aud.2
Carlos Marques da Silva: Darwin geólogo e o paradoxo da biodiversidade
Lotação limitada Entrada gratuita









Sala 2
Jardim
Ana Bígio Sara Simões Pedro Salgado: Ilustração científica: 5 séculos de ilustração científica









Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
J.P. Granadeiro, P. Marques:
À procura de aves no jardim
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
10h30


Jardim
J.P. Granadeiro, P. Marques:
À procura de aves no jardim

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
11h00
Jardim
Miguel Barros: Pardais ao ninho
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita



Aud. 2
Silvia Mateus (soprano), Nuno Vieira de Almeida (piano): Música que a Evolução Inspirou


Preço:2€


Sala 4
J. Leal, I. Marques, P. Almeida, R. Alves, F. Cadete: Detectives do DNA









Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
11h30
Aud. 3
Grupo de Teatro A Barraca: O Professor de Darwin










Preço:2€
12h00
Sala 2
Bruno Ribeiro: Fósseis para todos










Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Jardim
Francisco Branco: Evolução no Jardim
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
12h30
Aud. 2
José A. Feijó: Tudo quanto sempre quis saber acerca do sexo (em plantas)










Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 1
António Frias Martins: E se Darwin voltasse agora… aos Açores?

Lotação limitada Entrada gratuita
12h30





Jardim
Miguel Barros: Pardais ao Ninho
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
13h00
Aud. 3
Amândio Pinheiro: Conferência de um Macaco




Preço:2€





13h30
Sala 2
S. Garcês, J. Azevedo, S. Braga, M.R. Dionísio
Diagnosticando Darwin: Dr. House visita Down House




Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
14h00





Aud. 2
Rui Oliveira: As Hormonas e o que nós somos




Lotação limitada Entrada gratuita

Aud. 3
Grupo de Teatro A Barraca: O Professor de Darwin




Preço:2€

Sala 1
Rui Costa: O nosso cérebro e o comportamento





Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 4
J .Leal, I. Marques, P. Almeida, R. Alves, F. Cadete: Detectives do DNA









Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
14h30
Jardim
Miguel Barros: Pardais ao ninho




Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita





15h00
Sala 2
Paulo Fonseca: Como se faz uma montanha




Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita





15h30
Aud. 2
Eugénia Cunha: O que os ossos têm para nos dizer









Lotação limitada Entrada gratuita

Aud.3
Grupo Teatro FCUL- A. Branco: Eu (a natureza é a natureza)









Estreia nacional Preço:2€

Sala 1
Élio Sucena: A evolução da forma: de Darwin ao DNA









Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 4
Rui Oliveira (e outros): As partidas que o cérebro nos prega









Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Jardim
J.P. Granadeiro, P. Marques: À procura de aves no jardim
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
17h00
Aud. 2
Mark Stoneking: A Evolução Humana: uma Perspectiva Molecular









Entrada livre









24 de Maio, Domingo
09h30
Aud.2
Élio Sucena: A evolução da forma: de Darwin ao DNA









Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 2
Ana Bígio, Sara Simões, Pedro Salgado: Ilustração Científica: Desenho de Campo
(Projecto Grupo do Risco)

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita


Sala 4
S. Garcês, J. Azevedo, S. Braga, M.R. Dionísio: Diagnosticando Darwin: Dr. House visita Down House
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Jardim
J. P. Granadeiro, P. Marques: À procura de aves no jardim
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita










10h30

J.P. Granadeiro, P. Marques: À procura de aves no jardim
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita
11h00


Jardim
Miguel Barros: Pardais ao ninho

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Aud.2
Silvia Mateus (soprano), Nuno Vieira de Almeida (piano): Música que a Evolução Inspirou

Preço: 2€

Sala 1
José A. Feijó: Tudo quanto sempre quis saber acerca do sexo (em plantas)

Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 4
J. Leal, I. Marques, P. Almeida, R. Alves, F. Cadete: Detectives do DNA

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita


11h30
Aud. 3
Grupo de Teatro A Barraca: O Professor de Darwin

Preço: 2€


12h00
Jardim
Francisco Branco: Evolução no jardim
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita


12h30
Aud. 2
Ana Leonor Pereira: As revoluções de Darwin

Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 1
Eugénia Cunha: O que os ossos têm para nos dizer

Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 2
Paulo Fonseca: Como se faz uma montanha

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 4
Bruno Ribeiro: Fósseis para todos

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Jardim
Miguel Barros: Pardais ao ninho
Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita


13h00
Aud. 3
Amândio Pinheiro: Conferência de um Macaco

Preço: 2€


14h00
Aud. 2
António Frias Martins: E se Darwin voltasse agora … aos Açores?

Lotação limitada Entrada gratuita

Aud. 3
Grupo de Teatro A Barraca: O Professor de Darwin

Preço:2€

Sala 1
Carlos Marques da Silva: Darwin geólogo e o paradoxo da biodiversidade

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

Sala 2
Jardim
André Levy / Raquel Barata: Com Darwin, de Jardim em Jardim

Inscrição prévia Lotação limitada Entrada gratuita

5.09.2009



LANÇAMENTO DO LIVRO:

Eu Mulher de Mim – Em Lisboa, além Tejo e todo o Mundo
da autoria de Carmo Miranda Machado


Data e Local: 9 de Maio às 19.00 horas
Junta de Freguesia de Vale de Vargo – Salão Polivalente

5.06.2009






EUROPEAN SOLAR DAYS EM QUARTEIRA - 13 a 17 de Maio de 2009




Expo Energias Renováveis & Mobilidade Sustentável 2009

De 13 a 17 de Maio de 2009, estará patente na Praça do Mar, em Quarteira, a Expo Energias Renováveis e Mobilidade Sustentável 2009.
Neste 3º ano em que se realiza em Quarteira, esta exposição está integrada nas Comemorações Europeias dos Dias do Sol (European Solar Days). Tal não é de estranhar porquanto em 2007 a Junta de Freguesia de Quarteira organizou um almoço para 700 pessoas inteiramente feito em fornos solares, e em 2008 estiveram presentes neste certame, para além das outras entidades públicas e privadas, nada mais, nada menos do que 11 empresas de energias renováveis, com os seus equipamentos todos a funcionar e a serem medidas as respectivas temperaturas, coisa muito raramente vista neste país abençoado pelo Sol.
O que torna esta exposição diferente é o facto de nela só poderem participar entidades empenhadas na protecção ambiental, bem como empresas de energias renováveis, e mobilidade sustentável e de divulgação de energias mais limpas que ajudem Portugal a abandonar a nossa fatídica dependência petrolífera, e a atingir os objectivos de Quioto.

Na Expo Energias Renováveis e Mobilidade Sustentável 2009 estarão também presentes todos os veículos amigos do ambiente á venda em Portugal, tais como automóveis eléctricos, eléctricos e solares, híbridos / bifuel, biodiesel, hidrogénio, scooters eléctricas, bicicletas eléctricas, segways, velocruisers, easy glyders entre outros.

Em especial destaque neste certame, será feita a apresentação nacional do primeiro automóvel eléctrico inteiramente construído em Portugal, o FUTI F6, construído em Leiria e que já tinha ganho o Algarve Green Vehicle Challenge em 2006, e 2007 então na classe dos protótipos eléctricos. Agora finalmente o pequeno carro português já pode ser adquirido para circular na via pública, com a vantagem de nunca mais ter de ir a uma bomba de combustível, pois é recarregado na nossa casa, numa qualquer tomada eléctrica convencional tal e qual como o nosso telemóvel, e gasta até menos electricidade do que muitos electrodomésticos, para fazer cerca de 90 Kms com duas pessoas!

Com a particularidade de ser uma exposição de entrada livre, em que se pode ver e perceber como funcionam todos os equipamentos à venda em Portugal para aproveitamento das energias renováveis (energia solar térmica, e fotovoltaica, eólica, geotérmica) e que podem actualmente ser instalados nas nossas casas em proveito do ambiente e da carteira, esta Expo Energias Renováveis e Mobilidade Sustentável 2009 tem ainda muitos outros pontos de interesse, como por exemplo bombas eléctricas e caldeiras extremamente eficientes do ponto de vista energético para complementar da melhor forma os equipamentos de energias renováveis.
Realizar-se-ão vários workshops com reutilização de materiais, com a presença de dezenas de escolas ao longo dos dias, e estarão em exibição ao longo de todo o certame numerosas sessões de cinema “Cine-Eco”.

Assim, as Comemorações do Dia da Cidade de Quarteira (13 de Maio de 2009), serão mais uma vez feitas em ambiente de festa, este ano também com a inauguração do novo Centro Autárquico, e com um concerto de Tony Carreira (dia 13 de Maio, às 21.30h).
No dia 14 de Maio realizar-se-à um Seminário na Galeria da Praça do Mar, das 14:30h às 18:00h, organizado pelo NAMB (Núcleo de Ambiente da Universidade do Algarve) intitulado “ENERGIAS RENOVÁVEIS E SOLUÇÕES DE MOBILIDADE SUSTENTADA PARA O ALGARVE”.
No dia 16, das 11h às 12h realizar-se-á uma acção de limpeza da Foz do Almargem com voluntários, e no dia 17 da parte da tarde, a seguir ao almoço solar oferecido a todos os expositores e colaboradores neste evento, será feito um desfile histórico com veículos a desfilar, desde os mais antigos até aos do presente / futuro mais amigos do ambiente.

De entre as muitas entidades presentes na exposição, destacam-se a REFRISUN, ENAT, SOLAR ONE, SOLAR PROJECT, MENDONÇA INOVAÇÕES, JORO, TECACLIMA, SERVITRIFF, HOME ENERGY, EMMAX (Scooters Eléctricas), HONDA CHRYSLER (MS CAR, Automóveis híbridos e a bi-fuel), MEGASPORT (Bicicletes e Patinetes Eléctricos), ALGAR, FUTI(Automóveis Eléctricos), MEGA (Automóveis Eléctricos), SEGWAY, Liberty Seguros, HIDROPURA, entre outras.

A Junta de Freguesia de Quarteira, em conjugação com a Câmara Municipal de Loulé, e com a colaboração da ALGAR, APISOLAR, e o site
www.algarverenovavel.com são os grandes impulsionadores desta exposição que merece ser visitada por todos de 13 a 17 de Maio de 2009 em Quarteira.

EXPO AMBIENTE E ENERGIAS RENOVÁVEIS – 13-17 Maio 2009 Quarteira

PROGRAMA
13 de Maio 2009, Quarta
DIA DA CIDADE DE QUARTEIRA

9:30 - 10:00 Hastear da Bandeira seguida de sessão solene comemorativa da Elevação de Quarteira a Cidade
10:30 Inauguração do Centro Autárquico de Quarteira
11:00 Prova de Atletismo
15:00 Inauguração da Expo Ambiente & Energias Renováveis 2009 (Praça do Mar)
11:00-23:00 (ao longo de todo o dia) Transmissão de filmes de educação ambiental CINE-ECO (INATEL) na sala da Praça do Mar
Demonstrações de diferentes equipamentos de aproveitamento de energias renováveis (energia solar térmica, fotovoltaica, e eólica)
Demonstrações de funcionamento de pilhas de combustível (SRE - Soluções Racionais de Energia)
Sessões de divulgação de Boas Práticas Ambientais (Associações de Defesa do Ambiente QUERCUS, e ALMARGEM e ALPORTEL)
Explicação do processo de Recolha, Reciclagem e Reutilização de Resíduos (ALGAR)
Explicação do processo de Recuperação de Baterias
Exposição e demonstração de utilização de Veículos Amigos do Ambiente
Utilização de Hidrogénio em veículos Automóveis convencionais (HIDROGENPOWER)
21:30-23:00 Concerto Tony Carreira


14 de Maio 2009, Quinta

11:00 - 14:00 Sessão de educação ambiental/Workshop de construção e utilização de Fornos Solares (almoço solar)

14:30- 18:00 Ciclo de Conferências “Energias Renováveis e Soluções de Mobilidade Sustentada para o Algarve” (Auditório da Praça do Mar - Quarteira)
14:30h – Sessão de abertura
15:00h – Aplicação das Energias Renováveis no Projecto Térmico de Edifícios Públicos – Prof. Eusébio da Conceição (UAlg)
15:20h – História dos Fornos Solares em Portugal – Prof. Júlio Piscarreta (TÁSOL)
15:40h – Fuell Cells e suas aplicações – Prof. Campos Rodrigues (SRE - Soluções Racionais de Energia, SA)
16:00h – Energia Solar Térmica em Portugal - História, Tendências e Perspectivas - Sr. José do Serro (GENITERMICA)
16:20h – Cofee Break
16:40h – Utilização de Biogás em aterros – Eng. Valter Ferreira (ALGAR)
17:00h – Passado, Presente e Futuro dos Veículos Eléctricos – Dr. António José Brito (www.algarverenovavel.com)
17:20h – Educação Ambiental da ECOTECA de Olhão – Dr.ª Fátima Monteiro (ECOTECA)
18:00h – Encerramento

11:00-23:00 (ao longo de todo o dia) Transmissão de filmes de educação ambiental CINE-ECO (INATEL) na sala da Praça do Mar
Demonstrações de diferentes equipamentos de aproveitamento de energias renováveis (energia solar térmica, fotovoltaica, e eólica)
Demonstrações de funcionamento de pilhas de combustível (SRE - Soluções Racionais de Energia)
Sessões de divulgação de Boas Práticas Ambientais (Associações de Defesa do Ambiente QUERCUS, e ALMARGEM e ALPORTEL)
Explicação do processo de Recolha, Reciclagem e Reutilização de Resíduos (ALGAR)
Explicação do processo de Recuperação de Baterias
Exposição e demonstração de utilização de Veículos Amigos do Ambiente
Utilização de Hidrogénio em veículos Automóveis convencionais (HIDROGENPOWER)
21:30-22:30 Encontros Comsumo - Gestão de Condomínios - DECO (Auditório da Praça do Mar)

Dia 15 de Maio 2009, Sexta

11:00 - 14:00 Sessão de educação ambiental/Workshop de construção e utilização de Fornos Solares (almoço solar)
11:00-23:00 (ao longo de todo o dia) Transmissão de filmes de educação ambiental CINE-ECO (INATEL) na sala da Praça do Mar
Demonstrações de diferentes equipamentos de aproveitamento de energias renováveis (energia solar térmica, fotovoltaica, e eólica)
Demonstrações de funcionamento de pilhas de combustível (SRE - Soluções Racionais de Energia)
Sessões de divulgação de Boas Práticas Ambientais (Associações de Defesa do Ambiente QUERCUS, e ALMARGEM e ALPORTEL)
Explicação do processo de Recolha, Reciclagem e Reutilização de Resíduos (ALGAR)
Explicação do processo de Recuperação de Baterias
Exposição e demonstração de utilização de Veículos Amigos do Ambiente
Utilização de Hidrogénio em veículos Automóveis convencionais (HIDROGENPOWER)
21:30-22:30 Actuação da Orquestra de Guitarras de Loulé (junto á Galeria da Praça do Mar)

Dia 16 de Maio 2009, Sábado

10:00-11:00 - Acções de limpeza da Foz do Almargem com voluntariado
11:00 - 14:00 Exposição e utilização de Fornos Solares (almoço solar)
11:00-23:00 (ao longo de todo o dia) Transmissão de filmes de educação ambiental CINE-ECO (INATEL) na sala da Praça do Mar
Demonstrações de diferentes equipamentos de aproveitamento de energias renováveis (energia solar térmica, fotovoltaica, e eólica)
Demonstrações de funcionamento de pilhas de combustível (SRE - Soluções Racionais de Energia)
Sessões de divulgação de Boas Práticas Ambientais (Associações de Defesa do Ambiente QUERCUS, e ALMARGEM e ALPORTEL)
Explicação do processo de Recolha, Reciclagem e Reutilização de Resíduos (ALGAR)
Explicação do processo de Recuperação de Baterias
Exposição e demonstração de utilização de Veículos Amigos do Ambiente
Utilização de Hidrogénio em veículos Automóveis convencionais (HIDROGENPOWER)
21:30-22:30 Actuação do Rancho Folclórico Juvenil de Loulé (junto á Galeria da Praça do Mar)

Dia 17 de Maio, Domingo

10:00-11:00 – Prova de Ciclismo
11:00 -14:00 Exposição e utilização de Fornos Solares (almoço solar)
11:00 H-15:00 Exposição de Veículos Amigos do Ambiente e de Veículos Antigos (Av. Infante Sagres)
13:30 H Almoço Solar em Quarteira
15:00 H Desfile dos veículos ecológicos do futuro (retrospectiva histórica do passado ao futuro) (Av. Infante Sagres)
11:00-23:00 (ao longo de todo o dia) Transmissão de filmes de educação ambiental CINE-ECO (INATEL) na sala da Praça do Mar
Demonstrações de diferentes equipamentos de aproveitamento de energias renováveis (energia solar térmica, fotovoltaica, e eólica)
Demonstrações de funcionamento de pilhas de combustível (SRE - Soluções Racionais de Energia)
Sessões de divulgação de Boas Práticas Ambientais (Associações de Defesa do Ambiente QUERCUS, e ALMARGEM e ALPORTEL)
Explicação do processo de Recolha, Reciclagem e Reutilização de Resíduos (ALGAR)
Explicação do processo de Recuperação de Baterias
Exposição e demonstração de utilização de Veículos Amigos do Ambiente
Utilização de Hidrogénio em veículos Automóveis convencionais (HIDROGENPOWER)

Mais informações em http://www.algarverenovavel.com/ ou através do Tel. 964144312

4.30.2009



LANÇAMENTO DO LIVRO:






As Edições Colibri (www.edi-colibri.pt ), o Instituto de Estudos
de Literatura Tradicional e a Associação
25 de Abril levarão a cabo
uma sessão de apresentação do livro

Camponeses, Cultura e Revolução
Campanhas de Dinamização Cultural
e Acção Cívica do MFA (1974-1975)
da autoria de Sónia Vespeira de Almeida,
que será apresentado pelo Professor Doutor
João Leal, pela Professora Doutora
Paula Godinho e pelo Presidente da direcção
da Associação 25 de Abril,
Coronel Vasco Lourenço




Data e Local: 30 de Abril às 18.30 horas – Associação 25 de Abril

Rua da Misericórdia, 95, Lisboa



4.29.2009


Lançamento de Livro


Património Industrial e Pré-Industrial de Montijo
da autoria de Alfredo Tinoco e Élia de Sousa


Data e Local: 1 de Maio de 2009, às 18.00hGaleria Municipal do Montijo

4.17.2009



LANÇAMENTO DO LIVRO:

UMA TERRA AO SUL

Autora: Maria do Rosário Carvalhal

Data e Local: 16 de Abril, pelas 19.00 horas
Anfiteatro de Portel

4.16.2009

Convocatória aberta para Filminho 2009


Até ao próximo dia 30 de Maio a organização do Filminho – Festa do cinema Galego e Português - começa a receber inscrições para as mostras competitivas portuguesa e galega. A inscrição é gratuita e pode ser feita através do site www.filminho.info, do e-mail info@filminho.info.
A segunda edição do Filminho terá lugar nos dias 16,17,18 e 19 de Julho em Vila Nova de Cerveira e Tominho (Galiza). As principais secções competitivas do Filminho são o Grande Prémio, atribuído ao melhor filme de produção galega e/ou portuguesa em competição no Festival e Cinema Minhoto, orientado para filmes realizados no Minho ou com referências à região.
Conforme o regulamento, a pré-selecção será realizada por um júri nomeado pela direcção do festival. Os filmes concorrentes deverão obedecer aos seguintes requisitos: as obras (de qualquer género ou duração) têm de ser concluídas após 1 de Janeiro de 2008;ser faladas, ou legendadas, dentro do sistema linguístico do galego e/ou português; estarem disponíveis para exibição em 35mm ou Vídeo (DVCAM, DV ou miniDV, apenas sistema PAL). Caso o filme seja seleccionado, o responsável será notificado
por e-mail até ao dia 21 de Junho de 2009.
As exibições vão decorrer em dois grandes espaços: no Auditório de Goián, uma sala mais tradicional, e no Auditório de Cerveira, ao ar livre. O
regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis em www.filminho.info.

Filminho 2009

Destacam-se os pontos fortes do Filminho:
1) O Audiovisual Galego e Português. A continuidade cultural, linguística e geográfica entre Portugal e a Galiza fornece aos criadores e mercados audiovisuais todo um mar de oportunidades para explorar e deve ser reflectida nas imagens cinematográficas. Nos tempos que correm, não temos dúvidas de que algo que é necessário cultural e economicamente, não deve falhar.

b) O seu carácter transfronteiriço. É fácil um Festival ser internacional porque recebe filmes de várias nacionalidades. Mas um Festival sê-lo porque decorre em dois países é algo completamente diferente. Porque se estabelece sobre a fronteira, anulando qualquer distância, juntando povos e culturas, não apenas num sentido conceptual ou discursivo, mas fisicamente, na própria realidade.

Nesta edição, o objectivo do Filminho é dar a máxima atenção a cada filme, a cada sessão, a cada convidado, a cada espectador, e a máxima visibilidade às cinematografias, aos criadores, aos produtores e, claro, aos patrocinadores. Ao nível da programação, destaca-se, para já, a retrospectiva sobre o realizador Edgar Pêra.

Histórico

“O Filminho arrisca e deseja petiscar. Nunca deixaremos de fazer um festival que arrisca. É característica do Filminho agradar a uns e não agradar a outros, pois nada de verdadeiro pode ser perfeito. O Filminho quer marcar o seu tempo, modificar as formas de olhar o Minho transfronteiriço e tudo o que o compreende”.
André Martins, director do Filminho.

“Saudamos a chegada do Filminho, que sem dúvida ajudará a aproximar e a intensificar um proveitoso ir e vir de gentes, cultura e ideias. O Filminho é o primeiro grande evento cultural que acontece, ao mesmo tempo, na Galiza e em Portugal, feito por e para galegos e portugueses”.
Sandra González, Alcaldesa do Concello de Tomiño

“O Filminho é um evento que consagra a proximidade geográfica e os numerosos vínculos entre a Galiza e Portugal como a afinidade idiomática e cultural”.
José Pedro Ribeiro, do Instituto do Cinema e Audiovisual.

“O Filminho é um projecto desenhado para potenciar o encontro e o convívio entre criadores de dois países”.
Manuel González, Axencia Audiovisual Galega.
Para mais informações:
filipa.filminho@gmail.com / comunicacao@filminho.info
96 277 82 58 / 91 093 49 84

info@filminho.info
http://www.filminho.info/
http://www.filminho.wordpress.com/
www.youtube.com/festivalfilminho
http://www.facebook.com/people/Filminho-Festa/1096671923#/profile.php?id=1096671923&v=wall&viewas=1117879170
Entende a Câmara Municipal de Marvão através da sua linha editorial, a Revista Ibn Maruán, associar-se à comemoração dos 200 anos das Invasões Francesas em Portugal, editando um número especial.
Se há dois séculos muitas povoações
viram o seu património, sobretudo o religioso, delapidado e destruído pelas tropas francesas e também inglesas, o território de Marvão passou incólume ao longo desses anos dos inícios do século XIX. Contudo, foi visitado por várias vezes, desde o tempo da denominada Guerra Fantástica até às Invasões Francesas, pelas partes em conflito para avaliarem o estado da fortificação e acessos à fronteira. São os relatos dessas visitas que neste número especial da Ibn Maruán se publicam e que nos descrevem as terras de Marvão, particularmente as ruínas da Ammaia, nos meados do século XVIII e nos inícios do século XIX.


MARVÃO E AMMAIA ao tempo das GUERRAS PENÍNSULARES
(N.º especial da revista IBN MARUÁNRevista Cultural do Concelho de Marvão)

Autores: Armin U. Stylow, Juan Manuel Abascal e Rosário Cebrián

Apresentação: Prof. Doutor José d'Encarnação

Data e Local: 19 de Abril, pelas 16.00 horas
Câmara Velha – Casa da Cultura de Marvão
Será servido um "Marvão d'Honra"

3.27.2009

Obviamente, demito-me

"Cada herdade é um compêndio de ecologia animal;
e a ciência florestal é a tradução desse livro."
Aldo Leopoldo, in A Sand County Almanac

Sob o slogan com "Os Verdes" construir a mudança, decorreu durante os dias 13 e 14 deste mês, na Casa do Artista, em Lisboa, a XIª Convenção do Partido Ecologista "Os Verdes". Todavia, porque voltou a ser reiterada a posição imutável do partido em continuar a concorrer às eleições no âmbito da CDU, estratégia com a qual se pretende alargar o conceito de melancial ao de biodiversidade, a que categoricamente sou adverso, e tendo manifestado exactamente isso na intervenção por mim feita na dita Convenção, não vejo outro caminho, em coerência, responsabilidade democrática e honestidade intelectual, senão declarar que estou indisponível para integrar qualquer lista ou subscrever qualquer proposta eleitoral que não observe integralmente a minha atitude e da corrente de acção política em que se inscreve; logo, fora do contexto e quadro eleitoral da CDU.
Portanto, reservo-me o direito de não colaborar com toda e qualquer iniciativa política, eleitoral ou não, nacional, regional ou localmente, que futuramente seja promovida pela CDU, e enquanto se mantiverem as linhas de acção política da moção aprovada em Convenção. Porém, continuarei a pugnar por uma sociedade ecologista e emancipada, consciente e responsável, pela defesa da natureza e do ambiente, pela sustentabilidade económica, social, territorial, administrativa, cultural e cognitiva, bem como pela biodiversidade, pela gestão racional dos recursos naturais, pelo não cultivo e proliferação dos OGM, pela melhoria da qualidade e das condições de vida, além da sustentabilidade planetária, em prol de uma sociedade cada vez mais justa, mais solidária, mais democrática, mais harmoniosa, mais participativa, mais fraterna, mais desenvolvida, mais inclusiva, mais próspera, mais transparente, mais integrativa, mais coesa, mais positiva, mais associativista, mais plural e diversificada, mais ética e mais moderna, de acordo com as minhas capacidades criativas e de intervenção constitucionalmente consagradas.
Porque só assim, creio, também melhor e mais eficazmente poderei juntar o meu contributo de cidadão ao contributo dos demais cidadãos da comunidade a que pertenço, na edificação de uma Europa para todos, sem abdicações contagiosas nem quezílias desconstrutivas enraizadas em ideologismos (pré-)Guerra Fria não reciclados, logo, obsoletos.

3.26.2009


O Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian realiza no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian (Av. de Berna, 45 A) a conferência – Just Before Darwin: the question of species during the 1850’s – que terá lugar no dia 25 de Março, às 18h00, e será proferida pelo Prof. PIETRO CORSI da Universidade de Oxford, UK. Teria muito gosto em que estivesse presente nesta iniciativa. Poderá também assistir em directo através do site: http://live.fccn.pt/fcg/ e enviar as suas questões para o email darwin@gulbenkian.pt.
PIETRO CORSI
Professor Pietro Corsi is Professor of the History of Science at the University of Oxford. He is the author, amongst others, of the websites www.lamarck.net, http://www.buffon.cnrs.fr/, and http://www.hstl.crhst.cnrs.fr/i-corpus/histmap. He is an advocate of free access to the results of academic research.
Research Interests
· History of life and earth sciences
· Science and religion (18th–20th centuries)
· Science, politics and society
· History of science as a discipline
· Internet for the history of science
· History of neurosciences
· Science and society in the 19th century in Great Britain, France and Italy

Supervision Interests
The history of the philosophy of science; science and religion (17th–20th centuries); and the areas covered by research interests
Research Interests and Activities
· Eighteenth-Century Britain and Europe
· Science, Medicine, and Technology
· Modern Britain and Europe

3.20.2009

Só você não sabe
Só você não vê...


"Tudo pode ser reciclado... Sobretudo as ideias!
Entendemos que o ecologismo é uma nova atitude perante a vida, que nasce da reflexão e da prática de muitos grupos e pessoas, que em todo o mundo se aperceberam que estamos perante uma crise civilizadora, que se torna necessária a definição de caminhos alternativos que valorizem a criatividade individual e colectiva.
A questão cultural é pois fundamental no nosso projecto alternativo de sociedade, estimulando a geração de uma nova ética existencial, que se baseia no respeito pela vida e pela natureza."

Página 115, do Programa do Partido Ecologista "Os Verdes"


Nas vésperas do amanhã é que devemos aviar-nos de quanto iremos precisar durante as viagens, principalmente daquelas feitas no alto mar da modernidade... Ora, como é que um partido incapaz de mudar-se a si mesmo pode outorgar-se ser o arauto da mudança numa sociedade, qualquer e por mais ou menos liberal que ela seja? Que autoridade moral assiste a alguém que exige aos demais fazerem algo que ele próprio não consegue? E isto é, no mínimo, estranho... A não ser que seja um costume típico daqueles que confundem especismo com biodiversidade, quando apostam no cultivo de um género alimentício em detrimento de todos os outros, e que julgando fazerem-no para se salvarem, estão, afinal, não a arrotear o chão do seu futuro, mas a escavar a própria sepultura, a insustentabilidade e o descrédito político. Pelo que não carece de grande golpe de vista nem de suma sapiência, arreigado prognóstico ou atreito sortilégio, a compreensão generalizada deste facto. A monocultura já arrastou para a falência quase todas as unidades de produção que a elegeram como receita estratégica ou mesinha para o défice no balanço, e as que ainda não faliram andam a braços com a dívida que esta crise nunca lhes ajudará a pagar, onde até as colectividades de sucesso eleitoral têm dificuldades de afirmação. Porque nesse caldo pantanoso, propício à rizicultura, não passa mesmo esta, de um rípio sócio-económico de ínfima influência e qualidade no avaliar das contas eleitorais, no contar dos votos a que a análise política não traga mais que o esboço de um sorriso, senão uma gargalhada de escárnio.
Aliás, de pouca monta serão essas questões do número, além de muito menos credíveis as votações de cartão no ar, boletim de voto onde só se pode votar SIM, textos de moção de acção global enviados em cima da hora de abertura do seu debate, pois em Aljubarrota os espanhóis também eram muitos mais do que os portugueses, todavia isso por si só não lhes trouxe nenhuma razão e muito menos lhes deu a vitória. Porque nós vencemos, repusemos a nacionalidade dentro dos cânones da soberania aristocrática de então, tornando-nos novamente mais um legítimo Estado dentro da legalidade europeia. Fomos e continuámos a ser independentes, livres, adultos como nação, íntegros enquanto povo, vetustos na cultura, ancestrais na génese, seculares no entendimento colectivo, milenares no empreendedorismo, destemidos perante o risco, aventureiros ante a desgraça, audazes no planeamento e exigentes, como rigorosos, nas execuções desses planos.
Porém, há tanto tempo isso foi, tanta a água que lavou as margens do Tejo, que disso nem pevide na memória de alguns deixou!
E, mais ainda, não só não deixou pevide na memória dessas pessoas, como as transformaram em alguém com tanta falta de escrúpulos que não sente vergonha quando enuncia no seu programa uma coisa e faz precisamente o contrário. O que é caso para dizer, que apenas a inveja é motivo e razão, que assiste às críticas tecidas contra o governo, por poder fazer e fazer exactamente aquilo que "eles" fariam se pudessem.
Ora, ainda bem que não podem; é que mais do mesmo, já cá temos de sobra!

3.16.2009



Tendo em conta que me foi impossível terminar a minha intervenção na Convenção, deixando-a incompleta, falha de sentido e desenquadrada, e considerando que alguns ecologistas estão curiosos por conhecê-la na íntegra, aqui fica portanto o texto completo dela.











Construir a Mudança Hoje, Porque o Futuro é Já Ontem

Parece-me redundante insistir na capacidade de renovação do Partido Ecologista OS VERDES, todavia reafirmo aqui e agora o que na X CONVENÇÃO terei afirmado, embora que reformulado de acordo com as circunstâncias históricas que formatarão este ano, em que é preciso rendermo-nos às exigências da actualidade, dando-lhe uma resposta peremptória, determinativa, eficaz, delineada em dois objectivos, três estratégias, cinco razões e dez vantagens inequívocas para a reabilitação de Abril e aprofundamento da democracia em Portugal. Repito: dois objectivos, três estratégias, cinco razões e dez vantagens.
Acabou-se o tempo das crises merceeiras e avulso, porquanto já não há crises separadas umas das outras, o que não é necessário ir muito longe, no tempo como no lugar, para o confirmar, pois a crise financeira com que nos abatemos, é exactamente a mesma que a crise económica, a crise ambiental e crise climática, a crise energética e a crise estrutural, a crise de valores e a crise educativa, a crise sanitária, a crise securitária e a crise da biodiversidade, exactamente e tão-só uma e a mesma crise, precisamente aquela que atravessamos e atravessam os gregos como os sul-americanos, os europeus como os asiáticos, acerca da qual nos sentimos esporadicamente impotentes, mas simultaneamente confiantes e convictos, orgulhosos por sermos ecologistas, por pertencermos a um grupo de pessoas que pugnam pela mesma consciência cívica, e que tudo fizeram para não a agravar, estiveram do outro lado da barricada e combateram as condições que criaram esta crise, que avolumaram esta crise, e nunca foram coniventes com os altos interesses da governabilidade e da propaganda de perpetuação do poder, quer ele se tenha manifestado como exercido por esquerdas pouco esquerdistas, como por direitas bastamente fascizantes, e se apresenta agora, em 2009, ano de tripla eleitoral, com autoridade moral e descomprometido, logo abalizado e com estatuto de exclusividade, porquanto o Partido Ecologista OS VERDES somos o único partido político português não alinhado com os neoliberalismos situacionistas, nacionais como internacionais, elementares à cadeia corruptora da sustentabilidade da sociedade da informação e conhecimento, que estiveram na génese deste desequilíbrio global, neste dominó em queda até à imprevisibilidade resoluta de um tsumani planetário; digo, o Partido Ecologista OS VERDES é o único partido nacional com background e barra limpa suficientes para enfrentar com êxito a actual crise, uma vez que somos o único partido com know how, motivação e provas dadas, cujos militantes estão deveras preocupados com as condições do ecossistema, logo igualmente os únicos com a habilitação e a vocação imprescindíveis, além de defendermos o único modelo de sociedade capaz de superar as circunstâncias com autenticidade, a sociedade ecologista emancipada, hasteada nas bandeiras da responsabilidade, cidadania e consciência, totalmente apetrechada dos recursos éticos e ambientais, do sistema económico redistributivo, no ecodesenvolvimento e sustentabilidade, na moral democrática e agricultura biológica, na cultura da conservação da natureza e da biodiversidade, na identidade das diferenças e pluralismo solidário, tão eficazes como incontornáveis para a resolução das dificuldades do presente, além de suficientes na prevenção das dificuldades futuras. Pois o Partido Ecologista OS VERDES é aquele de entre os partidos da actualidade nacional que comporta uma faixa social de cidadãos informados e dispostos a participar na melhoria do mundo físico e ideal em que vivemos, porque preocupados com a problemática ambiental, e detentores da audácia, conhecimentos, competências, motivações e sentido de compromisso que lhe permitem trabalhar, individual e colectivamente, sem as teias do preconceito da obediência esclavagista, na procura empenhada dessa resolução, em plena consonância com o já há muito afirmado por Rolston III, seremos nós, os ecologistas, aqueles activistas, de entre os seres humanos, os que melhor conseguem olhar para fora de si mesmos, ponderando e considerando os interesses de todos os que são, ou podem ser, afectados pelas suas acções. Aliás inerência própria da sociedade ecologista emancipada e responsável, que defendemos e queremos disseminar, não só para o nosso bem e da nação, mas também da Europa e do mundo, quer de hoje como de amanhã. Sobretudo porque os nossos companheiros merecem o melhor que lhe podemos facultar, os nossos deputados o reconhecimento pelo seu trabalho, os nossos autarcas a valorização e mérito pelo seu esforço empenhado e quotidiano.

Primeiro objectivo – Libertar Portugal da hegemonia economicista neoliberal como da manipuladora e bipolar influência da lactossocratocracia pseudo socializante;
Segundo objectivo – Promulgar o ecodesenvolvimento sustentável e solidário como um facto histórico na modernidade portuguesa.

E para alcançar estes dois objectivos de inegável valia na consolidação de uma sociedade cada vez mais responsável, cada vez mais consciente, cada vez mais autossuficiente, cada vez mais emancipada, cada vez mais solidária e cada vez mais democrática, temos três estratégias imediatas.

A primeira, são as eleições europeias, a que devemos concorrer com lista própria e independente, fora do quadro eleitoral da CDU, porque devemos isso aos demais partidos europeus que formam o movimento verde, bem como aos nossos simpatizantes e militantes nacionais, aos nossos deputados na Assembleia da República que, não obstante terem trabalhado mais que quaisquer outros dos demais grupos parlamentares, são constantemente cilindrados por um estatuto de menoridade e tidos como uma carta fora do baralho nas decisões e opinião pública. Eleições essas em que nos devemos empenhar com seriedade e galhardia, com enlevado labor e superação dos interesses particulares, ou individuais, transformando a sua votação, a sua enorme votação, como uma bandeira de negociação e responsabilidade, quer face aos partidos nossos aliados, como para aqueles que são declaradamente contra nós. E para as quais temos vários candidatos de renome, a começar pela nossa cabeça de lista natural e óbvia: Heloísa Apolónia.

A Segunda, são as eleições legislativas, em que apenas devemos concorrer em coligação, depois de garantidos como elegíveis, pelo menos cinco deputados, em ciclos onde essa vantagem é notoriamente visível: Lisboa, Setúbal, Santarém, Coimbra e Porto. Porque temos que acabar definitivamente com esse encostarmo-nos ao cajado característico do pastoreio bucólico após MFA, após PREC; com essa beatitude mística de quem prefere não fazer e tão-só estar sempre pronto a contestar quantos fazem, sobretudo porque eles agiram em conformidade para poderem fazer, empenharam-se e venceram eleições, e nós não; pelejaram pelos seus princípios e tomaram posição acerca destes ou aqueles assuntos, mas nós não; discerniram entre o que está certo e o que está errado, mas nós não; estiveram na linha da frente com as nossas ideias, os nossos projectos, as nossas intenções, como a aposta nas energias alternativas, a vacinação do cancro do útero, a remoção do amianto dos telhados das escolas, a certificação de eficiência energética nos edifícios, o pugnar pelo fim do suporte-papel nas comunicações intra-Estado, a aplicação das TIC e Magalhães, e nós não; e etc., que até os etecoetras fizeram com inaudito anúncio e propaganda, solfejo regimental e bivaque, acompanhamento de bandas e beberete, mas nós não. Mas essencialmente porque se até agora nos satisfazia um dueto parlamentar, agora, com a crise, as alterações climáticas, a degradação das condições de vida, a insustentabilidade laboral, a destruição da natureza e o desordenamento do território, tão pujantes e evidentes, vamos precisar de um grupo parlamentar com poder de manobra para operar em conformidade com aquilo que a modernidade portuguesa exige: determinação, seriedade e respeito.
E a terceira estratégia, como não podia deixar de ser, as eleições autárquicas, em que temos de passar a concorrer não para ganhar uns lugarzinhos mixurucas nas assembleias de municipais, nas juntas de freguesia, nas mesas de voto para os referendos regionais, que nunca foram feitos em Portugal, nem provavelmente virão a ser, uma vez que o instituto do referendo, aliás, como a democracia, são chatices que apenas servem para embelezar os documentos fundamentais, como a Constituição da República Portuguesa; a que devemos concorrer, dizia, não para manter a nossa pequenez e insignificância de quem acompanha aos ferrinhos as marciais arruadas dos tambores e bombos de quaisquer outros partidos, mas sim para que em vez de lugares cativos nas assembleias de freguesia, ganharmos definitivamente câmaras, onde possamos contribuir para uma melhor e eficaz, sustentável e humanizada, gestão dos recursos naturais, defender o território e o ambiente, aplicar políticas com incontestável efeito prático na qualidade de vida das populações, implementar instrumentos de ordenamento territorial que defendam o nosso património cultural, atmosférico, biótico, aquífero, hidrográfico, arquitectónico, paisagístico, etnográfico, biónico, enfim, sejam a linha avançada dos mais progressistas em benefício até dos mais retrógrados, nas sem a vergonha dos dependentes, sem o cunho do criancismo e da esmola política, e sim com consciência ou elevado sentido de responsabilidade que é típica dos ecologistas de e em todo o mundo.

Principalmente porque temos do nosso lado cinco razões indesmentíveis:

Uma – os nossos deputados foram os mais diligentes e acossados na Assembleia da República, em que a esquerda e direita malharam por tudo e por nada;

Duas – não obstante o diminuído estatuto de cada um dos nossos autarcas pela fragilidade democrática já enunciada, estiveram sempre e inabalavelmente do lado daqueles que mais sofreram com as políticas urbanas insustentáveis, despesistas, que hipotecam o futuro e as futuras medidas de recuperação da economia e da gestão autárquica;

Três – temos, no seio do Partido Ecologista OS VERDES, os mais responsáveis e inconformados dos cidadãos, os menos acomodados dos munícipes, os melhores representantes parlamentares, os mais empenhados e envolvidos militantes, porquanto não estão aqui para fazer número nem enfeite da moldura em que os órgãos de comunicação nos hão-de pincelar, nem para ganhar um jobzinho a expensas do erário público, mas sim porque têm um projecto alternativo de valor, um programa insofismável, uma vontade inegável de melhorar as condições do habitat humano, em resumo, não só uma solução para presente crise, como também para evitar as vindouras.

Quatro – onde os demais partidos do espectro político nacional erraram, nós estivemos atentos; onde eles fizeram mal, nós apontámos as consequências; onde eles calaram, nós denunciámos; onde eles sujaram, nós limpámos; onde eles destruíram, nós mergulhámos na conservação; onde eles arrepiaram caminho, nós inovámos, nós reciclámos, nós reutilizámos, nós seleccionámos, nós reduzimos, nós alertámos para urgência de alterarmos as condutas dos desleixo e do egoísmo generalista;

E cinco – porque alguém lá fora, talvez uma criança inocente, um amigo vilipendiado, uma amiga socada, um rio poluído, uma árvore abatida, um animal maltratado, um silêncio opressivo, uma palavra calada, um coração magoado, um ambiente aviltado, uma cidade sitiada, e um companheiro apoquentado estão de "olhos" postos em nós, e viram na nossa capacidade de análise e diagnóstico um prenúncio de acção, uma vontade de mudança, uma renovada esperança para a sua qualidade de vida.
E estas não são só cinco razões mas cinco evidências que dia a dia se multiplicam e irão preencher os próximos cinquenta anos da Portugalidade a que pertencemos.

Viva o Partido Ecologista português!
Viva Portugal!
Viva o futuro de Vitória e Liberdade!

3.12.2009



VERDES DOS EUA E DA IRLANDA
NA XIª CONVENÇÃO DO PARTIDO ECOLOGISTA “OS VERDES”


A XIª Convenção Nacional Ecológica, órgão máximo do Partido Ecologista “Os Verdes” realiza-se nos próximos dias 13 e 14 de Março na Casa do Artista (Pontinha, Lisboa), sob o lema “Com os Verdes Construir a Mudança”.

Os trabalhos começarão dia 13 de Março pelas 20.00h, com a recepção dos delegados, participantes e convidados e terminarão após a intervenção de encerramento, prevista para as 17.30h de Sábado, 14 de Março.

No sábado, dia 14 de Março, realizar-se-á ainda um debate subordinado ao tema “A emergência da Ecologia no Mundo” que contará com a participação dos oradores convidados Bruce Gagnon (Verdes dos Estados Unidos da América) e Patricia Mckenna (Verdes da Irlanda), bem como com a participação da Deputada ecologista Heloísa Apolónia.

“Os Verdes” convidam desde já os senhores e senhoras jornalistas a acompanharem os trabalhos deste grande momento de afirmação do projecto ecologista em Portugal.


O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 -
imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)
www.osverdes.pt

Lisboa, 11 de Março de 2009

La vida es un tango y el que no baila es un tonto

La vida es un tango y el que no baila es un tonto
Dos calhaus da memória ao empedernido dos tempos

Onde a liquidez da água livre

Onde a liquidez da água livre
Também pode alcançar o céu

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Escribalistas é órgão de comunicação oficial de Joaquim Maria Castanho, mentor do escribalismo português