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9.25.2003
Ainda bem que assim vês esta leitura, Filipa. Realmente eu senti o mesmo acerca de Smith e da sua maneira de grokar, de entender o mundo terreno e, por vezes, se tivesse o poder de assimilar as novidades também o faria de igual jeito. Este é efectivamente um exemplo de como a literatura pode estar viva em nós e de como se revela. Boa continuação. Eu vou agora continuar a leitura dele... Aliás, há uma coisa em mim que resultou desse livro: a careca. É como que uma tentativa de "imitar" o Smith! De identificar-me com ele através da aparência física... A velha questão do hábito e do monge: não é que o primeiro faça o segundo, mas assim que passamos a usar o hábito sentimo-nos mais próximos de ser monges...
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