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dos outros, o teu sangue
DOS OUTROS, O TEU SANGUE
As tuas irmãs roubam-te
E tu manténs-te em impávida serenidade…
Os teus amigos escondem-se no silêncio
Para que lhe não vejam a indiferença
O ódio a que te votam,
Mas tu continuas a fazer poesia…
Então,
Não te lastimes nem lamentes
Que afinal, são eles e elas
Quem te não merece!
Joaquim Maria Castanho
BALANÇO FINAL, de SIMONE BEAUVOIR (sugestão de leitura)
“Foi essencialmente no domínio da criação literária que utilizei a minha liberdade; escreve-se a partir da escolha que fazemos para a nossa personalidade, mas é sempre um acto novo.”
In Simone de Beauvoir, Balanço Final, p. 28
5.26.2023
CLARA... Parabéns!
CLARA… PAaaa-RAaaaa-BÉNS!
Daqui deste Portus, desta terra
Em honra de Baco edificada
(Férteis faldas vinícolas da Serra),
Do que importava não importa nada.
Tudo é frágil e passageiro e erra
Já sem destino certo à desfilada,
Agora que o tempo ao tempo cerra
Sem serra nem a água tão desejada.
Exceto tu, que inspiras a alegria
Alacer dos ancestrais patrícios
Qu’imperavam plos deuses e plos vícios.
E ébrios plo divino néctar da poesia
Soltavam hinos de adoração rara
Cujo eco soa limpo e diz: «PARABÉNS CLARA!»
Joaquim Maria Castanho
25 de maio de 2023
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