OFERENDA
“ Ler é compreender; e compreender é criar. “
Albert Camus
Talvez que escrever um livro seja pouco!...
Quem sabe?! Mas lê-lo é muito mais
Se a cada momento de soletrar rouco
O leitor, o escritor e o homem se tornarem iguais.
Em si próprios, perto da aventura,
Rés da esperança, filhos de si mesmos;
Sem pais –
Numa orfandade que não perdura
Mais
Que o ínfimo momento em que nos esquecemos
Que somos fulanos tai$!...
Ou belos, ou feios, ou reais.
Ou assim, ou assado e frito,
Mas que a cada sentimento nos damos fiéis
Sem saber como nem porquê,
Como se fosse cada um que lê
Aquele que o tivera escrito!
(Nota: Este poema e muitos mais podem ser lidos e/ou copiados/impressos, na página www.gatomontez.no.sapo.pt que é igualmente um "sítio" dos nossos Leitores. Quem sabe se aí se encontrarão novas versões de histórias muito antigas!... Quem sabe?!)
Convite para partilhar caminhos de leitura e uma abertura para os mundos virtuais e virtuososos da escrita sem rede nem receios de censura. Ah, e não esquecer que os e-mails de serviço são osverdes.ptg@gmail.com ou castanhoster@gmail.com FORÇA!!! Digam de vossa justiça!
12.10.2003
Malta!
Durante a tarde de hoje, dia 10, passará continuamente no átrio da Biblioteca Municipal a versão DVD do THE PARIS CONCERT FOR AMNESTY INTERNATIONAL, como entrada ou aperitivo para a sessão da Comunidade de Leitores. Quem quiser aparecer, não se evite, e traga quantos entender por bem!... A Liberdade agradece!
Durante a tarde de hoje, dia 10, passará continuamente no átrio da Biblioteca Municipal a versão DVD do THE PARIS CONCERT FOR AMNESTY INTERNATIONAL, como entrada ou aperitivo para a sessão da Comunidade de Leitores. Quem quiser aparecer, não se evite, e traga quantos entender por bem!... A Liberdade agradece!
Olá, amigo Castanho:
Como não posso estar presente no dia 10 na comunidade de leitores, junto envio uma cópia das páginas 22 e 23 de "Viver para Contá-la"de G. G. Márquez, numa tradução de Maria do C. Abreu e edição do Círculo de Leitores em 2003.
O autor narra neste primeiro capítulo desta obra auto-biográfica a sua viagem a Aracataca, sua terra natal, com a sua mãe que quer vender a casa de família. É, também, uma viagem a memoria, da infancia nessa casa, e, em geral, da historia da própria família, que apresenta diversas semelhanças com o romance "Cem Anos de Solidão".
Assim é o caso do massacre dos trabalhadores da companhia bananeira na praça central, que terá causado três mil mortos.
Fica, também, esta consideração para o dia da cidadania, de uma altura em que os direitos dos cidadaos, aparentemente, não existiam, nem mesmo o direito à vida e à dignidade do trabalho.
Abracos,
Joao Paulo
Como não posso estar presente no dia 10 na comunidade de leitores, junto envio uma cópia das páginas 22 e 23 de "Viver para Contá-la"de G. G. Márquez, numa tradução de Maria do C. Abreu e edição do Círculo de Leitores em 2003.
O autor narra neste primeiro capítulo desta obra auto-biográfica a sua viagem a Aracataca, sua terra natal, com a sua mãe que quer vender a casa de família. É, também, uma viagem a memoria, da infancia nessa casa, e, em geral, da historia da própria família, que apresenta diversas semelhanças com o romance "Cem Anos de Solidão".
Assim é o caso do massacre dos trabalhadores da companhia bananeira na praça central, que terá causado três mil mortos.
Fica, também, esta consideração para o dia da cidadania, de uma altura em que os direitos dos cidadaos, aparentemente, não existiam, nem mesmo o direito à vida e à dignidade do trabalho.
Abracos,
Joao Paulo