Os cartazes já estão na rua, com imagens retiradas ao Principezinho e tonalidades azuis. Não ficou feito com o tempo de antecedência que seria preferível, mas ainda chegou a tempo. Tudo quanto se pede é reconhecer que a literatura infantil nos garante que se começarmos a vida com boas histórias, as demais que a vida nos reserva jamais lhe conseguirão subtrair o valor e o arrebatamento. Há quem leve livros dos mais incomuns!... Eu descobri O PÁSSARO AZUL, de Leyguarda Ferreira, editado em 1966, pela Romano Torres. Haverá outras iguarias? De certeza que sim!...